Manchetes

Nosso Parceiro

domingo, 11 de julho de 2010

Paróquia Cristo Ressuscitado – Rio de Janeiro RJ

Padre Leonardo Holtz em visita à Paróquia Cristo Ressuscitado - Bairro de Padre Miguel - Rio de Janeiro - Forma ordinária em vernáculo.
























19 comentários:

  1. Boa tentativa de embelazar a celebração, mas faltou um maior rigor às rubricas para não cair no exagero sem sentido...
    Até onde sei, padres só podem utilizar o solidéu fora da liturgia. Também não entendi o que quer dizer quatro coroinhas "de enfeite" do lado do padre, atrás do altar; a meu ver deveriam aproximar-se somente no exercício de suas funções, e ficar ali somento o cerimoniário ou um único auxiliar, chame-se como queira. Na procissão do evangelho, somente ceroferários, turiferário e naveteiro. Essa eu não tenho certeza mas: onde está prescrito o uso de lamparineiros/ceroferários no ato da consagração? Na última foto não entendi: se for entrada, que faz o (chamarei aqui de) ministro com o Evangeliário atrás do presidente?; se for saída, onde ele vai com o Evangeliário?, Evangeliário não sai na procissão final. Também naveteiro e turiferário não se ajoelham (como qualquer ministro que carregar algo).
    Outra coisa que não entendi: havia ao fundo do presbitério um crucificado/ressuscitado (não recomendado inclusive, mas isso é do estilo "moderno" do edifício, nada pode o padre pode fazer nesse caso). Mas, aparentemente (?) esta não é a cruz do altar, que está, mui corretamente, sobre o altar e voltada para o sacerdote. Mas além dessa, há uma terceira, ao lado... Não houve aí um exagero?

    Enfim, são pequenos detalhes, mas é dos detalhes que se realiza uma boa liturgia. No geral, me pareceu muito bom, muito melhor que a grande maioria das missas que se vê pelo Brasil afora, com belos paramentos, alfaias e decoração floral sóbrias, uso de incenso, barrete (esse sim os padres podem usar), etc. Mas que se possa sempre fazer melhor da próxima vez, sempre indo em direção à boa liturgia e ao respeito às rubricas.

    PS: Gostei também da diferenciação entre coroinhas e assistentes meninas, tanto na roupa como nas funções. Quem dera fosse sempre assim... Pena que o mais comum é vestirem ambos igualmente, seja de túnica, ou ainda pior: batina e sobrepeliz para meninas!
    PS2: Peço desculpas se me alonguei demais.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Caríssimo irmão, concordo, devemos nos aproximar ao máximo do que a santa liturgia nos pede, você acertou em alguns pontos, mas não em todos, esclarecerei mais a frente:

      Solidéu: De fato, houve ai um erro, o uso do solidéu é destinado na liturgia apenas para abades, bispos, cardeais e ao papa, perfeito.

      Ao número de coroinhas: É louvável que as funções sejam exercidas naturalmente, e que os que as exercem chamem o menos de atenção para si possível. Porém perceba na quarta imagem (De cima para baixo), que estão ali quatro coroinhas, porém, todos estão exercendo funções o primeiro da esquerda está retirando o lecionário do ambão, não ficou junto ao padre, apenas tiraram a foto no momento em que o mesmo passava. O segundo, Este está provavelmente encarregado de segurar o microfone, que naquele momento estava nas mãos do padre, mas ainda assim ele estava exercendo a sua função. O terceiro, este se vê claramente que é o mestre de cerimônias desta celebração, parabenizo o mesmo pois atendeu muito oque o o cerimonal da igreja, e até o próprio salvem a liturgia dá, como instrução sobre os requisitos para um cerimoniário, ele se destaca dos demais que servem e está perfeitamente posicionado em seu lugar, atrás do sacerdote. E finalmente o quarto, que está com um microfone em mãos, que deve estar esperando o momento mais propício para colocar ou no ambão, de onde será proclamado o evangelho em instantes, ou até mesmo no altar, onde em outras imagens o mesmo é visto de fato.

      A procissão com o Evangeliário até o ambão: De fato, na Instrução Geral sobre o Missal Romano diz: n133. "Toma, então o Evangeliário, se estiver no altar e, precedido dos ministros leigos, que PODEM levar o turíbulo e os castiçais, dirige-se para o ambão, conduzindo o Evangeliário um pouco elevado. Os presentes voltam-se para o ambão, manifestando um..." Veja que a instrução diz objetos que podem ser levados, mas também diz que o sacerdote tem de ser precedido por ministros, mesmo estes sendo leigos, e neste caso todos estes têm suas devidas funções, vemos isto na sexta e sétima imagens (De cima para baixo), onde segue a ordem de: Vela, Naveta, Microfone, Padre com o livro dos Evangelhos, Cerimoniário, Turíbulo e vela. Ah, mas o mestre de cerimonias e o microfonífero não precisavam entrar na procissão, eles poderiam apenas seguir até o ambão, sim, poderiam, eu até concordo que seria melhor, porém, eles fazendo desta forma não erraram, até porque o cerimoniário principalmente, já que a função dele é guiar o padre em tudo, já o microfonífero é comum nas paróquias que um coroinha segure ao padre o microfone enquanto ele lê o evangelho, não há nada de extraordinário nisso assim como se o próprio padre segurasse também não haveria erro. (PARTE 1)

      Excluir
    2. Ceroferários na consagração: Eu não me lembro de ter lido instruções específicas para velas nem na IGMR ou no Cerimonial dos Bispos, porém, posso utilizar de experiência para explicar o porque do uso, primeiro motivo, torna-se muito mais belo, e em outros casos onde o uso é permitido porém não é descrito como na benção do santíssimo sacramento. Segundo motivo, olhemos para nosso pai. Vejamos a liturgia nas missas com o papa, desde Bento XVI e ainda com papa Francisco, em todas as missas em que vi era utilizado os castiçais, e não somente dois, mas todos os seis que entraram em procissão.

      Evangelho na saída e turiferário e naveteiro se ajoelhando: De fato, é a procissão de saída, e realmente houve um pequeno acúmulo de erros ai, o porque do evangeliário, já que no número 141. do Cerimonial da igreja diz que após a leitura do evangelho "O livro dos Evangelhos é levado para a credencia ou para outro lugar conveniente." Realmente, todos aqueles que levam objetos não devem se ajoelhar mesmo ao passar diante do santíssimo sacramento. Então vai a regra para ceroferários cruciferário, librífero, turiferário e naveteiro, mas, esta regra está aonde e vem de quanto tempo? Já que a única coisa que o cerimonial fala é que aqueles que estão servindo (seja quem for) fazem apenas uma inclinação, mas para os ministros que eu acabei de citar isto também é visto como errado, só que como eu disse, desde quando? Já que nas missas do rito extraordinário o coroinha ajoelha-se mesmo quando carrega algo, como é visto em todas as missas tridentinas, o coroinha com o missal e a estante em mãos mas ainda sim se ajoelha. (PARTE 2)

      Excluir
    3. Sobre o número de cruzes: Cristo ressuscitado atrás do padre, é uma pena, de fato é algo modernista e o cerimonial fala claramente que deve ter exposto ao povo a imagem de Cristo morto na cruz, um erro, sim, mas um erro sem sentido? Não, já que o nome da paróquia é "Paróquia Cristo Ressuscitado", e melhor ainda, um erro corrigido! Já que existia uma imagem de Cristo crucificado tanto para o sacerdote como para o povo. (Vemos isto na terceira e décima segunda imagem) O número de cruzes, não é cotado, pode em um presbitério ter um número livre de cruzes, oque poderia ser errado, é mais de uma imagem de devoção, como de padroeiros o co-padroeiros, no mais, não existiu exagero nenhum!

      Por fim, foi uma ótima celebração, concordarei contigo ao dizer, perfeita não foi, mas sim, foi muito acima dos "padrões Brasil de liturgia". E é possível melhorar, sim, mas creio que não tão cedo, pois com a mentalidade da maioria dos fiéis seria um tiro no próprio pé agir com tanta imprudência, toda a paróquia está de parabéns e também, ao senhor Rafael Crivelli, que mostrou ter profundo conhecimento sobre a liturgia da mãe Igreja, e para finalizar, não concordo sobre a diferenciação das meninas, para mim deveriam todos estar iguais, e se fossem para servir, que todos pudessem ter direito as mesmas funções, mas, ao meu ver, meninas exercendo funções de coroinhas é doloroso, mesmo sabendo que não existe nada, além do senso, que proíba as mesma de terem funções na liturgia, resumindo, o melhor é que não tenha, mas se for pra ter, que não haja diferenciação. O salvem a liturgia já postou uma reflexão sobre isto.

      Que a paz de nosso Senhor Jesus Cristo esteja conosco. (PARTE 3)

      Excluir
  2. XII Domingo do Tempo Comum 20/06/2010 - Revmo. Pe. Leonardo Holtz cobre férias de nosso Pároco Revmo. Pe. Carlos Alberto Munhoz.

    Como Mestre de Cerimônias desta paróquia, assim como a comunidade, me sinto muito honrado em ter um post sobre nossa Paróquia neste site que tem por fim fazer da Liturgia o que ela de fato deve ser: Católica!
    Serve-nos de incentivo a permanecermos fiéis ao Romano Pontífice, a Santa Igreja, desde as pequenas coisas!
    Essa é uma Missa com crianças, no subúrbio do Rio de Janeiro e é a prova que a Missa não precisa ser ridicularizada por tais motivos!
    Há tantos na paróquia que resistem e há ainda tanta coisa a ser feita, com cautela, com calma nós vamos conseguir!
    Recomendo a Paróquia as vossas orações.

    In corde Iesu et Mariae semper,
    Ramon Ornellas.

    ResponderExcluir
  3. Eu que já fui coroinha da paróquia Cristo Ressuscitado sei do grande esforço e empenho do mestre de cerimônias de nossa paróquia em fazer uma boa liturgia, e na minha opinião, as liturgias lá realizadas são muito bem feitas.

    ResponderExcluir
  4. Caríssimo sr. Rafael Crivelli,
    Salve Maria!

    Venho lhe dar algumas explicações sobre essa Missa:

    1- Os quatro coroinhas que estão de enfeite ao lado do padre são dois cerimoniários e dois coroinhas, um librífero e um com o microfone.
    2- Na procissão do Evangeliário os cerimoniários acompanharam o padre que estava levando o Evangeliário, não vejo nada demais nisso.
    3- O Ressuscitado que está no fundo do presbitério e é o padroeiro da igreja, nós no entanto colocamos ao lado direito um crucifixo voltado para o povo, além do crucifixo do arranjo beneditino. O Ressuscitado não pode ser contado como um crucifixo! Suponhamos que não houvesse o Ressuscitado no fundo do presbitério e sim um crucifixo. Quer dizer que o padre não poderia usar o arranjo beneditino tão recomendado pelo Santo Padre por já haver uma cruz no fundo do presbitério? Não concordo!

    In Corde Iesu et Mariae semper,
    Ramon Ornellas.

    ResponderExcluir
  5. Rafael_Vitola_Brodbeck12 de julho de 2010 16:41

    Coroinhas nunca são enfeite. Mesmo quando não desempenham uma função, digamos, externa, servem para uma solenização da liturgia, com um papel "interior".

    Ceroferários na Consagração? Ora, além da tradição litúrgica do rito romano, que deve ser observada, segundo o Código de Direito Canônico, o disposto no Cerimonial dos Bispos.

    ResponderExcluir
  6. Primeiramente, minha intenção jamais foi criticar, mas parabenizar o que foi feito e sugerir o que - na minha opinião - pode ser melhorado daqui pra frente. Peço perdão por eventuais mal-entendidos.

    Caríssimo Ramon Ornellas, parabéns pelo ótimo trabalho até aqui, e espero que compreenda que só pretendo ajudar. 1 e 2: sim, questão de gosto particular, o que - eu - acho mais adequado; o que não é regra evidentemente, só sugestão. 3: sim, o ressuscitado é o padroeiro, mas no geral acaba se parecendo com um cucificado pela presença da cruz atrás, também outra questão de gosto. Mas quanto aos outros dois crucificados, não é questão gostar ou concordar, está lá na IGMR: "122. (...) A cruz, ornada com a imagem do Cristo crucificado trazida eventualmente na procissão, pode ser colocada junto ao altar, de modo que se torna a cruz do altar, que deve ser uma só; caso contrário, ela será guardada em lugar adequado; (...)". Está aí bem claro que deve haver somente uma cruz do altar. (Fica também respondida a colocação de Luís Guilherme).
    Havendo uma cruz no presbitério, e celebrando-se versus populum (já que em se tratando de versus Deum não haveria esta discussão), pode-se sim utilizar-se o arranjo beneditino, com o crucificado voltado para o celebrante. Mas, na medida do possível, que seja evitada uma segunda cruz. Uma outra cruz voltada para o povo não está correto segundo o missal.

    Rafael V. Brodeck, entendo a intenção da solenização, mas prefiro (eu) que fiquem ao lado do altar, e não em "posição de concelebrantes", para evitar uma eventual confusão de papéis. Segundo nos explicou Ramon logo acima, havia um librífero, um com o microfone e dois cerimoniários. Para mim, apenas o librífero e um cerimoniário poderiam desempenhar estas funções. (Ressalto que é opinião particular, não norma.)
    Já os ceroferários, confesso minha ignorância nesta parte de nossa tão rica tradição (e muito menos do CB). Assim sendo, que se mantenha onde for costume.


    Mais uma vez, que meu "pitaco" seja o melhor aproveitado possível, e parabéns pela bela iniciativa. E tirem o solidéu do padre!

    Saudações, Rafael.

    ResponderExcluir
  7. Rafael_Vitola_Brodbeck12 de julho de 2010 19:23

    Vejamos... A IGMR diz: "122. (...) A cruz, ornada com a imagem do Cristo crucificado trazida eventualmente na procissão, pode ser colocada junto ao altar, de modo que se torna a cruz do altar, que deve ser uma só; caso contrário, ela será guardada em lugar adequado."

    A cruz DO ALTAR deve ser uma só. Mas não se fala qual o lugar adequado para guardar a cruz processional. Se ela for usada, ao mesmo tempo, como cruz do altar e cruz processional, é evidente que, após a procissão, fique no altar ou junto dele. Mas se a cruz processional for diversa da cruz do altar, aquela, após a procissão, vai ao lugar adequado. Ora, o lugar adequado pode ser no presbitério.

    Quanto ao solidéu... Bem, pode-se usar solidéu na Missa, sim. Inclusive o padre. Havia, na tradição anterior, uma norma que pedia um indulto para esse uso pelo presbítero na Missa, mas os canonistas discutem se hoje há liberdade ou se ainda é preciso indulto.

    ResponderExcluir
  8. Vejamos... A IGMR diz: "122. (...) A cruz, ornada com a imagem do Cristo crucificado trazida eventualmente na procissão, pode ser colocada junto ao altar, de modo que se torna a cruz do altar, que deve ser uma só; caso contrário, ela será guardada em lugar adequado."
    Novamente: "(...)será guardada em lugar adequado."
    Ora, não diz ali "vai ao lugar adequado" e sim "será guardada". "Guardar" para mim parece bem diferente de "expor".

    O solidéu... Bem, em direito canônico é assim: se não se diz expressamente o contrário, o válido é o presente em leis/normas anteriores. Se a tradição antiga diz que era necessário indulto, e não foi dito o contrário, é necessário o indulto, ponto. A não ser que o Rvmo. Pe. Leonardo Holtz tenho o devido indulto, não deve usá-lo em suas funções litúrgicas, mas somente fora destas.
    A não ser que escrevamos à Congregação para o Culto Divino e ela responda favoravelmente à liberdado de seu uso. O que dizem os canonistas não serve absolutamente como normativa.

    ResponderExcluir
  9. Rafael_Vitola_Brodbeck12 de julho de 2010 20:07

    Meu caro xará, eu conheço suficientemente o Direito Canônico, tendo prestado serviços a Dioceses, inclusive a Dom Antonio Carlos Rossi Keller, e associações de fiéis. Não precisas me ensinar.

    O fato é que os canonistas discutem. Não disse a que posição me filio, e sim reportei a discussão.

    Ponto.

    ResponderExcluir
  10. Difícil encontrar aqui no Rio nos tempos em que vivemos uma paróquia assim!
    Parabéns pelo belo trabalho realizado!
    Flávio Medeiros

    ResponderExcluir
  11. Bom dia, caríssimos irmãos pelo sacramento do Batismo!
    Eu, Pe Carlos Alberto, pároco da Paróquia de Cristo Ressuscitado (do Vicariato Oeste, Bangu), sinto-me honrado, por mais uma vez, a nossa Paróquia, tão humilde, estar sendo prestigiada por este sítio que tem um grande zelo pelos Sagrados Mistérios, principalmente o da Eucaristia!
    Tenho me esforçado, e muito, para ter uma Liturgia conforme ensina a Santa Madre Igreja Católica, no entanto, a perfeição somente a teremos, se, entrarmos no Céu.
    Lutei muito para que a Liturgia de minha Paróquia chegasse ao nível que está, pois infelizmente, sabemos que muitos sacerdotes não se importam com este fato. Estou, como pároco, há seis anos, e é muito complicado chegarmos mudando "da noite para o dia" toda a liturgia que foi "cristalizada" durante treze anos, pelo antecessor. Todos os dias eu escuto como um refrão: "Somente o senhor celebra assim, todos os outros (vizinhos) fazem diferente", ou, "ele celebra do gosto dele".
    Não estou reclamando, longe de mim, como ensina as Sagradas Escrituras "o zelo pela casa do Senhor me consome". Por exemplo, se hoje tenho três toalhas no Altar do Sacrifício do Senhor, usar casula (durante a semana, e no Domingo! O que é um absurdo maior ainda), arranjo beneditino, celebrar a missa em Latim "versus populum" e "versus Deum", foi porque tive que dar aulas de Liturgia na paróquia, pois ninguém entendia o motivo e achavam que era meu gosto. Enfim, para tudo, antes de mudar, tive que dar aulas de liturgia. (Tirei xerox da IGMR e estudava, e ainda estudo, com os paroquianos), de maneira que sei de cor e salteado (rsrs) tal instrução. Também comprei um Cerimonial dos Bispos e o estudo com meus cerimoniários (e coroinhas) e principalmente com meu Mestre de Cerimônias Ramon Ornellas, inclusive com este também estudei outros documentos da Santa Madre Igreja (Catecismo da Ig. Católica, Compêndio do Conc. Vat. II, Liturgia das Horas, IGLH (para quem não conhece esta sigla: Instrução Geral da Liturgia das Horas - rsrs), entre outros).
    Agradeço aos responsáveis deste sítio o carinho e a atenção a mim dispensada, que devo, não pelo meu orgulho, mas pelo amor à Santa Igreja de Cristo. Deus abençoe a todos.
    Fraternalmente,
    Pe Carlos Alberto (Cônego 'in pectore' de Frederico Westphalen, dito para mim pelo próprio Bispo D. Antonio C. R. Keller, como brincadeira, é claro, rsrsrsrs.)

    ResponderExcluir
  12. Felipe Figueira MG14 de julho de 2010 14:19

    É Padre... imagino que seja de fatomuito trabalhoso... mas gratificante!
    Parabéns!

    Felipe Figueira

    ResponderExcluir
  13. Adriana Guimarães14 de julho de 2010 21:38

    Belíssima litúrgia, como coroinha sei muito bem como o Padre lutou para ter uma litúrgia bem celebrada na Paróquia.
    Está de parabéns!

    ResponderExcluir
  14. Eduardo Gonçalves15 de julho de 2010 22:56

    Reparem os Ministros EXTRAORDINÁRIOS da Comunhão Eucarística onde estão!
    Muito Bem Padre, o senhor está de Parabéns!
    Eduardo Gonçalves

    ResponderExcluir
  15. Pe. Carlos Augusto - Belém-PA17 de julho de 2010 18:11

    Caríssimos,

    Deixo aqui meu mais afetuoso abraço aos meus irmãos no sacerdócio, Pe. Carlos Alberto e Pe. Leonardo Holtz, os dois têm se destacado na Arquidiocese de S. Sebastião do Rio de janeiro por seu zelo litúrgico e amor a Sta. Mãe Igreja.
    É claro, que sempre surgirão motivos para criticarem as cerimônias que são postadas neste blog, alguns parecem que vivem detecando os minimos detalhes para poder dar o seu "pitaco", mas de fato, conhecendo o histórico dessa comunidade paroquial, só o fato de ter essa missa sendo celebrada com casula e incenso, já é uma grande vitória.
    Quanto ao uso do solidéu, não tenho conhecimento de nenhuma proibição explícita ao seu uso litúrgico. Caso tenham a fonte por favor compartilhem. de fato, o solidéu do presbítero caiu em desuso, que é diferente de ter o seu uso proibido. Caso eu esteja equivocado peço que publiquem a resolução contrária, para não cairmos no perigoso "disse me disse".
    Deus abençoe a todos!
    Pe. Carlos Augusto - Belém-PA

    ResponderExcluir
  16. Boa tarde! Estou procurando por paróquias para o meu casamento, que possuam salão de festas ou algum espaço para recepção dos convidados após a cerimonia.

    ResponderExcluir

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...