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terça-feira, 16 de junho de 2009

Posse de D. Orani João Tempesta, OCist

Sua Excelência Reverendíssima, D. Orani João Tempesta, OCist, tomou posse, Domingo, 19 de abril passado, na Catedral Metropolitana, como Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro. Como era de se esperar, em face do conhecido cuidado de D. Orani com a liturgia, com paramentos dignos, com acólitos de sobrepeliz, a cerimônia foi lindíssima e obediente às normas.

As fotos traduzem bem a ocasião, solene e sacral, mas sóbria como pede o rito romano.

























3 comentários:

  1. Acho muitíssimo interessante o fato de Dom Orani, o novo arcebispo do Rio de Janeiro, vir da Ordem Cisterciense. O que mostra que o monaquismo, no caso, a espiritualidade cisterciense tem muito a oferecer à Igreja no Brasil; sem desmerecer tantas outras Ordens ou Institutos religiosos existentes no Brasil. Mas, de um modo geral, o monaquismo é pouco conhecido e difundido no Brasil.
    A propósito, saiu em Zenit um artigo sobre a Refundação da Ordem Cisterciense em Portugal.
    O nome do artigo é "PREPARANDO CAMINHO PARA RESTAURAÇÃO DA ORDEM DE CISTER EM PORTUGAL", de 17 de junho de 2009, quarta-feira.
    Acho que as Ordens Monásticas tem muito a oferecer à Igreja no Brasil. E uma prova disso é o fato, repito, do novo arcebispo do Rio de Janeiro vir de uma Ordem monástica.
    Alex A.B.

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  2. Dom Orani, antes de ser nomeado bispo, foi abade do Mosteiro Cisterciense de Nossa Senhora de São Bernardo de São José do Rio Pardo/SP.
    O site do mosteiro é: www.abadia.org.br
    É bem diversificado o site. Endereços de outros mosteiros podem ser encontrados no site.
    Alex A.B.

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  3. Bom, eu estava lá no dia, e acho que a notícia aqui publicada 'melhorou' um pouco a realidade. Na prática achei um pouco confusa a cerimônia, com uma mistura de gregoriano e canto popular acompanhado de bateria e guitarra. Houve momentos bem bonitos, como a entrada com a marcha da Igreja, mas houve momentos bem confusos e barulhentos. De toda forma, foi bem melhor do que a Missa de Corpus Christi celebrada por Dom Orani este ano no Rio. Confesso que, mesmo acostumado ao caos litúrgico aqui daqui, foi a primeira vez que vi uma Missa com atabaque (sendo tocado por um típico rastafari), sax, violino elétrico, guitarra, bateria e tudo isso junto, celebrada desnecessariamente ao ar livre e sob chuva, pois a catedral metropolitana comportaria facilmente os fiéis ali presentes.

    Eu tenho verdadeiro apreço pelo novo Arcebispo do Rio, mas achei essa Santa Missa de Corpus Christi muito lamentável. Se o Arcebispo celebra assim, o que se pode esperar nas paróquias?

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