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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Fotos da Romaria ao Santuário Nacional de Aparecida

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Como foi publicado AQUI, um grupo de leigos ligados à Forma Extraordinária, da Diocese de São José dos Campos, SP, peregrinou até o Santuário Nacional de Aparecida, SP. A santa Missa, conforme o anunciado, foi celebrada na Catedral de Santo Antônio, em Guaratinguetá, pelo Rev. Pe. José Henrique do Carmo, sob a assistência do Rev. Pe. Jeferson (Diocese de Santo André). Após a Santa Missa, cerca de 30 pessoas seguiram em peregrinação até o Santuário Nacional de Aparecida; a caminhada foi de 6km, com duração de mais ou menos 2 horas. Os que não puderam participar da caminhada, seguiram de carro para o Santuário onde aguardaram nossa chegada para rezar diante da Imagem de Nossa Senhora.

A seguir, algumas fotos, enviadas pelo leitor Adriano Nascimento, a quem agradecemos.






















sábado, 24 de novembro de 2012

Quando montar a Árvore de Natal e o Presépio?

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"Após as I Vésperas do I Domingo do Advento é a hora de montar a árvore de Natal, colocar a guirlanda na porta, armar o presépio, e mudar o capacho da frente de casa por um tapete com decoração natalina." (Rafael Vitola Brodbeck).

A árvore não deve ser montada toda de uma vez: o ideal é acrescentar enfeites e adereços aos poucos, durante as quatro semanas do Advento, que é, para nós católicos, tempo de preparação. 

“Durante o Natal, no Hemisfério Norte, todas as árvores perdem as folhas, com exceção do pinheiro. Por isso, a árvore se tornou símbolo da vida, celebrada no Natal com o nascimento do menino Jesus.” 

A preparação da árvore deve ser intensificada durante a última semana que antecede o Natal. “Até 16 de dezembro, tudo ainda é muito sóbrio, mesmo nas leituras feitas nas Missas do advento. É só a partir do dia 17 de dezembro que a Bíblia começa a falar do nascimento de Jesus, e se inicia um momento de maior expectativa. Esse é o momento, portanto, de intensificar a decoração da árvore.” 

A montagem do presépio, também tradicional em tempos de Natal, deve seguir a mesma linha da preparação da árvore de natal. “Aos poucos, pode-se começar a montar a gruta, colocar os animais e os pastores, mas a Virgem Maria, São José e o menino Jesus devem fazer parte do presépio apenas mais próximo da noite do Natal.” 

O presépio, enquanto “encenação”, foi uma invenção de São Francisco de Assis para lembrar a simplicidade e as dificuldades enfrentadas pela Virgem Maria e São José no nascimento de Jesus. A orientação para quem pretende seguir a tradição católica é não sofisticar os presépios com luzes e enfeites. 

“Costumamos dizer sempre também que é muito importante envolver as crianças na montagem dos presépios, e o ideal seria que eles fossem feitos nas próprias casas, pelas crianças, para que eles percebam o real sentido do natal.” 

Hora de desmontar 

Tradicionalmente, o dia de desmontar a árvore de Natal, o presépio e toda a decoração natalina é 6 de janeiro, o Dia de Reis. “É nesse dia que três magos, pessoas sábias, encontram o menino Jesus e ele é então revelado a todas as nações.” 

Advento 

Um dos grandes símbolos do Natal para a Igreja é a coroa do Advento. Formada com ramos verdes e em formato de círculo, a coroa simboliza a unidade e a perfeição, sem começo e sem fim. “A coroa representa o nascimento do rei. Em cada um dos quatro Domingos do Advento uma vela é acesa. Com a proximidade do nascimento de Jesus, a luz se torna mais intensa, e é o Natal enquanto festa da luz que celebramos.”


Fonte: Pe. Carlos Gustavo Haas (Com adaptações).


sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Santa Missa pela Nova Evangelização

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Já está disponível no site do Ano da Fé a tradução portuguesa do formulário da Santa Missa Pro Nova Evangelizatione, aprovado pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos em 18 de junho deste ano, "com o desejo que seja celebrada durante este especial Ano da Fé".

Infelizmente a tradução aprovada demorou um pouco para ser publicada e não estava disponível no site quando da abertura do Ano da Fé.

Trazemos aqui os formulários desta missa em latim e em português. As indicações das leituras foram retiradas da edição típica latina.



Leituras

Primeira Leitura: Eclo 34,9-20 ou Eclo 42,17-24 (Durante o Tempo Pascal: At 10,34a.36-43 ou Hb 10,19-25)
Salmo Responsorial: Sl 21(22), 26-27a. 28ab. 30c. 31-32
Segunda Leitura: Ef 4,23-32 ou Col 3,12-17
Aclamação ao Evangelho: Cf. At 5,42
Evangelho: Lc 4,14-22a


Latim (PDF)

Ant. ad introitum
(Cf. Ps 104, 3-4. 5)
Laudámini in nómine sancto eius,
lætétur cor quæréntium Dóminum.
Quǽrite Dóminum et poténtiam eius,
mementóte mirabílium eius, quæ fecit.

Collecta
Deus, qui, virtúte Spíritus Sancti,
Verbum tuum paupéribus evangelizáre misísti,
fac nos, óculis in eum inténtis,
in caritáte non ficta semper vívere,
eius Evangélii præcónes ac testes
in univérso mundo efféctos.
Per Dóminum

Super oblata
Propítius, quǽsumus, Dómine, hæc dona sanctífica
et obséquium humilitátis nostræ benígnus inténde
ut córpora nostra hóstia vivens, sancta, tibi placens fiant
et non ratióne véteris hóminis sed secúndum Spíritum tuum
in novitáte vitæ nos fácias servíre.
Per Christum.

Ant. ad communionem
(Cf. Lc 4, 18-19)
Spíritus Dómini super me,
propter quod unxit me evangelizáre,
prædicáre annum Dómini accéptum,
et diem redemptiónis.

Post communionem
Fílii tui Córporis et Sánguinis prætiósi
alimónia mente renovátis,
da nobis, quǽsumus, Dómine,
cor áliud et spíritum novum
ut in novitáte vitæ perseveránter ambulémus.
Per Christum.



Português (PDF)

Antífona de entrada
(cf. Salmo 104, 3-4.5)
Gloriai-vos no seu nome santo,
exulte o coração dos que procuram o Senhor.
Buscai o Senhor e o seu poder,
recordai as maravilhas que Ele fez.

Oração coleta
Ó Deus, que pela força do Espírito Santo
enviastes o teu Verbo
para que, com júbilo, evangelizasse os pobres,
concedei-nos que, fixando o Seu rosto,
vivamos sempre em sincera caridade,
anunciando e testemunhando o seu Evangelho por todo o mundo.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

Oração sobre as ofertas
Santificai, Senhor, estes dons da vossa bondade,
e acolhei benignamente a nossa humilde oferta
para que sejamos para Vós um sacrifício vivo, santo e agradável,
e possamos servir-vos não segundo o homem velho
mas segunda a vida nova do Teu Espírito.
Por Nosso Senhor.

Antífona da comunhão
(cf. Lc 4, 18-19)
O Espírito do Senhor está sobre mim,
porque Ele me ungiu para evangelizar,
para anunciar o ano da graça do Senhor
e o dia da Redenção.

Oração depois da comunhão
Saciados pelo alimento espiritual
do Corpo e do precioso Sangue do Vosso filho,
concedei-nos, Senhor, um coração e um espírito novo
para que fielmente caminhemos na vida nova.
Por Nosso Senhor.


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Peregrinação ao Santuário de Aparecida

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Está sendo organizada uma peregrinação ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, por um grupo de leigos ligados à Forma Extraordinária da Diocese de São José dos Campos, SP. Este é o quarto ano que se realiza esta peregrinação, porém, é a primeira vez que ela é aberta a todos, conforme o convite abaixo.




terça-feira, 20 de novembro de 2012

Belém, PA: primeira Missa tridentina do Pe. Thomas Maria, SJS

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Recebemos da atenta leitora Flávia Alfinito a informação de que um sacerdote dos Servos de Jesus Salvador, instituto de vida consagrada nascido no seio e com o carisma da Renovação Carismática Católica, celebrou pela primeira vez uma Missa na forma extraordinária. O Santo Sacrifício segundo o usus antiquor foi oferecido pelo Pe. Thomas Maria, SJS, na Igreja Nossa Senhora do Rosário, em Belém do Pará, no último dia 11 de novembro.

Abaixo, fotos:














segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Teixeira, PB: Pe. José Nildo Lopes usa preto em finados no cemitério munipal

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Recebemos a notícia do leitor Júnior Rodrigues.

No dia da Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos, na paróquia de Santa Maria Madalena em Teixeira, PB, pertencente à Diocese de Patos, o Rev. Pe. José Nildo Lopes, presidiu a Santa Missa que foi celebrada no cemitério municipal, na ocasião utilizou casula romana de cor preta.







domingo, 18 de novembro de 2012

Latim serve para alguma coisa?

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Capa de livro em latim. O que será que está escrito?

O recente estabelecimento de uma academia pontifícia para estudos da língua latina, pelo Santo Padre o papa Bento XVI, é um momento que sinto oportuno para expressar algumas pensamentos que me ocorrem sobre o latim, em texto que venho adiando há bastante tempo.

Este texto é para todos os leitores e interessados, mas de modo especial, acredito, se destina àqueles que são contra o latim na Igreja.

Ainda assim, não é apenas sobre o latim na Igreja que quero falar.

Sempre que se fala no latim, seja no Salvem a Liturgia ou em outros sites e fóruns, um argumento comum dos opositores é: "se a Igreja quer voltar tanto, o certo era fazer a Missa em aramaico, que era a língua de Jesus."

E aqui devo lembrar aos amigos que não é questão de voltar a origem nenhuma. Usamos latim não porque ele é antigo; não temos preferência automática pelo mais antigo, o que nos faria preferir latim ao português, aramaico ao latim, hebraico ao aramaico etc. A Igreja começou a usar o latim na época em que era língua de ampla difusão, e realmente era falado; e simplesmente o manteve. Com o tempo, o latim passou a ser o idioma da Igreja. No começo, não era. Passou a ser. O latim deixou de ser falado como tal, transformou-se nas suas derivadas (português, castelhano, italiano, francês e outras), mas continuou sendo usado como língua litúrgica, de ciência e de cultura. Se isso é uma língua morta, existem idiomas falados ainda mais mortos que o latim!

A Igreja não usa latim por motivos mágicos. Outros ritos (que não o Romano) usam outras línguas; e são línguas litúrgicas. Inclusive o próprio aramaico, que os opositores do latim sugerem, freqüentemente com ironia. Usa-se o grego; usa-se o eslavônico eclesiástico, idioma que não se usa no dia-a-dia, tampouco.

A sugestão do aramaico por ter sido "a língua que Jesus falava" implicaria na ideia de estudar francês para poder rezar para Santa Teresinha. Não é obrigatório, embora a ideia tenha sua beleza, mas ainda assim é uma beleza excêntrica.

Precisamente por não ser falado, as palavras do latim conservam seu significado, e isto ajuda no estudo e na transmissão da Fé. Não há problema em que o fiel humilde e de pouco estudo não saiba latim, ele vai aprender o catecismo em português; mas os teólogos usam o latim. Os documentos escritos pelo papa, em sua forma original, se escrevem em latim; os ritos litúrgicos, em sua forma original, estão também nesse idioma, a partir do qual, se a Igreja considera oportuno, se preparam as versões nas diversas línguas.

Repito: as palavras do latim conservam seu significado, exatamente porque o latim não é falado. O leitor tenha a bondade de examinar o português. Que significado conhece para a palavra "galera"? Uma consulta ao dicionário vai revelar que a maioria de nós a conhece como gíria para "grupo de pessoas", embora originalmente seja o nome de uma embarcação. Que o leitor nos diz da palavra "legal", adjetivo que, nomeando aquilo que está dentro da lei, se tornou no Brasil gíria para "bom" ou coisa do tipo? E as palavras que têm significados diversos em regiões diversas?

Por isso mesmo, ainda que a Liturgia seja celebrada em português, repare o leitor que não é qualquer português. O português litúrgico faz uso de muitas palavras não utilizadas no dia-a-dia, recorre a formas gramaticais que ignoramos na vida diária, desenterra recursos de expressão que o povo falante não conhece mais. E assim deve ser: a língua da Liturgia precisa ser diferente da língua da vida cotidiana; ainda que seja o próprio português, precisa existir um grau de diferença, para permitir que nós, fiéis, sintamos com mais facilidade que não estamos diante de algo banal.

Claro, existem também aqueles que defendem a simplificação também desse português litúrgico. É preciso ter cuidado: primeiro ignoramos o latim; depois queremos simplificar o português; logo se vai querer abolir a Liturgia organizada, tentando substituí-la por uma espécie de programa de auditório espontâneo, o que já acontece parcialmente, em alguns lugares, na Oração da Assembleia. Existem também edições da Bíblia Sagrada que se gabam de ter linguagem "popular" e "acessível"; além de atrapalhar a educação dos fiéis (tanto religiosa quanto lingüística), aproveitam ainda para transmitir ideias marxistas por meio de notas inseridas na edição.

Pode-se não gostar do latim; mas quem trabalha para combatê-lo está realmente em péssima companhia.

Fora da Igreja o latim traz ainda grandes benefícios para quem o estuda. Ajuda no desenvolvimento da lógica e no aprendizado de outros idiomas e também do próprio português.

Ouvi, diversas vezes, de pessoas mais velhas, que "antigamente" se estudava latim na escola, e que isso é horrível e inútil. A extinção do estudo do latim nas escolas veio numa época em que o importante era aprender matérias técnicas úteis para o trabalho na indústria, no comércio; saber latim não dá oportunidades de emprego nem facilita a vida do jovem interiorano na cidade, nem traz promoções na vida do jovem da capital. Mesma coisa para a música, para a educação cívica, para outros idiomas estrangeiros. Só se admite o inglês, e, mesmo assim, seu ensino nas escolas é extremamente fraco. Parece popular a ideia de se aprender música na escola, mas não nos esqueçamos: o pensamento que tirou a música tirou também o latim. O desprestígio veio para todas as disciplinas "humanas", e a culpa não é das "exatas", que acabam também sofrendo por conseqüência.

Aos amigos que sempre nos alertam para o fato de que "o que importa é o coração", manifesto minha concordância: tanto vale o coração que nada digo, aqui, sobre ele, já que apenas Deus conhece o que se passa nos corações. Tudo o que eu, como todos nós, podemos comentar, são as particularidades do culto público que prestamos ao Senhor. Este culto necessita da organização e da moderação da autoridade da Igreja; e desde o início do Cristianismo vemos esse culto ser auxiliado e enriquecido pela utilização de uma língua litúrgica. Não me importa se isto que afirmei está do meu gosto ou não; é assim que ocorre há dois mil anos, e o leitor poderá verificar isto por si mesmo, sem acreditar na minha palavra.

O opositor do latim ainda quererá se apoiar no Concílio Vaticano II, cujos documentos não lhe fornecem nenhuma ajuda nesse sentido. Esse Concílio, como todos os outros, não pode ser evocado como uma nebulosa figura que supostamente justifica o que está dizendo o dono da palavra no momento; ele produziu documentos, e nenhum deles dá qualquer apoio ao desprestígio do latim.

Eu gostaria de resumir esse falatório todo em cinco pontos simples:

1) O latim foi adotado pela Igreja no início e ela o conservou. Seu uso não se deve simplesmente à sua "antigüidade".

2) A língua litúrgica precisa ser diferente. Se não é latim, é um português mais solene (nos países de língua portuguesa, claro).

3) Usar na Liturgia a mesma língua do dia-a-dia a transforma num ato que não tem nada de diferente ou especial.

4) Fazemos bem se estudamos, ao menos, o latim das orações e da Liturgia, dentro das nossas possibilidades e recursos.

5) Fazemos bem se estudamos o nosso próprio idioma, de modo a compreendê-lo em sua forma solene usada na Liturgia; beneficiamo-nos ainda, ao fazê-lo, por podermos entender melhor escritos religiosos (a Escritura, os Padres etc.).

*

O leitor, seja entusiasta ou opositor do latim, terá comigo a caridade de se lembrar de que esta pequena lista, no final do meu texto, não é uma tentativa minha de ditar mandamentos. E que quando digo que "fazemos bem", não estou dizendo que o leitor é do mal se considerar que não deve fazer tais coisas. O texto todo, embora se baseie nos fatos que podemos observar na Igreja, é uma reflexão minha que tenho o dever de compartilhar com aqueles que consideram o latim um assunto relevante.


sábado, 17 de novembro de 2012

Liturgia ucraniana no Concílio Vaticano II

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Neste ano da Fé comemoramos 50 anos de início do Concílio Vaticano II. Acima, vemos uma fotografia de 1962 retratando uma celebração eucarística no rito ucraíno-católico (Divina Liturgia de São João Crisóstomo) assistida pelo Papa sentado em uma Cátedra, tal como os bispos assistiem as Missas coram pontifice na forma extraordinária do Rito Romano. A Basílica de São Pedro, que mescla os estilos renascentista, maneirista e barroco (com alguma decoração neoclássica) possui uma disposição diferente das igrejas com inspiração arquitetônica de tradição bizantina e eslava. Por isso, para a celebração da Liturgia ucraniana dispôs-se um altar móvel em frente à Confessio (túmulo do Apóstolo São Pedro, situada logo após as escadas que levam à parte inferior do altar-mor) e dois ícones, um do Cristo Pantokrator e outro da Virgem Theotokos, para improvisar uma iconostasis. É uma imagem que sublinha a unidade da Igreja na mesma fé, que se manifesta na diversidade de seus ritos e costumes, por ser a Igreja Católica, isto é, universal. Católicos de todas as partes do mundo, reunidos em torno do Papa, Vigário de Cristo, para oferecer a Deus o Santo Sacrifício.



sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Sugestões de livros decentes sobre liturgia

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É uma pena que não tenhamos em português, salvo raríssimas e honrosas exceções, livros decentes sobre liturgia. Por aqui, na Terra de Santa Cruz, o que se nos vende como liturgia são as obras de Ione Buyst, por exemplo, especialista no tema, mas que “ensina” a fazer justamente o contrário do que manda o Papa.

Com base no discurso de Buyst e outros de sua escola, é que temos de conviver com as verdadeiras agressões e os legítimos crimes perpetrados contra o culto ao Senhor.

Podemos sanar esse problema difundindo livros que se caracterizam pela absoluta fidelidade às rubricas, pelo amor às normas litúrgicas, pela devoção à liturgia em si mesmo considerada, e pela visão realista da reforma de Paulo VI, todos condizentes com o pensamento de Bento XVI.

Apresentamos abaixo uma série deles. Clicando no livro, haverá o direcionamento para a loja em que ele pode ser adquirido.

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The History and the Future of the Roman Liturgy

Denis Crouan

Ignatius Press

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The Organic Development of the Liturgy

D. Alcuin Reid, OSB

Ignatius Press

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The Liturgy Betrayed

Denis Crouan

Ignatius Press

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Ceremonies of the Modern Roman Rite, 2nd Edition – RITO MODERNO

D. Peter Elliott

Ignatius Press

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Ceremonies of the Liturgical Year – RITO MODERNO

D. Peter Elliott

Ignatius Press

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Liturgical Question Box – RITO MODERNO

D. Peter Elliott

Ignatius Press

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La reforma de Benedicto XVI

Mons. Nicola Bux

Ciudadela Libros

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The Ceremonies of the Roman Rite Described – RITO TRADICIONAL

Pe. Adrian Fortescue; Côn. J.B. O'Connell; D. Alcuin Reid, OSB

St. Michael's Press

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Compendio di Liturgia Pratica – RITO TRADICIONAL

Pe. Ludovico Trimeloni

Marietti

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Reform of the Reform?

Pe. Thomas Kocik

Ignatius Press

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The Feast of Faith

Joseph Cardeal Ratzinger

Ignatius Press

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Turning Toward the Lord

Pe. Uwe Michael Lang

Ignatius Press

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