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terça-feira, 26 de abril de 2011

O costume antigo no Domingo de Ramos

Diretamente do Zelus, um pequeno detalhe da Reforma da Reforma na celebração do Domingo de Ramos no Vaticano, por Erick Marçal:

Não suportei esperar muito tempo para compartilhar a surpresa que tive. Não que a liturgia oficiada no Vaticano não nos cause surpresa, devido à "reforma da reforma" promovida pelo movimento litúrgico iniciado por Bento XVI e que tem restaurado aquele mistério tão necessário à nossa alma para o maior aprofundamento do que é celebrado. Não. Só que, procurando fotos dos ritos presididos pelo Papa na Semana Santa, deparo-me que um costume, que embora antigo e agora somado aos tantos que estão sendo - repito - restaurados, me causou surpresa. Digo isso, por que ela se deu em um detalhe que foi feito rapidamente, mas que mostra a atenção dos cerimoniários pontifícios aos gestos da antiga forma da Santa Missa, vulgarmente chamada "missa tridentina".

É que as rubricas antigas prescrevem, ao que vai entregar algum objeto ao Celebrante, um ósculo. Na entrega, oscula o objeto e depois a mão do Celebrante. Quando o mesmo objeto é devolvido, o ministro beija primeiramente a mão do Celebrante e depois o objeto. Isso aconteceu quando o Santo Padre aspergiu de modo simbólico todos os ramos, na Praça de São Pedro, precedendo a procissão até o sagrado da Basílica Vaticana. O cerimoniário pontifício que vemos na foto, o Rev.do Mons. Stefano Sanchirico, osculou a mão do Santo Padre antes de receber deste o aspersório. Vejam:







Que grande significado na simplicidade de tal gesto!
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