Manchetes

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Convite: Forma Extraordinária em Florianópolis

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Neste domingo, 2 de outubro às 9h30 da manhã, na Igreja de Nossa Senhora das Necessidades, em Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis. Em conformidade com o Motu Proprio Summorum Pontificum do Papa Bento XVI.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Mais uma reunião da Cetel e até agora nada!

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Do sempre excelente Oblatvs:
 O site da CNBB informa que os responsáveis pela tradução da terceira edição típica do Missal Romano estiveram reunidos em Brasília.

"A Comissão Episcopal para a Tradução dos Textos Litúrgicos (Cetel) se reuniu em Brasília (DF), na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), para dar continuidade às revisões da tradução do Missal Romano e de outros textos litúrgicos. Esta é a segunda reunião do ano e a primeira reunião da nova composição da Cetel, após a sua escolha, em maio, em Aparecida (SP), na 49ª Assembleia Geral da CNBB. (...) Desde 2005 a equipe da Cetel vem fazendo o trabalho de tradução e revisão da terceira edição do Missal Romano. Por ano são três reuniões."

Há seis anos - e com grande atraso - tal comissão começou a fazer um importantíssimo trabalho de rever as péssimas traduções clementinas que vigoram entre nós. A terceira edição típica não oferece grandes novidades em relação às edições anteriores, ou seja, não fizeram significativos acréscimos ou mudanças  no pobre Missal de Paulo VI, mas um novo missal em língua vulgar poderá acrescentar muito, sobretudo para os padres.

Costumo dar como exemplo as palavrinhas "sanctas ac venerabilis" do Cânon Romano. Elas estavam lá antes de "mudarem" a Missa; permaneceram no Missal de Paulo VI e são repetidas ininterruptamente há centenas de anos pelos sacerdotes ao se referirem às mãos de Nosso Senhor no sagrado momento da consagração. Desde que rezem em latim, como eu fiz ontem! Porque no Brasil Dom Clemente Isnard e Cia. decidiram amputar as mãos divinas.

Alguns alegam que se trata de um preciosismo tolo, que o mais importante é a participação do povo e que, afinal, o Cânon quase não é usado. Mas ninguém responde em que três palavrinhas incomodam tanto e a quem, para que tenham sido sumariamente eliminadas do Missal em português. E como elas, tantas outras que sobreviveram no Missal em latim, não foram poupadas nestas bandas.

Eu imagino que só veremos a tradução acabada quando a Santa Sé ameaçar o mundo com uma quarta edição do Missal Romano - revista, ampliada e corrigida. Se isto acontecesse, a Cetel se apressaria em trazer à luz a atualíssima de 2001 (sic!), antes que os curialistas resolvessem enriquecer o Missal ou eliminar seus excessos.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

O sagrado contraste

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A liturgia no pós-concílio, por conta da própria reforma ou por hábitos adquiridos, perdeu em diferentes níveis contrastes presentes em seus ritos. Essas grandes diferenças ou mudanças na liturgia nos fazem compreender as diferenças e "distâncias" entre as coisas celestes. A seguir, discutimos alguns deles:

Vigilia Pascal
Na vigília pascal celebrada segundo a forma extraordinária do rito romano, temos uma interessante troca de paramentos roxos por paramentos brancos. Há muitos que vêm nesse gesto uma duplicidade de cores que "desconfigura" o caráter pascal dessa vigília. Se concordassemos com tal afirmação e com a mudança no missal que prevê o uso da cor festiva desde o início, teríamos que também que aprovar uma mudança nos evangelhos para dizer que as mulheres foram visitar o túmulo Jesus na manhã de domingo já felizes!

Essa mudança brusca de cor, mostra-nos a grande mudança que o júbilo pascal representa em relação à tristeza em que se encontravam os discípulos depois da sexta-feira na Paixão de Nosso Senhor.
Missa Pontifical
Nas mudanças da liturgia podemos observar dois grandes contrastes que se referem à liturgia episcopal. O primeiro é entre duas formas de liturgia episcopal: a missa pontifical propriamente dita ou pontifical ao trono e a missa pontificaleta ou pontifical ao faldistório. A primeira forma é a missa reversava à igreja catedral e se realiza da cátedra, possui alguns diferenciais no rito entre eles, que o bispo se senta do lado direito do presbitério, que possui seis acólitos-assistentes e que estes usam pluvial. A segunda é mais simples, o bispo senta-se num faldistório à esquerda do altar e é servido por apenas quatro acólitos-assistentes.

O segundo contraste é entre essa forma de missa e a missa presidida pelos presbíteros. A missa dos presbíteros, mesmo as solenes, eram rezadas completamente do altar; não possuem ordinariamente presbítero assistente; usa no máximo seis velas. Essas diferenças são pequenas e nem todas sumamente benéficas, por exemplo, a separação entre liturgia da palavra e liturgia eucarísica é muito apropriada também para a liturgia presbiteral. No entanto, o somatório de todas elas é fundamental para diferenciar essas duas formas de missa, tendo como objetivo final apresentar o bispo como Sumo-Sacerdote de seu povo, distinto dos presbíteros.
Patena
A nível diário, podemos citar o uso, na forma extraordinária do rito romano, de retirar a patena de baixo da hóstia no momento do ofertório e recolocá-la apenas próximo do momento da comunhão.

O contraste encontra-se no fato de a espécie do vinho manter-se no cálice, mais sagrado e geralmente mais precioso vaso litúrgico. Assim, enquanto a hóstia é "derramada" em um quadrante periférico do corporal, o precisíssimo sague mantém-se magestodo no cálice ocupando o centro do corporal: paixão e epifania sobre o mesmo altar.
Sacralidade
Muito se fala do retorno da sacralidade na liturgia, mas o que é a sacralidade se não um contraste? Não um contraste entre mais alegre e mais triste, mais enfeitado e mais modesto ou mais episcopal e mais presbiteral, mas entre dois termos absolutos o sagrado e o profano. É essa diferenciação das coisas de uso diário que nos faz enxergar o sagrado como sagrado.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Ordenação presbiteral: Pe. Francisco Fernandes - Arquidiocese de Natal (RN)

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Ordenação sacerdotal do Diác. Francisco Fernandes, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Apresentação (catedral antiga), na cidade de Natal, Rio Grande do Norte, ocorrida em 19 de agosto de 2011.

O Pe. Francisco estudou teologia no Pontifício Colégio Internacional Maria Mater Ecclesiae dos Legionários de Cristo.



























segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Quando acender o círio pascal?

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O Círio Pascal é um símbolo tão claro, tão simples, tão auto-explicativo. E, apesar disso, inventam no Brasil mil e uma formas de usá-lo de maneira errada, mudar seu simbolismo, colocá-lo como vela do altar, etc.



Assim, venho mais uma vez (é a última, dae agente muda de tópico!), numa breve postagem esclarecer alguns detalhes do uso do círio. Primeiramente, não custa lembrar que o círio é PASCAL. Seu uso se resume ao tempo pascal e poucas circunstâncias fora deste, todas elas relacionadas diretamente com o mistério pascal (morte e ressurreição).

Tendo esclarescido que o círio não foi feito pra ser usado como vela-solteira do altar ou ficar o ano todo ao lado do ambão, resta-nos dizer em que celebrações acender o círio. O Cerimonial dos bispos nos diz que, dentro do tempo pascal, "o círio pascal acende-se em todas as celebrações litúrgicas mais solenes deste tempo, tanto à Missa como em Laudes e Vésperas".

Isso deve tirar de nossas comunidades o estranho hábito de acender o círio nas celebrações da Palavra com a distribuição da comunhão eucarística. Ou o costume mais esdrúxulo ainda de abençoar vários círios pascais e distribuí-los pelas CEB's, tendo em vista a celebração a-sacerdotal. Antes que se possa levar qualquer voz defendendo esse costume vale a pena lembrar que isso é total e completamente contra o movimento litúrgico atual. Vejamos:

Pediu-se, alguns séculos atrás que não houvesse na mesma igreja mais de um sacrário; para indicar que Cristo é um e não se divide. Uma das propostas da reforma litúrgica foi a de retirar as duplicações nas fórmulas: que padre e povo rezem juntos a mesma oração e que não se repita em momentos distintos dentro da mesma celebração um mesmo rito, como o confietor.

Ora, se todos esses costumes de uso extremamente antigo e, alguns deles, piedosamente úteis são passíveis de mudança em vista do bem da unicidade de rito, por que haveríamos de multiplicar o círio que foi pelos séculos símbolo do filho único de Deus e primaz na ressurreição da carne.

Parece que é algo que vai na contra-mão da renovação litúrgica e que também não se situa na tradição do Rito Romano. Ou seja, não encontra apoio em nada, a começar pela necessidade.

E pra vermos como isso tudo o que dissemos aqui está mais que de acordo com a vontade da Sé Apostólica, a carta sobre as celebrações pascais de 1988:


"Prepare-se o círio pascal que, no respeito da veracidade do sinal, “deve ser de cera, novo cada ano, único, relativamente grande, nunca artificial, para poder recordar que Cristo é a luz do mundo."


Referências Bibliográficas:

  • Cerimonial dos Bispos, 1984: n.372
  • CARTA CIRCULAR "PASCHALIS SOLLEMNITATIS", 1988: n.82.

domingo, 25 de setembro de 2011

Dom Rifan celebra Solene Pontifical em Niterói

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Dia 23 de setembro de 2011, sexta-feira, foi celebrada na Paróquia de São Judas Tadeu, em Icaraí, Niterói, um Solene Pontifical que marcou profundamente os fiéis no início da Semana Litúrgica da Paróquia. Fiéis que jamais participaram de uma Missa Tridentina, ou como alguns que não haviam visto um Pontifical, testemunharam a grande oportunidade de poderem estar em oração profunda durante Tão Sublime Sacrifício do Altar. Vejam algumas fotos abaixo:











Mais fotos AQUI.

sábado, 24 de setembro de 2011

Forma extraordinária com a Arca de Maria, na Festa da Natividade de Nossa Senhora, em Anápolis, GO

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Recebemos da Arca de Maria a seguinte mensagem:
Salve Maria!
Rafael, estou lhe enviando as fotos da Santa Missa da Natividade de Nossa Senhora (na forma extraordinária do Rito Romano), a mesma foi celebrada pelo Pe. Roberto César, na casa Nossa Senhora Mãe dos Pobres em Anápolis-GO, casa masculina de acolhimento. Após a Santa Missa, um dos nossos acolhidos fez a Total consagração à Nossa Senhora. Gostaria que o senhor divulgasse em vosso site.
Com orações,
Ir. Pio do Santíssimo Mistério do Calvário. (Fraternidade Arca de Maria)
"Quotidie morior."
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