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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Missarum Sollemnia, de Jungman, em português

Clique na imagem para comprar esta fundamental e monumental obra sobre o desenvolvimento do rito romano e comentário de cada parte da Missa (no rito anterior à reforma litúrgica, quando foi escrito), pela Editora Paulus:

9 comentários:

  1. Adoraria esse livro para minha monografia... o problema é o preço das nossas caríssimas (sem trocadilho, por favor) irmãs Paulinas!

    Sem. Gian Paulo Ruzzi

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  2. que maravilha!!! reeditaram esse livro, não podería ter surgido melhor novidade; tenho-o em espanhol e o guardo com o maior carinho, conhece-lo e conhecer uma fonte sigura a cerca da evolução do ritual da Santa Missa semcontradições e invencionices.
    Pe. Donisete

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  3. Sim, é em português, e já estou quase na metade do meu, que ganhei de um amigo do RC para nossas pesquisas no Salvem.

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  4. Promoção na Paulus: Até 10 de abril está saindo de R$203 por R$ 120,00.
    http://bit.ly/d0L0QS

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  5. Rafael

    Você que é um conhecedor do rito romano, ou talvez até o livro fale algo, tenho uma questão. Li num artigo que a forma extraordinaria do rito romano foi muito influenciada pelo rito galiano (liones), que seria responsabel pelo "excesso" de formalidades do rito antigo e que os padres conciliares teriam purificado o rito destas influencias, assim hoje o rito romano estaria mais fiel ao que era antes.
    Há alguma verdade nisto?

    Grato,
    Sidnei

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  6. Caro Sidnei,
    Estimado em Cristo,

    Sim, o rito romano foi se desenvolvendo naturalmente. E, com a mescla da população ocidental, introduzindo-se o elemento germano/galicano, é igualmente natural que a forma antiga, "pura" diríamos, do rito romano tenha sofrido influência. O rito fala a uma cultura, e bebe nessa cultura. Daí que o rito romano para os romanos seja um, e o rito romano para os romanos e germanos seja outro.

    A reforma de Paulo VI realmente retirou os elementos galicanos. A pergunta é: isso foi justo? Lícito foi, pois o Papa não legisla contra o Direito. Mas foi justo? Uns dizem que não. Eu penso assim também, ainda que seja perfeitamente lícito achar o contrário. Considero que a retirada dos elementos galicanos foi equivocada. Uma reforma não se faz na "canetada", de modo abrubto. É verdade que algumas coisas deveriam ser corrigidas no rito romano, mas a correção e a reforma devem ser graduais, e pautar-se pelo princípio do desenvolvimento harmônico. Cortar cerimônias de uma hora para outra parece-me tremendamente inadequado. E tanto foi assim que a reação não tardou e até hoje temos crescentes grupos que querem manter o rito romano como era antes, a ponto de ser chamado de "forma extraordinária do rito romano".

    Sim, havia elementos galicanos. Entretanto, isso não é um mal. Qual o problema? Os "puristas" ignoram que os elementos galicanos não foram parar no rito romano de modo artificial, mas se incorporando na liturgia harmoniosamente, gradualmente, no decurso do tempo, e aceitos pelas mentalidades da época. Os elementos galicanos PRECISAVAM sair? Creio que não. Não ganhamos nada com isso!

    A reforma litúrgica trouxe aspectos positivos: um maior uso da Escritura, com mais leituras, três ciclos dominicais, uma valorização teológica da Liturgia da Palavra, mais prefácios antigos que não eram usados desde a Idade Média, a possibilidade do uso do incenso em Missas meramente rezadas, a possibilidade da concelebração, o uso do vernáculo, a simplificação da gradação das festas etc.

    Todavia, ao lado disso, a retirada dos elementos galicanos e outros que se acrescentaram HARMONIOSAMENTE no decurso do tempo, foi uma perde inestimável: perdemos as orações ao pé do altar, algumas preces que se diziam ao beijar o altar e ao usar o incenso, o modo tradicional de fazer o Asperges, o uso da pluvial no Asperges e Vidi Aquam, o Último Evangelho, as complicadas (mas profundamente significativas) normas para a Missa Pontifical, a distinção entre Missa rezada, cantada, solene e Pontifical etc.

    Ademais, é "engraçado" que a reforma quis purificar o rito romano dos elementos galicanos, mas tenha deixado alguns: continuam os ritos da Missa da Apresentação do Senhor, a Procissão de Ramos etc, que são galicanos! E, por outro lado, elementos claramente romanos caíram, como o ofertório tradicional, o modo de rezar o Cânon em voz baixa, e as palavras tradicionais da Consagração. Enfim, junto de tudo isso, tiraram o que é COMUM A TODOS OS RITOS: obrigatoriedade de versus Deum.

    Sugiro a leitura do seguinte artigo: http://www.salvemaliturgia.com/2009/08/formacao-historica-do-rito-romano-e.html

    E também:

    http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/diversos-grupos-e-solucoes-diante-da.html

    http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/o-erro-racionalista-e-reforma-liturgica.html

    http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/ainda-reforma-da-reforma.html

    http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/o-racionalismo-na-liturgia-mysterium.html

    Em Cristo,

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  7. Acho que já achei meu presente de natal ^^

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  8. Como ler o Missarum? Que livros servem de base (requisitos mínimos) para acompanhar e entender o raciocínio do M.S.?

    Grato!

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