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terça-feira, 25 de maio de 2010

Oração de São Pio de Pietrelcina, após a Comunhão

Fica comigo, Senhor, pois preciso da tua presença para não te esquecer. Sabes quão facilmente posso te abandonar.

Fica comigo, Senhor, porque sou fraco e preciso da tua força para não cair.

Fica comigo, Senhor, porque és minha vida, e sem ti perco o fervor.

Fica comigo, Senhor, porque és minha luz, e sem ti reina a escuridão.

Fica comigo, Senhor, para me mostrar tua vontade.

Fica comigo, Senhor, para que ouça tua voz e te siga.

Fica comigo, Senhor, pois desejo amar-te e permanecer sempre em tua companhia.

Fica comigo, Senhor, se queres que te seja fiel.

Fica comigo, Senhor, porque, por mais pobre que seja minha alma, quero que se transforme num lugar de consolação para ti, um ninho de amor.

Fica comigo, Jesus, pois se faz tarde e o dia chega ao fim; a vida passa, e a morte, o julgamento e a eternidade se aproximam. Preciso de ti para renovar minhas energias e não parar no caminho.

Está ficando tarde, a morte avança e eu tenho medo da escuridão, das tentações, da falta de fé, da cruz, das tristezas. Oh, quanto preciso de ti, meu Jesus, nesta noite de exílio.

Fica comigo nesta noite, Jesus, pois ao longo da vida, com todos os seus perigos, eu preciso de ti.

Faze, Senhor, que te reconheça como te reconheceram teus discípulos ao partir do pão, a fim de que a Comunhão Eucarística seja a luz a dissipar a escuridão, a força a me sustentar, a única alegria do meu coração.

Fica comigo, Senhor, porque na hora da morte quero estar unido a ti, se não pela Comunhão, ao menos pela graça e pelo amor.

Fica comigo, Jesus. Não peço consolações divinas, porque não as mereço, mas apenas o presente da tua presença, ah, isso sim te suplico!

Fica comigo, Senhor, pois é só a ti que procuro, teu amor, tua graça, tua vontade, teu coração, teu Espírito, porque te amo, e a única recompensa que te peço é poder amar-te sempre mais.

Como este amor resoluto desejo amar-te de todo o coração enquanto estiver na terra, para continuar a te amar perfeitamente por toda a eternidade. Amém.

Santo Padre Pio.

4 comentários:

  1. Eribelton Domingos da Rocha

    Qeria so alerta-los para um "gaff" de vocÊs cometeram em um post bem antigo(sobre mitos Liturgicos 1)

    vocês afirmaram que as sagradas escrituras não tem o mesmo valor que a sagrada eucaristia!
    CUIDADO!!!

    tem SIM!!

    Concílio Vaticano II afirmou na Constituição Dogmática “Dei Verbum” sobre a Revelação Divina. Diz ele: “A Igreja sempre venerou as divinas Escrituras, da mesma forma como sempre venerou o próprio Corpo do Senhor, porque, de fato, principalmente na Sagrada Liturgia, não cessa de tomar e entregar aos fiéis o pão da vida, da mesa, tanto da palavra de Deus como do corpo de Cristo” (DV 21).

    A Constituição “Sacrosanctum Concilium” sobre a Liturgia, do citado Concílio, resgata para nós a consciência antiga da presença viva de Cristo na assembléia dos cristãos, de modo particular “pela sua palavra, pois é Ele mesmo que fala quando se lêem as Sagradas Escrituras na igreja” (SC 7). É uma verdade provinda da grande tradição dos antigos Padres da Igreja que freqüentemente equiparam a palavra de Deus à encarnação e à Eucaristia.

    Des de já agradecido!!
    pax et bonun!

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  2. Caríssimo:

    Chegastes a ler o post que criticas?

    Pois nele, ***eu mesmo*** cito o trecho da DV que trazes, e comento ele, expondo o seu sentido católico, tendo o Pe. Paulo Ricardo me auxiliado a desenvolver esta argumentação.

    Para ler o post:

    http://www.salvemaliturgia.com/2010/04/mitos-liturgicos-comentados-mito-1.html

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  3. (Salvem a Liturgia)Mito 1: "A Presença de Jesus na Palavra é tão completa como na Eucaristia"

    Não é.

    Ou é ou não é!?
    SIM!!

    Concílio Vaticano II afirmou na Constituição Dogmática “Dei Verbum” sobre a Revelação Divina. Diz ele: “A Igreja sempre venerou as divinas Escrituras, da mesma forma como sempre venerou o próprio Corpo do Senhor, porque, de fato, principalmente na Sagrada Liturgia, não cessa de tomar e entregar aos fiéis o pão da vida, da mesa, tanto da palavra de Deus como do corpo de Cristo” (DV 21).

    A Constituição “Sacrosanctum Concilium” sobre a Liturgia, do citado Concílio, resgata para nós a consciência antiga da presença viva de Cristo na assembléia dos cristãos, de modo particular “pela sua palavra, pois é Ele mesmo que fala quando se lêem as Sagradas Escrituras na igreja” (SC 7). É uma verdade provinda da grande tradição dos antigos Padres da Igreja que freqüentemente equiparam a palavra de Deus à encarnação e à Eucaristia.

    o respeito que se tinha pela Palavra era tão grande que a Sagrada Escritura, especialmente os evangelhos, em muitos lugares era guardada num cofre semelhante ao sacrário. Na ábside das igrejas havia dois “sacrários”, um à direita e outro à esquerda, um para guardar a Eucaristia e o outro para guardar o livro da Palavra.

    A Instrução Geral fala de um “lugar condigno”para o altar da palavra.
    A palavra “condigno” tem a ver com “proporcional ao mérito, ao valor”. Tem a ver com “devido, merecido”. Assim, pois, a palavra de Deus, por causa da sua dignidade (que é imensa!), requer naturalmente um espaço à altura desta dignidade, de onde ela é proclamada para toda a assembléia. E mais: um espaço para onde se volte espontaneamente a atenção dos fiéis no momento da liturgia da Palavra. Pois é dali que o Deus vivo está se comunicando com seu povo através da proclamação das divinas Escrituras.

    "Ignorar as Escriturae e ignorar o PROPIO CRISTO" (São jeronimo)

    Como se vê, as duas mesas são fontes de alimento para as pessoas que delas se aproximam. Dessa forma, a palavra de Deus é tão venerável quanto o Corpo Eucarístico de Jesus Cristo. Comungamos da mesa da Palavra, assim como comungamos da mesa da Eucaristia.(Se não fosse assim não teria sentido a celebração da palavra)

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  4. E explica o cardeal Ouellet: “Comparando a Liturgia da Palavra e a Eucaristia com duas “mesas” a Dei Verbum queria juntamente sublinhar a importância da Palavra. Esta expressão retoma um dado tradicional que é ressaltado com vigor por Orígenes, por exemplo quando exorta a respeitar a Palavra como se fosse o Corpo de Cristo: “Se, quando se trata do seu corpo, sois justamente tão prudentes, por que desejaríeis que a negligência da Palavra de Deus merecesse um castigo menor que o do seu corpo?” (Homilias sobre o Êxodo 13, 3).”

    As duas “mesas” servem o mesmo “Pão de vida” aos fiéis. Daí o cardeal observar: “Quer seja sob a forma de Palavra na qual acreditar, quer de Carne para comer, a Palavra proclamada e a Palavra pronunciada sobre as oferendas participam do mesmo acontecimento sacramental. A Liturgia da Palavra contém em si mesma uma força espiritual que é contudo decuplicada pelo seu vínculo intrínseco com a atualização do mistério pascal: a Palavra de Deus que se faz carne sacramental pelo poder do Espírito Santo.”

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