<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2823245313993937883</id><updated>2010-02-08T23:58:35.894-02:00</updated><title type='text'>Salvem a Liturgia!</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.salvemaliturgia.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><author><name>Rafael Vitola Brodbeck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13361466095957709610</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>203</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2823245313993937883.post-9032867573160226266</id><published>2010-02-08T15:10:00.001-02:00</published><updated>2010-02-08T15:12:04.469-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Papa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sacerdócio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='modernismo litúrgico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='magistério'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='doutrina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sacerdotes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='heresias litúrgicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teologia da libertação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='liturgia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='leigos'/><title type='text'>Ione Buyst e sua “Doutrina da Confusão dos Sacerdócios”: uma doutrina exótica</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Irmã Ione Buyst, OSB [&lt;i&gt;na foto abaixo, a religiosa sem hábito&lt;/i&gt;], é definida no &lt;a href="http://www.paulinas.org.br/loja/DetalheAutor.aspx?idAutor=7432"&gt;site da Editora Paulinas&lt;/a&gt;&amp;nbsp; como atuante “n&lt;i&gt;a formação litúrgica, tanto no campo acadêmico como no campo pastoral e popular&lt;/i&gt;”, “&lt;i&gt;professora universitária, assessora treinamentos, encontros e cursos de teologia e pastoral litúrgicas a pedido de institutos de teologia, dioceses e regiões pastorais, congregações religiosas, movimentos interclesiais de comunidades de base&lt;/i&gt;”, com “&lt;i&gt;vários livros e artigos publicados, tanto na área acadêmica quanto na pastoral&lt;/i&gt;”, além de ser fundadora de algumas “&lt;i&gt;redes de animação litúrgica&lt;/i&gt;” e criadora de uma tal técnica de formação litúrgica chamada “&lt;i&gt;Laboratório Litúrgico&lt;/i&gt;”. &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img16.imageshack.us/img16/5503/ionebuyst.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://img16.imageshack.us/img16/5503/ionebuyst.jpg" width="246" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo um outro site, o &lt;a href="http://www.liturgiaporamor.com.br/site/laboratorioliturgico.html"&gt;portal “LPA – Liturgia por Amor”&lt;/a&gt; , este tal Laboratório Litúrgico “&lt;i&gt;constitui-se numa técnica que assumia elementos de duas fontes básicas: a pedagogia religiosa de Hélène Lubienska de Lenval e os métodos psicodramáticos de Jacob Levy Moreno. Aos poucos, ao longo do tempo, com o uso da técnica, o Laboratório Litúrgico foi exigindo um trabalho de sistematização que esclarece a influência de cada uma das fontes. Buscou um caminho novo para a aprendizagem na liturgia&lt;/i&gt;”; no mesmo portal diz-se que “&lt;i&gt;foram buscar a inspiração &lt;/i&gt;[para o Laboratório Litúrgico]&lt;i&gt; no teatro, no qual os atores, muito antes de entrarem no palco, exercitam o corpo, a fala, a expressão; incorporam e criam personagens em uma série de exercícios e trabalhos, chamados ‘Laboratórios’. Foi-se aprendendo também, ao longo dos anos, com técnicas corporais e de meditação de várias correntes terapêuticas, filosóficas e espirituais&lt;/i&gt;”. Isto quer dizer precisamente que, na técnica do Laboratório Litúrgico – da qual a Ir. Ione Buyst é uma das criadoras – a liturgia se degenera num espetáculo de teatro, com “&lt;i&gt;métodos psicodramáticos&lt;/i&gt;”, onde a igreja é um “&lt;i&gt;palco&lt;/i&gt;” para “&lt;i&gt;exercitar-se o corpo, a fala e a expressão&lt;/i&gt;”, “&lt;i&gt;incorporar e criar personagens&lt;/i&gt;”. Ou seja, a Liturgia deixa de ser o culto de Deus, Nosso Senhor, para ser um espetáculo teatral meramente humano. Mais que isso, no tal Laboratório Litúrgico, a Liturgia é utilizada para desenvolver-se nas “&lt;i&gt;técnicas corporais e de meditação de várias correntes terapêuticas, filosóficas e espirituais&lt;/i&gt;”; isto é, não se trata mais de um culto de adoração a Deus, de pedido de perdão, de ação de graças e impetração de graças, mas um conjunto de “&lt;i&gt;técnicas de meditação&lt;/i&gt;”, que nem precisam ser necessariamente católicas – apesar de que “a lei da Fé é a lei da oração” – mas podem vir de “&lt;i&gt;diversas correntes terapêuticas, filosóficas e espirituais&lt;/i&gt;” – até pagãs, talvez. Imagine-se o que diria o Profeta Ezequial ao contemplar um Laboratório Litúrgico transformando o culto a Deus numa reunião de auto-ajuda baseado em técnicas de meditação de “&lt;i&gt;várias correntes terapêuticas, filosóficas e espirituais&lt;/i&gt;”? Talvez sua reação fosse a mesma de quando o Senhor lhe revelou a idolatria que obscuramente era praticada pelos chefes dos anciãos no interior de Templo, idolatria que o Senhor chamou de “&lt;i&gt;abominações graves&lt;/i&gt;” e “&lt;i&gt;ritos abomináveis&lt;/i&gt;” (cf. Ezequiel&amp;nbsp; 8,1-18); que diria destas “&lt;i&gt;várias correntes terapêuticas, filosóficas e espirituais&lt;/i&gt;” que são exaltadas na técnica do Laboratório Litúrgico?&lt;br /&gt;Ora, a Ir. Ione Buyst foi uma das criadoras desta técnica estranha e mais propriamente “anti-litúrgica” do que “litúrgica”. Mais a Ir. Ione Buyst cria mais do que exóticas técnicas litúrgicas: cria também exóticas “doutrinas litúrgicas”, distantes do ensinamento da Igreja ao longo destes dois milênios de Magistério e que poderíamos classificar com certeza maior como heresias litúrgicas. Apesar disso, as obras da Ir. Ione Buyst são utilizadas em muitos seminários para formação dos futuros padres. Muitas Missas podem estar sendo inválidas porque os sacerdotes que as celebram não crêem na presença real de Cristo na Eucaristia e no sacerdócio ministerial e assim não têm a intenção da Igreja na celebração dos mais altos mistérios, graças às doutrinas esquisitas da Ir. Ione Buyst que lhes foram ensinadas nos Seminários. E que prejuízo isto deverá estar causando à Igreja Católica do Brasil e à vida espiritual do povo católico, que sem os Sacramentos é árido como um deserto!&lt;br /&gt;Este é o primeiro de uma série de artigos cujo objetivo será refutar as estranhas e não-católicas doutrinas [anti-]litúrgicas da Ir. Ione Buyst. Mais que isso: doutrinas particulares, criadas pela mente fértil de uma religiosa desejosa de renegar dois milênios de Magistério da Santa Madre Igreja para criar o seu próprio “magistério”.&lt;br /&gt;Começaremos esta nossa série pela refutação da “&lt;i&gt;Doutrina da Confusão dos Sacerdócios&lt;/i&gt;” da Ir. Ione Buyst. Refutaremos esta esquisita doutrina a partir da obra “&lt;i&gt;A Missa - Memória de Jesus no Coração da Vida&lt;/i&gt;” (São Paulo: Paulinas, 2004), de autoria da referida religiosa “liturgista”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A “&lt;i&gt;Doutrina da Confusão dos Sacerdócios&lt;/i&gt;”, por Ione Buyst&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consiste esta esquisita e particular doutrina da Ir. Ione Buyst – que nomeamos “&lt;i&gt;Doutrina da Confusão dos Sacerdócios&lt;/i&gt;” – na afirmação de que o sacerdócio do Padre e o sacerdócio dos fiéis, iniciado com o Batismo, são iguais em natureza e ministério. Para Ione Buyst, muitos leigos há que recebem direto do Espírito santo o “&lt;i&gt;dom da coordenação&lt;/i&gt;” e deveriam ser como ministros ordenados: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;“&lt;i&gt;&lt;b&gt;Acabamos dando mais importância à ordenação em si, como poder sagrado, do que ao dom que a pessoa recebe do Espírito Santo para o serviço a ser prestado à comunidade. &lt;/b&gt;Limitamos o acesso à ordenação: na Igreja Católica somente homens não-casados, com longe preparação intelectual, são admitidos à ordenação. Resultado: seguramente mais de 70% das comunidades existentes no Brasil dependem de um ministro ordenado que vem de fora e que atende &lt;/i&gt;[...]&lt;i&gt; &lt;b&gt;De outro lado, sabe lá Deus quantas pessoas (homens e mulheres, casados e solteiros, leigos ou religiosos), atuantes pelo Brasil e fora, recebem do Espírito Santo o dom da coordenação e não estão sendo reconhecidas pela Igreja, conferindo-lhes a ordenação!&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;” (p. 102-103, grifos nossos).&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, pois, segundo Ione Buyst, o importante não é a Ordem e o caráter que ela imprime na pessoa que a recebe, mas sim o “&lt;i&gt;dom da coordenação&lt;/i&gt;” que algumas pessoas recebem direto do Espírito Santo “&lt;i&gt;para o serviço a ser prestado à comunidade&lt;/i&gt;”. Não se deveria dar importância “&lt;i&gt;à ordenação em si, como poder sagrado&lt;/i&gt;”, mas a este “&lt;i&gt;dom que a pessoa recebe do Espírito Santo&lt;/i&gt;”. E assim, “&lt;i&gt;homens e mulheres, casados e solteiros, leigos ou religiosos&lt;/i&gt;”, &lt;i&gt;“atuantes pelo Brasil e fora&lt;/i&gt;”, “&lt;i&gt;não estão sendo reconhecidas pela Igreja&lt;/i&gt;”, que deveria conferir-lhe a ordenação ou tratar a estes leigos que receberam o “&lt;i&gt;dom da coordenação&lt;/i&gt;” de maneira igual aos sacerdotes ordenados [&lt;i&gt;um exemplo prático disto na foto abaixo: mulheres leigas juntos do padre no presbitério "oferecendo" o Sacrifício, o que é um abuso litúrgico&lt;/i&gt;].&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KcQjgmFH724/S3BD6W2G9tI/AAAAAAAAAIA/2i2s5BbfhL4/s1600-h/abuse_4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="253" src="http://2.bp.blogspot.com/_KcQjgmFH724/S3BD6W2G9tI/AAAAAAAAAIA/2i2s5BbfhL4/s400/abuse_4.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para a Ir. Ione Buyst, os sacerdócios do Padre e do leigo são a mesma coisa, não há diferença alguma de grau entre um ou outro. Por isto, para resolver o problema da falta de padres, a Ir. Ione Buyst propõe que a Igreja reconheça as “&lt;i&gt;lideranças da comunidade&lt;/i&gt;” (seja elas homens ou mulheres, casados ou solteiros) e as confira a ordenação; se os sacerdócios de todos são iguais e confundem-se entre si, basta que se confira a ordenação às “&lt;i&gt;lideranças&lt;/i&gt;”, às personalidades mais proeminentes, aos dirigentes da comunidade, como uma mera formalidade para que eles “&lt;i&gt;presidam&lt;/i&gt;” a Missa: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;“&lt;i&gt;Não estaria na hora de reconhecer com urgência esse problema &lt;b&gt;e ordenar, em cada comunidade organizada, as lideranças já existentes&lt;/b&gt;, possibilitando assim que se celebre a eucaristia a cada domingo?&lt;/i&gt;” (p. 15, grifos nossos), indaga Ione Buyst à Igreja.&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta importância em demasia que se acabou dando ao sacerdócio ministerial do Padre em detrimento do sacerdócio comum dos fiéis – que, para Ione Buyst, são a mesma coisa – se reflete na Missa, que é “&lt;i&gt;centralizada&lt;/i&gt;” no Padre (e, na verdade, o centro de toda Missa não é nem o Padre nem o povo, mas Cristo, Deus). Mas estaria errado: a Missa, para a religiosa “liturgista”, deveria ser "&lt;i&gt;centralizada&lt;/i&gt;” no povo, “&lt;i&gt;na comunidade&lt;/i&gt;” – afinal, povo e Padre, são todos iguais, todos a mesma coisa, uns são tão sacerdotes quanto o outro – e a celebração eucarística deveria refletir esta “igualdade” dos sacerdócios do Padre e “da comunidade”:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;“&lt;i&gt;A missa é realizada de maneira muito formal e centralizada no padre. &lt;/i&gt;[...]&lt;i&gt; &lt;b&gt;É como se a missa não pertencesse à comunidade, mas ao padre... Não deveria ser o inverso? Não deveria ser o padre que pergunta: ‘Como será a celebração? O que vocês prepararam? O que vocês querem que eu faça?’&lt;/b&gt; As comunidades deveriam preparar normalmente a celebração da missa a partir da sua realidade e com seu modo de celebrar...&lt;/i&gt;” (p. 29, grifos nossos).&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“&lt;i&gt;Quem fará o gesto da fração do pão, enquanto se canta o Cordeiro de Deus ou outro canto adequado? É muito significativo o presidente não fazê-lo sozinho, mas justamente com as pessoas que irão distribuir a comunhão. &lt;b&gt;É mais uma maneira de expressar que somos uma Igreja toda ela ministerial&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;” (p. 137, grifos nossos).&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, como um sinal bastante claro de que o Padre não é mais, por ser sacerdócio, do que “a comunidade”, do que “o povo”, Ione Buyst propõe que seja abolida a primazia da Comunhão do Sacerdote – na Missa, como se sabe, o sacerdote comunga ainda no altar, antes dos fiéis, o que já é o suficiente para que a Missa seja válida – e que se dê a Comunhão primeiramente ao povo – afinal, se a Missa “&lt;i&gt;pertence à comunidade&lt;/i&gt;”, como disse antes, e se “&lt;i&gt;somos uma Igreja toda ela ministerial&lt;/i&gt;”, deveria ser mais do que natural que o povo, tão sacerdote quanto o Padre e estando em maioria na Missa, comungasse primeiro que o celebrante:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;“&lt;i&gt;Quem deve comungar primeiro: o padre e os ministros? Ou o povo? Qualquer dona ou dono de casa serve primeiro a família toda antes de se servir, não é mesmo? É um sinal de educação. Não parece estranho, então, que na missa façamos o inverso?&lt;/i&gt;” (p. 142).&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A “&lt;i&gt;Doutrina da Confusão dos Sacerdócios&lt;/i&gt;” de Ione Buyst é, portanto, isso: o sacerdócio do Padre e o sacerdócio comum dos batizados se “confundem”, são a mesma coisa, são iguais entre si; não é o sacerdote que celebra a Missa, não é o Padre que oferece o Sacrifício de Cristo, mas todo o povo, “a comunidade”, pois “&lt;i&gt;a Missa pertence à comunidade&lt;/i&gt;” e “&lt;i&gt;somos uma Igreja toda ela ministerial&lt;/i&gt;”, isto é, Padres e fiéis são todos sacerdotes da mesma maneira, numa “&lt;i&gt;Igreja toda ministerial&lt;/i&gt;”. Não havendo diferença entres os sacerdócios do Padre e dos batizados, isso deveria refletir-se na Missa, que deixaria de ser “&lt;i&gt;centralizada no Padre&lt;/i&gt;” para “&lt;i&gt;pertencer à comunidade&lt;/i&gt;” – e por isso o povo deve comungar primeiro que o Padre. Ademais, as comunidades - não só tão sacerdotes quanto o Padre, mas também tão competentes em termos de liturgia quanto o Papa - “&lt;i&gt;deveriam preparar normalmente a celebração da missa a partir da sua realidade e com seu modo de celebrar&lt;/i&gt;”, segundo Ione Buyst.&lt;br /&gt;Trata-se de uma confusão completa entre o sacerdócio ministerial do Padre, que lhe é conferido pelo Sacramento da Ordem, e o sacerdócio comum dos fiéis, conferido a todos os membros da Igreja pelo Batismo.&lt;br /&gt;Estes sacerdócios, contudo, são completamente diferentes, distintos em natureza e em grau. Não podem ser tratados com tamanho igualitarismo, como se fossem a mesma coisa: um não pode ser confundido com o outro, como faz a Ir. Ione Buyst em sua exótica “&lt;i&gt;Doutrina da Confusão dos Sacerdócios&lt;/i&gt;”. &lt;br /&gt;Demonstraremos a falácia destas afirmações da religiosa “liturgista” a seguir, amparados no ensino bimilenar do Magistério da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Refutação da “Doutrina da Confusão dos Sacerdócios”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas esta doutrina que a Ir. Ione Buyst prega em suas obras não tem respaldo algum na Doutrina Católica à qual Ir. Ione Buyst deveria ser fiel, mas não é.&lt;br /&gt;A Ir. Ione Buyst ignorou por completo o documento mais básico da Fé Cristã: o Catecismo. O que não é de admirar, porque se a Ir. Ione Buyst ignora o Missal Romano nos seus “&lt;i&gt;Laboratórios Litúrgicos&lt;/i&gt;”, cedendo o lugar do Missal às invencionices de mentes criativas, quanto mais não ignorará o Catecismo em seus livros, cedendo o lugar da Doutrina Cristã a seus próprios desvarios doutrinários!&lt;br /&gt;A saber, antes de tudo: o sacerdócio comum dos batizados &lt;b&gt;difere substancialmente&lt;/b&gt; do sacerdócio ministerial. Os fiéis cristãos participam do sacerdócio de Cristo pelo Batismo na medida em que buscam a santidade de suas próprias vidas, rendem culto a Deus com elas e oferecem cada obra e sacrifício próprio ao Altíssimo. Os padres, contudo, são tirados do meio dos fiéis para o serviço dos fiéis; exercem um ministério diverso, cujo sentido é ajudar os fiéis cristãos comuns a encontrarem a santidade em suas vidas, por meio dos Sacramentos – que o sacerdote dispensa –, especialmente na Santa Missa, culto mais excelso de Deus, e na Confissão, o perdão sublime dos pecados; no desempenho deste ministério, deste serviço, o próprio sacerdote encontra sua santidade. São dois sacerdócios completamente distintos que não se confundem: o dos fiéis rende culto a Deus com suas vidas e sacrifícios cotidianos; o dos sacerdotes rende culto a Deus na celebração e dispensa dos sacramentos, onde os padres representam a Cristo, e no serviço do povo cristão. Não há confusão entre estes sacerdócios: são duas coisas distintas.&lt;br /&gt;Uma consulta rápida ao Catecismo demonstra que a “&lt;i&gt;Doutrina da Confusão dos Sacerdócios&lt;/i&gt;” da Ir. Ione Buyst está errada.&lt;br /&gt;O &lt;b&gt;&lt;i&gt;Catecismo Romano&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; ensina, diferenciando os sacerdócios em interno (aquele que é comum a todos os batizados) e externo (aquele que pertence apenas aos ministros ordenados): &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KcQjgmFH724/S3BEwdqtFxI/AAAAAAAAAIQ/H0KGsBQEJrg/s1600-h/catecismo_romano_p.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_KcQjgmFH724/S3BEwdqtFxI/AAAAAAAAAIQ/H0KGsBQEJrg/s320/catecismo_romano_p.jpg" width="228" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;“&lt;i&gt;Relativamente ao sacerdócio interno, todos os fiéis são considerados sacerdotes, a partir do momento em que receberam a regeneração do Batismo; mas, de primazia, os justos que possuem o Espírito de Deus, e pela graça de Deus se tornaram membros vivos de Jesus Cristo, o Sumo Sacerdote. São eles que, no altar de seus corações, oferecem a Deus sacrifícios espirituais, naquela fé que se abrasa na caridade. A tais sacrifícios pertencem todas as obras boas e virtuosas que se praticam, na intenção de glorificar a Deus. Por isso, lemos no Apocalipse: ‘Em Seu Sangue, Cristo lavou-nos de nossos pecados, e fez de nós um Reino, e instituiu-nos sacerdotes para Deus, Seu Pai’. &lt;/i&gt;[...]&lt;i&gt; &lt;b&gt;O sacerdócio externo, porém, não pertence à coletividade de todos os fiéis, mas só a certos indivíduos, ordenados e consagrados a Deus, pela legítima imposição das mãos&lt;/b&gt;, segundo o solene cerimonial da Santa Igreja, e que se destinam de modo particular ao sagrado ministério. Esta distinção, entre dois sacerdócios, também se verificava no Antigo Testamento. &lt;/i&gt;[...] &lt;i&gt;David falou do sacerdócio Interno. De outro lado, todos sabem perfeitamente que o Senhor havia dado muitas prescrições a Aarão e Moisés acerca do sacerdócio externo. Além do mais, reservou toda a tribo de Levi, para o serviço do Templo, e assentou por lei que ninguém de outra tribo ousasse ingerir-se nesse ministério. E, de fato, o rei Ozias foi ferido de lepra pelo Senhor, porque havia usurpado o ministério sacerdotal, e assim expiou durissimamente a sua sacrílega arrogância&lt;/i&gt;” (Parte II, Cap. VII, §§ 23-24, grifos nossos).&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;b&gt;&lt;i&gt;Catecismo da Igreja Católica&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; ensina o mesmo:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KcQjgmFH724/S3BEibzJbLI/AAAAAAAAAII/c4sphZ2_Oss/s1600-h/catecismo.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_KcQjgmFH724/S3BEibzJbLI/AAAAAAAAAII/c4sphZ2_Oss/s320/catecismo.jpg" width="219" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;“&lt;i&gt;O sacerdócio ministerial ou hierárquico dos bispos e dos presbíteros e o sacerdócio comum de todos os fiéis, embora ‘ambos participem, cada qual a seu modo, do único sacerdócio de Cristo’, &lt;b&gt;diferem, entretanto, essencialmente&lt;/b&gt;, mesmo sendo ‘ordenados um ao outro’. Em que sentido? Enquanto o sacerdócio comum dos fiéis se realiza no desenvolvimento da graça batismal, vida de fé, de esperança e de caridade, vida segundo o Espírito o sacerdócio ministerial está a serviço do sacerdócio comum, refere-se ao desenvolvimento da graça batismal de todos os cristãos. É um dos meios pelos quais Cristo não cessa de construir e de conduzir sua Igreja. Por isso, é transmitido por um sacramento próprio, o sacramento da Ordem&lt;/i&gt;” (§ 1547, grifos nossos).&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;“&lt;i&gt;&lt;b&gt;O sacerdócio ministerial difere essencialmente do sacerdócio comum dos fiéis porque confere um poder sagrado para o serviço dos fiéis&lt;/b&gt;. Os ministros ordenados exercem seu serviço com o povo de Deus por meio ensinamento (munus docendi: ‘encargo de ensinar’), do culto divino (munus liturgicum: ‘encargo litúrgico’) e do governo pastoral (munus regendi: ‘encargo de governar)&lt;/i&gt;” (§ 1592, grifos nossos).&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também o Concílio Vaticano II – que a Ir. Ione Buyst gosta de mencionar, mas parece nunca ter lido – na &lt;b&gt;&lt;i&gt;Constituição Dogmática Lumen Gentium&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, sobre a Igreja, ensina:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_KcQjgmFH724/S3BFICkcBSI/AAAAAAAAAIY/LeQfZvkxuLw/s1600-h/Vatican-II-2-300x375.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcQjgmFH724/S3BFICkcBSI/AAAAAAAAAIY/LeQfZvkxuLw/s320/Vatican-II-2-300x375.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;“&lt;i&gt;Cristo Nosso Senhor, Pontífice escolhido de entre os homens (cfr. Hebr. 5, 1-5), fez do novo povo um ‘reino sacerdotal para seu Deus e Pai’ (Apor. 1,6; cfr. 5, 9-10). Na verdade, os batizados, pela regeneração e pela unção do Espírito Santo, são consagrados para serem casa espiritual, sacerdócio santo, para que, por meio de todas as obras próprias do cristão, ofereçam oblações espirituais e anunciem os louvores daquele que das trevas os chamou à sua admirável luz (cfr. 1 Ped. 2, 4-10). Por isso, todos os discípulos de Cristo, perseverando na oração e louvando a Deus (cfr. Act., 2, 42-47), ofereçam-se a si mesmos como hóstias vivas, santas, agradáveis a Deus (cfr. Rom. 12,1), dêem testemunho de Cristo em toda a parte e àqueles que lha pedirem dêem razão da esperança da vida eterna que neles habita (cfr. 1 Ped. 3,15). O sacerdócio comum dos fiéis e o sacerdócio ministerial ou hierárquico, &lt;b&gt;embora se diferenciem essencialmente e não apenas em grau&lt;/b&gt;, ordenam-se mutuamente um ao outro; pois um e outro participam, a seu modo, do único sacerdócio de Cristo. Com efeito, &lt;b&gt;o sacerdote ministerial, pelo seu poder sagrado, forma e conduz o povo sacerdotal, realiza o sacrifício eucarístico fazendo as vezes de Cristo e oferece-o a Deus em nome de todo o povo&lt;/b&gt;; os fiéis, por sua parte, concorrem para a oblação da Eucaristia em virtude do seu sacerdócio real, que eles exercem na recepção dos sacramentos, na oração e ação de graças, no testemunho da santidade de vida, na abnegação e na caridade operosa&lt;/i&gt;” (§ 10, grifos nossos).&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Igualmente, o Venerável Papa João Paulo II, na &lt;b&gt;&lt;i&gt;Exortação Apostólica Christifidelis Laici&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, sobre os leigos, esclareceu que o sacerdócio comum dos batizados – aquele do qual participam os fiéis cristãos comuns – significa a “&lt;i&gt;oferta de si mesmos e de todas as suas atividades&lt;/i&gt;” a Cristo, a “&lt;i&gt;aceitação, na fé, do Evangelho e o seu anúncio com a palavra e com as obras, sem medo de denunciar corajosamente o mal&lt;/i&gt;” e “&lt;i&gt;sobretudo, o combate espiritual para vencerem dentro de si o reino do pecado (cf. Rom 6, 12), e depois, mediante o dom de si, para servirem, na caridade e na justiça, o próprio Jesus presente em todos os seus irmãos&lt;/i&gt;” (§ 14).&lt;br /&gt;Estas características do sacerdócio interno, enumeradas pelo Papa João Paulo II, distinguem este do sacerdócio externo dos ministros ordenados. O sacerdócio ordenado – ou externo – segundo o mesmo Papa João Paulo II, na &lt;b&gt;&lt;i&gt;Exortação Apostólica Pastores Dabo Vobis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, sobre a formação dos sacerdotes, difere essencialmente do outro por estar a seu serviço e por lhe ser conferido um poder sagrado na dispensa dos sacramentos a todo o povo cristão:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;“&lt;i&gt;Finalmente os presbíteros, dado que a sua figura e o seu papel na Igreja não substitui, mas antes promovem o sacerdócio batismal de todo o Povo de Deus, conduzindo-o à sua plena atuação eclesial, encontram-se numa relação positiva e promotora com os leigos. &lt;b&gt;Eles estão ao serviço da fé, esperança e caridade destes&lt;/b&gt;. Reconhecem e sustentam a sua dignidade de filhos de Deus como amigos e irmãos, ajudando-os a exercitar em plenitude o seu papel específico no âmbito da missão da Igreja. O sacerdócio ministerial conferido pelo sacramento da Ordem e o comum ou ‘real’ dos fiéis, que &lt;b&gt;diferem entre si essencialmente e não apenas em grau&lt;/b&gt;, estão coordenados entre si, ambos derivando - em forma diversa - do único sacerdócio de Cristo. O sacerdócio ministerial, de fato, não significa, de per si, um maior grau de santidade relativamente ao sacerdócio comum dos fiéis; mas, &lt;b&gt;através dele, é outorgado aos presbíteros, por Cristo no Espírito, um dom particular para que possam ajudar o Povo de Deus a exercitar com fidelidade e plenitude o sacerdócio comum que lhes é conferido&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;” (§ 17).&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KcQjgmFH724/S3BFW8UYs1I/AAAAAAAAAIg/xoETl4gbU-w/s1600-h/bPapa_tif.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_KcQjgmFH724/S3BFW8UYs1I/AAAAAAAAAIg/xoETl4gbU-w/s320/bPapa_tif.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na &lt;b&gt;&lt;i&gt;Encíclica Ecclesia de Eucharistia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; o Papa João Paulo II criticou como uma “&lt;i&gt;sombra&lt;/i&gt;” o “&lt;i&gt;obscurecimento da necessidade do sacerdócio ministerial, que assenta na sucessão apostólica&lt;/i&gt;” por estes que apregoam a confusão entre os sacerdócios – como a Ir. Ione Buyst – dando azo, assim, a terríveis abusos litúrgicos, como leigos no altar consagrando as espécies junto do padre sem ter poder algum para isto, um abuso fundamentado na confusão dos sacerdócios interno e externo, que diferem essencialmente entre si. “&lt;i&gt;Como não manifestar profunda mágoa por tudo isto? A Eucaristia é um dom demasiado grande para suportar ambigüidades e reduções&lt;/i&gt;”, lamentou o Papa (§ 10), e ensinou:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;“&lt;i&gt;De fato, como ensina o Concílio Vaticano II, ‘os fiéis por sua parte concorrem para a oblação da Eucaristia, em virtude do seu sacerdócio real’, &lt;b&gt;mas é o sacerdote ministerial que ‘realiza o sacrifício eucarístico&lt;/b&gt; fazendo as vezes de Cristo e oferece-o a Deus em nome de todo o povo’. Por isso se prescreve no Missal Romano que &lt;b&gt;seja unicamente o sacerdote a recitar a oração eucarística, enquanto o povo se lhe associa com fé e em silêncio&lt;/b&gt;. A afirmação, várias vezes feita no Concílio Vaticano II, de que ‘o sacerdote ministerial realiza o sacrifício eucarístico fazendo as vezes de Cristo (&lt;/i&gt;in persona Christi&lt;i&gt;)’, estava já bem radicada no magistério pontifício. Como já tive oportunidade de esclarecer noutras ocasiões, a expressão in persona Christi ‘quer dizer algo mais do que ‘em nome’, ou então ‘nas vezes’ de Cristo. &lt;/i&gt;In persona&lt;i&gt;, isto é, na específica e sacramental identificação com o Sumo e Eterno Sacerdote, que é o Autor e o principal Sujeito deste seu próprio sacrifício, no que verdadeiramente não pode ser substituído por ninguém’. Na economia de salvação escolhida por Cristo, &lt;b&gt;o ministério dos sacerdotes que receberam o sacramento da Ordem manifesta que a Eucaristia, por eles celebrada, é um dom que supera radicalmente o poder da assembléia &lt;/b&gt;e, em todo o caso, é insubstituível para ligar validamente a consagração eucarística ao sacrifício da cruz e à Última Ceia. A assembléia que se reúne para a celebração da Eucaristia &lt;b&gt;necessita absolutamente de um sacerdote ordenado&lt;/b&gt; que a ela presida, para poder ser verdadeiramente uma assembléia eucarística. Por outro lado, &lt;b&gt;a comunidade não é capaz de dotar-se por si só do ministro ordenado&lt;/b&gt;. Este é um dom que ela recebe através da sucessão episcopal que remonta aos Apóstolos. É o Bispo que constitui, pelo sacramento da Ordem, um novo presbítero, conferindo-lhe o poder de consagrar a Eucaristia. Por isso, ‘&lt;b&gt;o mistério eucarístico não pode ser celebrado em nenhuma comunidade a não ser por um sacerdote ordenado&lt;/b&gt;, como ensinou expressamente o Concílio Ecumênico Lateranense IV’&lt;/i&gt;” (§§ 28-29).&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estas palavras do Papa João Paulo II são fulminantes contra as heresias da Ir. Ione Buyst, pregando a confusão e o igualitarismo entre os sacerdócios de fiéis e ministros ordenados. Contra a Ir. Ione Buyst, temos a palavra do Papa declarando explicitamente que o poder sagrado dos sacerdotes “&lt;i&gt;é um dom que &lt;b&gt;supera radicalmente&lt;/b&gt; o poder da assembléia&lt;/i&gt;” e que “&lt;i&gt;a assembléia &lt;b&gt;necessita absolutamente&lt;/b&gt; de um sacerdote ordenado” pois “a comunidade não é capaz de dotar-se por si só do ministro ordenado&lt;/i&gt;”. Onde fica, então, a idéia esdrúxula da Ir. Ione Buyst de que é a comunidade que deve ditar a Missa para o padre? Onde fica a idéia da Ir. Ione Buyst de que celebram a Missa padre e povo juntos, quando o Papa e a Doutrina da Igreja afirmam que é o ministro ordenado que recebeu o poder sagrado de dispensar os sacramentos? Ao contrário, o Papa João Paulo II ensina que “&lt;i&gt;o único a quem compete oferecer a Eucaristia &lt;/i&gt;in persona Christi” (idem, § 32).&lt;br /&gt;E, contra a sugestão de Ione Buyst de que, para resolver os problemas das comunidades sem padres dever-se-ia ordenar as “&lt;i&gt;lideranças&lt;/i&gt;” que receberam “&lt;i&gt;o dom da coordenação&lt;/i&gt;” – numa inteira ignorância do que é, realmente, a vocação ao sacerdócio, que não se resume a “liderança” ou “coordenação” –, o Papa João Paulo II diz coisa diversa: a comunidade deve, isto sim, rezar por vocações ao sacerdócio, “&lt;i&gt;rezar mais fervorosamente ao Senhor para que mande trabalhadores para a sua messe &lt;/i&gt;[...]&lt;i&gt; &lt;b&gt;sem ceder à tentação de procurar soluções que passem pela atenuação das qualidades morais e formativas requeridas nos candidatos ao sacerdócio&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;” (idem). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do exposto, fica claríssimo que a doutrina da religiosa “liturgista” Ione Buyst não tem qualquer respaldo na Doutrina Católica e nem deve ser ensinada como se fosse doutrina certa. Ione Buyst confunde o sacerdócio comum dos batizados com o sacerdócio ministerial dos ordenados e, com isso, dá azo a abusos litúrgicos e problemas gravíssimos em termos de Fé.&lt;br /&gt;Como ensina o Concílio Vaticano II, “&lt;i&gt;o sacerdote ministerial, pelo seu poder sagrado, forma e conduz o povo sacerdotal, realiza o sacrifício eucarístico fazendo as vezes de Cristo e oferece-o a Deus em nome de todo o povo; os fiéis, por sua parte, concorrem para a oblação da Eucaristia em virtude do seu sacerdócio real, que eles exercem na recepção dos sacramentos, na oração e ação de graças, no testemunho da santidade de vida, na abnegação e na caridade operosa&lt;/i&gt;” (loc. cit.). São duas coisas essencialmente diversas, que não podem ser vítimas de confusão, como faz a Ir. Ione Buyst.&lt;br /&gt;Contra tais desvarios doutrinários, cabe unicamente exaltar a doutrina dos Concílios e dos Papas, que com tanta exatidão ensinaram a doutrina cristã e louvaram a Cristo, louvando a Verdade.&lt;br /&gt;Mas quem louva o erro, louva o pai de todo erro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
Post retirado do blogue Salvem a Liturgia&lt;br /&gt;
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Seu nome vem do Alemão "Faltstuhl". É coberto com seda e, de acordo com o tradicional uso, é coberta com um pano do ofício do dia e tem uma almofada de mesma cor.  Se é usado pra ajoelhar pode ter ainda um pequeno apoio para os joelhos, também da cor da celebração. A origem do faldistório é provável pela comodidade de se ter um assento confortável próximo ao altar, quando não se tinha a cátedra. Ao lado do altar da igreja da abadia era comumente usado pelos abades. Já estava presente no rito romano nos século XIV.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Forma Ordinária do Rito Romano&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Para ajoelhar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na forma ordinária do rito romano, o faldistória é usado pelos bispos quando precisam ajoelhar durante as celebrações:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;para as ladainhas, fora de domingos, solenidades e tempo pascal; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;nas leituras da Paixão, quando se que Ele expirou; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;ao incensar o santíssimo antes da transladação na Quinta-feira Santa;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;quando chega à capela da Reposição na mesma ocasião;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;no natal e na anunciação, quando se durante o credo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;em outras ocasiões em que celebra.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/St-GZKF9RUI/AAAAAAAAAqA/q99t4NJfNdE/s1600-h/afp1890830.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/St-GZKF9RUI/AAAAAAAAAqA/q99t4NJfNdE/s400/afp1890830.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5395178645377336642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bento XVI na Capela Paulina do Palácio Apostólico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Para sentar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Considerando o uso das "sédias" na forma ordinária do rito romano, o bispo senta-se no faldistório apenas quando não possa executar o rito da sédia ou da cátedra. O faldistório pode ser usado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/St-GY7_pFqI/AAAAAAAAAp4/1-MJ8Cin9bw/s1600-h/340x.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 277px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/St-GY7_pFqI/AAAAAAAAAp4/1-MJ8Cin9bw/s400/340x.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5395178641592751778" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Papa Bento XVI na missa de natal, ajoelhando-se durante o credo&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Para bênção de abade, abadessa, consagração de virgens e afins;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ordenações&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Unção da Crisma;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;etc&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Forma Extraordinária do Rito Romano&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Para ajoelhar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Basicamente as mesmas circunstâncias da forma ordinária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/St-GZokwltI/AAAAAAAAAqQ/IaZsXs6-GAY/s1600-h/OgAAAAig8Tjcyq4X_EEgYKdG5uspX9MOPhClOSDWv30nYEDC1KlxTOWes9Z9Y3EdQDFlnF12R9kyg97iDBqadNrWI4IAm1T1UNhug5KDWrUPT76NbkQC2hopU_A_.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 348px; height: 269px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/St-GZokwltI/AAAAAAAAAqQ/IaZsXs6-GAY/s400/OgAAAAig8Tjcyq4X_EEgYKdG5uspX9MOPhClOSDWv30nYEDC1KlxTOWes9Z9Y3EdQDFlnF12R9kyg97iDBqadNrWI4IAm1T1UNhug5KDWrUPT76NbkQC2hopU_A_.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5395178653559592658" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Papa Pio XII&lt;/span&gt; &lt;/div&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Para sentar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na forma extraordinária, algumas celebrações episcopais ou abaciais são celebradas do faldistório, isto é, o celebrante senta-se durante todo o tempo na missa exclusivamente no faldistório.  Essas missas são chamadas de "pontificais ao faldistório" ou "pontificaleta".&lt;br /&gt;Tais se celebrações são feitas quando o bispo celebra fora de sua catedral, quando o bispo não possui autorização para uso do trono de outro bispo, bispos auxiliares ao celebrar pontificalmente usam-se sempre do faldistório, usa-se ainda na sexta-feira santa.&lt;br /&gt;Pode ainda ser usado em determinados ritos na celebração, como na forma ordinária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/S12mQc0KUQI/AAAAAAAABPI/AH-wmTZvGQg/s1600-h/2720718991_1136cec9f7.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 254px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/S12mQc0KUQI/AAAAAAAABPI/AH-wmTZvGQg/s400/2720718991_1136cec9f7.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430679527221776642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bispo celebrando as vésperas do faldistório.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/St-GZ_q7XgI/AAAAAAAAAqY/DckU24mLN-c/s1600-h/OgAAACfirZ9qhrxT5x7HnlStHGSvMu09CegPtaue8UHIKNWQK5c5xUbUS1986-cP_A17-WwTSzv6QAWdeCcO2ccJgP4Am1T1UPx7Wm-gOiA4hd7X0sDDSVbdgWL2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 259px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/St-GZ_q7XgI/AAAAAAAAAqY/DckU24mLN-c/s400/OgAAACfirZ9qhrxT5x7HnlStHGSvMu09CegPtaue8UHIKNWQK5c5xUbUS1986-cP_A17-WwTSzv6QAWdeCcO2ccJgP4Am1T1UPx7Wm-gOiA4hd7X0sDDSVbdgWL2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5395178659759480322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Uso do faldistório por Beato João XXIII durante o Concílio Vaticano II&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/S13RbnbI7gI/AAAAAAAABPY/JZEZtyV71z8/s1600-h/ATgAAABIR_44tOleYZcTPZtYWYSlpWFxZsDUOF0iw7R_gvcYkQsdit-aGGkOjLIRvj6k5PN7TydsHQmWpkS0z4rwopY0AJtU9.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/S13RbnbI7gI/AAAAAAAABPY/JZEZtyV71z8/s400/ATgAAABIR_44tOleYZcTPZtYWYSlpWFxZsDUOF0iw7R_gvcYkQsdit-aGGkOjLIRvj6k5PN7TydsHQmWpkS0z4rwopY0AJtU9.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430726998048173570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Uso do Faldistório na Catedral de Roma.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Como pudemos ver, o faldistório é um dos muitos elementos que começaram a ser utilizados na liturgia por necessidade e passaram posteriormente a ser parte integrante do rito. É um elemento muito elegante da liturgia romana que precisa ser revalorizado, tanto em uma maior utilização quando pedem as rubricas, quanto na produção de belos faldistórios.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/S2MQgzXZfKI/AAAAAAAABVU/wcSovwnPGjc/s1600-h/fald1.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 361px; height: 340px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/S2MQgzXZfKI/AAAAAAAABVU/wcSovwnPGjc/s400/fald1.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5432203731269156002" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Faldistório em paris&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/S2MQhGonCKI/AAAAAAAABVc/fd9cG6Wvp64/s1600-h/fald2.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 344px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/S2MQhGonCKI/AAAAAAAABVc/fd9cG6Wvp64/s400/fald2.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5432203736441620642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Faldistório da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;paróquia romana Trinità dei Pellegrini&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/S2MQg7k2GzI/AAAAAAAABVM/0htJWYTvZLc/s1600-h/fald3.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 367px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/S2MQg7k2GzI/AAAAAAAABVM/0htJWYTvZLc/s400/fald3.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5432203733473041202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Faldistório da Catedral de Nápoles&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bibliografia:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; L. Eisenhofer, Handbuch der kath. Liturgik, I,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Freiburg Br 1932, pp. 377-79: Ph. Oppenheim,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bemerkungen zum Messbuch der Kluniazensermönche, 2.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Die Abtsmesse em liturgias Bibel und, 11 (1935-37), pp. 421-31, P.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bayart, na Liturgia, Paris 1947, pp. 229-30.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Diccionario Enciclopédico Gaspar y Roig de 187o &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;http://www.unavoce-ve.it/ec-faldistorio.htm&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://www.salvemaliturgia.com"&gt;http://www.salvemaliturgia.com&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2823245313993937883-2910547086575139785?l=www.salvemaliturgia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.salvemaliturgia.com/feeds/2910547086575139785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2010/02/faldistorio.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/2910547086575139785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/2910547086575139785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2010/02/faldistorio.html' title='Faldistório'/><author><name>Kairo Rosa Neves de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00106446571059075438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='17193171586565134166'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/S12iUEhalKI/AAAAAAAABOo/F-u77-Zs9CE/s72-c/faldstool1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2823245313993937883.post-5818842826614123477</id><published>2010-02-05T19:33:00.001-02:00</published><updated>2010-02-05T19:36:05.261-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zelo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Missa em latim'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='forma extraordinária'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='missa tridentina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='novus ordo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='forma ordinária'/><title type='text'>Três Missas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando se fala sem muito cuidado no assunto da liturgia, somos tentados, talvez, a imaginar um cenário onde só existam duas possibilidades, principalmente no Brasil: a Missa no rito antigo, bem celebrada, em latim, com canto gregoriano, com o padre versus Deum, os fiéis em atitude de piedade e sacralidade; e a Missa no rito novo, bagunçada, irreverente, com música pop ou violões folk e rimas terminadas em “ão”, padre sem casula, palminhas ritmadas, banho de água benta com balde, vários leigos no presbitério posando de clérigos etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cenário, entretanto, é por demais simplista. Nem mesmo entro na possibilidade – que só é remota hoje, circunstancialmente – de haver avacalhação também na Missa antiga. O ponto é outro: a Missa nova NÃO é isso descrito acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se, então, não de “duas Missas”, mas de três: a Missa antiga, a Missa nova mal-celebrada, e a Missa nova bem-celebrada. Não se pode colocar, como fazem alguns radicais tradicionalistas, lado a lado a Missa antiga observante das rubricas e a Missa nova desobediente. Não é questão de, para fugirmos de “Missas-show”, “Missas-circo”, “Missas-discoteca”, “Missas-halloween”, “Missas de cura e libertação”, “Missas afro”, “Missas do padre sem casula”, “Missas do Missal rasgado” etc, levantarmos exclusivamente a bandeira da Missa antiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por acaso o Papa celebra mal a Missa? No entanto, ele celebra a Missa nova. Todo aquele esplendor, aquele fausto, aquele gregoriano, aquele latim, aquele versus Deum, aqueles paramentos, aquela obediência às rubricas, não são atributos da Missa antiga apenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comparação, em termos externos, para sermos justos, não deve se dar entre a Missa antiga bem-celebrada a nova mal-celebrada, mas entre a Missa mal-celebrada (atualmente apenas a nova, já que os que procuram a antiga o fazem movidos justamente por amor ao sagrado) e a Missa bem-celebrada, seja a nova, seja a antiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, a discussão sobre eventuais problemas na reforma levada a cabo pelo Papa Paulo VI, ou sobre o que poderia ter sido melhorado, ou quanto ao modo como se o fez, sem atentar para o princípio do desenvolvimento harmônico, ou mesmo sem o rito antigo expressa ou não de modo mais sublime o dogma eucarístico, pode ser feita, com respeito, caridade e submissão. Mas esse tema escapa ao fim do presente artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, daí se pode (e deve) incentivar, ao lado da Missa antiga, ou tridentina, ou tradicional ou forma extraordinária, também a Missa nova, forma ordinária, só que bem celebrada, de acordo com as rubricas. Sim, pois o que está aí, na maioria de nossas aróquias brasileiras, não é a Missa nova, não é a forma ordinária, não é o mesmo rito celebrado pelo Papa no Vaticano. É qualquer coisa, menos isso. É uma distorção do que prevê o Missal – e queremos a Missa do Missal!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
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Em um mundo secularizado, da parte dos consagrados não há melhor testemunho cristão que a vestimenta sagrada nos sacerdotes e religiosos.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;“SETE EXCELÊNCIAS DA BATINA.”&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;“Atente-se como o impacto da batina é grande ante a sociedade, que muitos regimes anticristãos a têm proibido expressamente. Isto nos deve dizer algo. Como é possível que agora, homens que se dizem de Igreja desprezem seu significado e se neguem a usá-la?”&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Hoje em dia são poucas as ocasiões em que podemos admirar um sacerdote vestindo sua batina. O uso da batina, uma tradição que remonta a tempos antiqüíssimos, tem sido esquecido e às vezes até desprezado na Igreja pós-conciliar. Porém isto não quer dizer que a batina perdeu sua utilidade, se não que a indisciplina e o relaxamento dos costumes entre o clero em geral é uma triste realidade.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A batina foi instituída pela Igreja pelo fim do século V com o propósito de dar aos seus sacerdotes um modo de vestir sério, simples e austero. Recolhendo, guardando esta tradição, o Código de Direito Canônico impõe o hábito eclesiástico a todos os sacerdotes.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Contra o ensinamento perene da Igreja está a opinião de círculos inimigos da Tradição que tratam de nos fazer acreditar que o hábito não faz o monge, que o sacerdócio se leva dentro, que o vestir é o de menos e que o sacerdote é o mesmo de batina ou à paisana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Sem dúvida a experiência mostra o contrário, porque quando há mais de 1500 anos a Igreja decidiu legislar sobre este assunto foi porque era e continua sendo importante, já que ela não se preocupa com ninharias. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em seguida expomos sete excelências da batina condensadas de um escrito do ilustre Padre Jaime Tovar Patrón&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;1ª RECORDAÇÃO CONSTANTE DO SACERDOTE&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Certamente que, uma vez recebida a ordem sacerdotal, não se esquece facilmente. Porém um lembrete nunca faz mal: algo visível, um símbolo constante, um despertador sem ruído, um sinal ou bandeira. O que vai à paisana é um entre muitos, o que vai de batina, não. É um sacerdote e ele é o primeiro persuadido. Não pode permanecer neutro, o traje o denuncia. Ou se faz um mártir ou um traidor, se chega a tal ocasião. O que não pode é ficar no anonimato, como um qualquer. E logo quando tanto se fala de compromisso! Não há compromisso quando exteriormente nada diz do que se é. Quando se despreza o uniforme, se despreza a categoria ou classe que este representa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;2ª PRESENÇA DO SOBRENATURAL NO MUNDO&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Não resta dúvida de que os símbolos nos rodeiam por todas as partes: sinais, bandeiras, insígnias, uniformes… Um dos que mais influencia é o uniforme. Um policial, um guardião, é necessário que atue, detenha, dê multas, etc. Sua simples presença influi nos demais: conforta, dá segurança, irrita ou deixa nervoso, segundo sejam as intenções e conduta dos cidadãos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Uma batina sempre suscita algo nos que nos rodeiam. Desperta o sentido do sobrenatural. Não faz falta pregar, nem sequer abrir os lábios. Ao que está de bem com Deus dá ânimo, ao que tem a consciência pesada avisa, ao que vive longe de Deus produz arrependimento.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;As relações da alma com Deus não são exclusivas do templo. Muita, muitíssima gente não pisa na Igreja. Para estas pessoas, que melhor maneira de lhes levar a mensagem de Cristo do que deixar-lhes ver um sacerdote consagrado vestindo sua batina? Os fiéis tem lamentado a dessacralizaçã&lt;wbr&gt;o e seus devastadores efeitos. Os modernistas clamam contra o suposto triunfalismo, tiram os hábitos, rechaçam a coroa pontifícia, as tradições de sempre e depois se queixam de seminários vazios; de falta de vocações. Apagam o fogo e se queixam de frio. Não há dúvidas: o “desbatinamento” ou “desembatinação” leva à dessacralizaçã&lt;wbr&gt;o.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;3ª É DE GRANDE UTILIDADE PARA OS FIÉIS&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O sacerdote o é não só quando está no templo administrando os sacramentos, mas nas vinte e quatro horas do dia. O sacerdócio não é uma profissão, com um horário marcado; é uma vida, uma entrega total e sem reservas a Deus. O povo de Deus tem direito a que o auxilie o sacerdote. Isto se facilita se podem reconhecer o sacerdote entre as demais pessoas, se este leva um sinal externo. Aquele que deseja trabalhar como sacerdote de Cristo deve poder ser identificado como tal para o benefício dos fiéis e melhor desempenho de sua missão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;4ª SERVE PARA PRESERVAR DE MUITOS PERIGOS&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A quantas coisas se atreveriam os clérigos e religiosos se não fosse pelo hábito! Esta advertência, que era somente teórica quando a escrevia o exemplar religioso Pe. Eduardo F. Regatillo, S.I., é hoje uma terrível realidade. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;Primeiro, foram coisas de pouca monta: entrar em bares, lugares de recreio, diversão, conviver com os seculares, porém pouco a pouco se tem ido cada vez a mais. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os modernistas querem nos fazer crer que a batina é um obstáculo para que a mensagem de Cristo entre no mundo. Porém, suprimindo-a, desapareceram as credenciais e a mesma mensagem. De tal modo, que já muitos pensam que o primeiro que se deve salvar é o mesmo sacerdote que se despojou da batina supostamente para salvar os outros.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Deve-se reconhecer que a batina fortalece a vocação e diminui as ocasiões de pecar para aquele que a veste e para os que o rodeiam. Dos milhares que abandonaram o sacerdócio depois do Concílio Vaticano II, praticamente nenhum abandonou a batina no dia anterior ao de ir embora: tinham-no feito muito antes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;5ª AJUDA DESINTERESSADA AOS DEMAIS&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O povo cristão vê no sacerdote o homem de Deus, que não busca seu bem particular se não o de seus paroquianos. O povo escancara as portas do coração para escutar o padre que é o mesmo para o pobre e para o poderoso. As portas das repartições, dos departamentos, dos escritórios, por mais altas que sejam, se abrem diante das batinas e dos hábitos religiosos. Quem nega a uma monja o pão que pede para seus pobres ou idosos? Tudo isto está tradicionalmente ligado a alguns hábitos. Este prestígio da batina se tem acumulado à base de tempo, de sacrifícios, de abnegação. E agora, se desprendem dela como se se tratasse de um estorvo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;6ª IMPÕE A MODERAÇÃO NO VESTIR&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A Igreja preservou sempre seus sacerdotes do vício de aparentar mais do que se é e da ostentação dando-lhes um hábito singelo em que não cabem os luxos. A batina é de uma peça (desde o pescoço até os pés), de uma cor (preta) e de uma forma (saco). Os arminhos e ornamentos ricos se deixam para o templo, pois essas distinções não adornam a pessoa se não o ministro de Deus para que dê realce às cerimônias sagradas da Igreja.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Porém, vestindo-se à paisana, a vaidade persegue o sacerdote como a qualquer mortal: as marcas, qualidades do pano, dos tecidos, cores, etc. Já não está todo coberto e justificado pelo humilde hábito religioso. Ao se colocar no nível do mundo, este o sacudirá, à mercê de seus gostos e caprichos. Haverá de ir com a moda e sua voz já não se deixará ouvir como a do que clamava no deserto coberto pela veste do profeta vestido com pêlos de camelo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;7ª EXEMPLO DE OBEDIÊNCIA AO ESPÍRITO E LEGISLAÇÃO&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Como alguém que tem parte no Santo Sacerdócio de Cristo, o sacerdote deve ser exemplo da humildade, da obediência e da abnegação do Salvador. A batina o ajuda a praticar a pobreza, a humildade no vestiário, a obediência à disciplina da Igreja e o desprezo das coisas do mundo. Vestindo a batina, dificilmente se esquecerá o sacerdote de seu importante papel e sua missão sagrada ou confundirá seu traje e sua vida com a do mundo.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Estas sete excelências da batina poderão ser aumentadas com outras que venham à tua mente, leitor. Porém, sejam quais forem, a batina sempre será o símbolo inconfundível do sacerdócio, porque assim a Igreja, em sua imensa sabedoria, o dispôs e têm dado maravilhosos frutos através dos séculos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://www.salvemaliturgia.com"&gt;http://www.salvemaliturgia.com&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2823245313993937883-6793535870352625660?l=www.salvemaliturgia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.salvemaliturgia.com/feeds/6793535870352625660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2010/02/excelencias-da-batina.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/6793535870352625660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/6793535870352625660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2010/02/excelencias-da-batina.html' title='Excelências da Batina'/><author><name>Wescley Luís de Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082480881022581130</uri><email>wescleyluis@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14114886821252293996'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vA9zo5uFL70/S2Cq11hKGeI/AAAAAAAAAKw/bfD9XzWNdcc/s72-c/00270bis.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2823245313993937883.post-3344112278933873292</id><published>2010-02-03T09:19:00.002-02:00</published><updated>2010-02-05T15:51:52.156-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zelo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='missa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coroinhas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='acólitos'/><title type='text'>Grupo de Coroinhas: uma tarefa complicada?</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;i&gt;Fonte: blog La Buhardilla de Jerônimo, do original “What Does The Prayer&lt;/i&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Really Say?”&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;i&gt;Tradução: Wagner Marchiori&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="FONT-STYLE: normal;font-family:arial;" &gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_ESMfcn73Dwg/S1Aorwz5Y1I/AAAAAAAAJNg/TgKte9S2GkU/s400/Altar+Servers%5B4%5D.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="FONT-STYLE: normal"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;“O blog do Padre Z relata um programa destinado a aumentar a participação de meninos e jovens na Missa como coroinhas.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A participação dos coroinhas teve um aumento de 500% ao adotar regras mais exigentes&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Voltando a adotar práticas mais exigentes para os coroinhas, dois homens foram capazes de aumentar a participação em sua paróquia de 10 para 60 rapazes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;“Servir no altar na paróquia Sagrada Família permite aos jovens estarem mais plenamente integrados na Missa e lhes dá oportunidade de experimentar mais de perto o Sacrifício de Cristo. Sagrada Família propicia um ambiente que os fazem sentir bem-vindos e necessários e é uma excelente experiência”, explica Carson Lind, de 19 anos, um “veterano coroinha com 7 anos de atividade”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;b&gt;Resposta&lt;/b&gt; &lt;b&gt;a uma necessidade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Bob e Mark, membros da paróquia Sagrada Família em St. Louis Park, Minnesota, queriam ver mais garotos envolvidos na Missa. Parecia-lhes que a função de coroinha poderia ajudar aos jovens a participarem mais plenamente e, possivelmente, chegar a discernir uma vocação sacerdotal. Bob e Mark aproximaram-se de seu pároco, o padre Dufner, e compartilharam com ele esta visão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;b&gt;De onde surgiu a idéia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ambos haviam servido, quando jovens, em grupos de coroinhas reservados somente a meninos e lembravam da experiência com carinho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;b&gt;Como funciona&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em primeiro lugar propuseram fazer o programa somente para rapazes. Acreditavam que isso aumentaria o desejo dos jovens em participar do programa. O padre Dufner concordou. Depois trataram de criar uma atmosfera mais reverente usando batinas e sobrepelizes e comprando calçados iguais. Finalmente treinaram os rapazes nas funções tradicionais de coroinhas, instituindo um sistema de cargos “hierárquicos” com nomenclatura própria que tornou mais acessível e atraente para os jovens a atividade. Com estas regras mais rigorosas o programa experimentou um enorme crescimento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;b&gt;Os resultados&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O grupo cresceu, nos últimos sete anos, de 10 para 60 participantes. Há rapazes de várias idades, o que permite que os mais velhos instruam os mais novos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;b&gt;Elementos chaves&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Bob e Mark crêem que há alguns elementos chaves que ajudaram no sucesso do programa. Os jovens da paróquia responderam bem à atmosfera reservada para rapazes e, especialmente, o tempo extra que lhes permitiram passar com o padre Dufner, tanto durante os treinamentos como fora da Missa em diversas atividades como jogar bola ou pescar. Também ajudou a motivação a hierarquia de funções, junto com o alto padrão de ordem e disciplina do programa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;b&gt;Como implementar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Uma boa maneira de implementar esse programa é encontrar homens com espírito de liderança que tenham o desejo de ver uma maior participação de rapazes na Missa e animar-lhes a começar um programa de coroinhas. Ajudar a estes líderes a criar um ambiente divertido e competitivo instituindo um sistema de faixas hierárquicas com distintas nomenclaturas, colocando em vigor um rígido código de vestimenta e organizando atividades esportivas complementares somente para os coroinhas. Isto ajudará a estimular os rapazes a servir a Deus e à sua Igreja.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
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Publicamos alguns trechos da intervenção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: center; font-family: arial;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;******************&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;É urgente reafirmar o autêntico espírito da liturgia, do modo como está presente na ininterrupta tradição da Igreja e tem sido testemunhado, em continuidade com o passado, no magistério mais recente: a partir do Concílio Vaticano II até Bento XVI. Usei a palavra “continuidade”. É um termo querido ao actual Pontífice, que fez dele competentemente o critério para a única interpretação correcta da vida da Igreja e, em particular, dos documentos conciliares, assim como dos propósitos de reforma a todos os níveis neles contidos. E como poderia ser diferente? Porventura, podemos imaginar uma Igreja antes e outra depois, como se tivesse sido produzida uma suspensão na história do corpo eclesial? Ou então, podemos afirmar que a Esposa de Cristo entrou, no passado, num tempo histórico no qual o Espírito não a tenha assistido, de modo que este tempo deva ser quase esquecido ou apagado?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E no entanto, às vezes, algumas pessoas dão a impressão de que aderem àquela que é justo definir como uma verdadeira ideologia, ou seja, uma idéia preconcebida, aplicada à história da Igreja e que nada tem a ver com a fé autêntica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;É fruto dessa ideologia, desviante, por exemplo, a repetida distinção entre Igreja pré-conciliar e Igreja pós-conciliar. Tal linguagem pode até ser legítima, contanto que não se compreendam deste modo duas Igrejas: uma – a pré-conciliar – que nada teria a dizer ou dar porque está irremediavelmente superada; e a outra – a pós-conciliar – que seria uma realidade nova nascida do Concílio e de um seu presumível espírito, em ruptura com o seu passado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O que se afirmou até agora acerca da “continuidade” tem algo a ver com o tema que fomos chamados a enfrentar? Sim, de maneira absoluta. Porque não pode existir o autêntico espírito da liturgia se não nos aproximarmos dela com ânimo sereno, não polémico acerca do passado, quer remoto quer próximo. A liturgia não pode nem deve ser terreno de conflito entre quem encontra o bem só naquilo que estava antes de nós e quem, ao contrário, no que estava antes encontra quase sempre o mal. Só a disposição para olhar o presente e o passado da liturgia da Igreja como um património único e em desenvolvimento homogéneo pode conduzir-nos a haurir com júbilo e gosto espiritual o autêntico espírito da liturgia. Por conseguinte, é um espírito que devemos receber da Igreja e que não é fruto das nossas invenções. Um espírito, acrescento, que nos leva ao essencial da liturgia, ou melhor, à oração inspirada e guiada pelo Espírito Santo, na qual Cristo continua a vir até nós contemporâneo, a fazer irrupção na nossa vida. Deveras o espírito da liturgia é a liturgia do Espírito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Na medida em que nos assemelhamos ao autêntico espírito da liturgia, tornamo-nos também capazes de entender quando uma música ou um canto podem pertencer ao património da música litúrgica ou sacra. Noutras palavras, capazes de reconhecer a única música que tem direito de cidadania no rito litúrgico, porque é coerente com o seu espírito autêntico. Então, se no início deste curso falámos sobre o espírito da liturgia, fizemo-lo porque só a partir dele é possível identificar quais são a música e o canto litúrgico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em relação ao tema proposto não pretendo ser cabal. Nem tratar todos os temas que seria útil enfrentar para um panorama completo da questão. Limito-me a considerar alguns aspectos da liturgia com referência específica à celebração eucarística, assim como a Igreja os apresenta e do modo como aprendi a aprofundá-los nestes dois anos de serviço ao lado de Bento XVI: um verdadeiro mestre de espírito litúrgico, quer através do seu ensinamento, quer do exemplo da sua celebração.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: center; font-family: arial;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;A participação activa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os santos celebraram e viveram o acto litúrgico participando concretamente nele. A santidade, como êxito da sua vida, é o testemunho mais bonito de uma participação deveras viva na liturgia da Igreja. Portanto, de modo justo e providencial, o Concílio Vaticano II insistiu muito sobre a necessidade de favorecer uma participação autêntica dos fiéis na celebração dos santos mistérios, no momento em que recordou a chamada universal à santidade. Esta indicação competente encontrou confirmação e relançamento pontuais nos inúmeros documentos sucessivos do magistério até aos nossos dias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Contudo, nem sempre houve uma compreensão correcta da “participação activa”, da maneira como a Igreja ensina e exorta a vivê-la. Certamente, participa-se activamente inclusive quando se realiza, dentro da celebração litúrgica, o serviço que é próprio a cada um; quando se tem uma compreensão melhor da Palavra de Deus ouvida e da oração recitada; quando se une a própria voz à dos outros no canto coral… Entretanto, tudo isto não significaria participação verdadeiramente activa se não conduzisse à adoração do mistério de salvação em Jesus Cristo morto e ressuscitado por nós: porque só quem adora o mistério, acolhendo-o na própria vida, demonstra ter compreendido o que se está a celebrar e, por conseguinte, ser autenticamente partícipe da graça do acto litúrgico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A verdadeira acção que se realiza na liturgia é a acção do próprio Deus, a sua obra salvífica em Cristo a nós participada. Esta, entre outras, é a verdadeira novidade da liturgia cristã em relação às outras acções cultuais: o próprio Deus age e realiza o que é essencial, enquanto o homem é chamado a abrir-se à acção de Deus, com a finalidade de permanecer transformado nela. O ponto essencial da participação activa, consequentemente, é que a diferença entre o agir de Deus e o nosso seja superada, que nos possamos tornar um só em Cristo. Eis porque não é possível participar sem adorar. Escutemos ainda um trecho da &lt;em&gt;Sacrosanctum concilium&lt;/em&gt;: “É por isso que a Igreja procura, solícita a cuidadosa, que os cristãos não assistam a este mistério de fé como estranhos ou espectadores mudos, mas participem na acção sagrada, consciente, piedosa e activamente, por meio de uma boa compreensão dos ritos e orações; sejam instruídos na Palavra de Deus; se alimentem na mesa do Corpo do Senhor; dêem graças a Deus; aprendam a oferecer-se a si mesmos, ao oferecer juntamente com o sacerdote, que não só pelas mãos dele, a hóstia imaculada; que dias após dia, por Cristo Mediador, progridam na unidade com Deus e entre si, para que finalmente Deus seja tudo em todos” (n. 48).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em relação a isto, o restante é secundário. Em particular, refiro-me às acções exteriores, não obstante importantes e necessárias, previstas sobretudo durante a Liturgia da Palavra. Cito-as porque se se tornarem o essencial da liturgia e forem reduzidas a um agir genérico, então o autêntico espírito da liturgia ficará subentendido. Consequentemente, a verdadeira educação litúrgica não pode consistir simplesmente na aprendizagem e no exercício de actividades exteriores, mas na introdução à acção essencial, à obra de Deus, ao mistério pascal de Cristo pelo qual se deixar alcançar, envolver e transformar. E não se confunda a realização de gestos externos com o justo envolvimento da corporeidade no acto litúrgico. Sem nada subtrair ao significado e importância do gesto externo que acompanha o acto interior, a Liturgia exige muito mais do corpo humano. De facto, requer o seu total e renovado empenho na quotidianidade da vida. É o que Bento XVI chama “coerência eucarística”. Justamente o exercício pontual e fiel dessa coerência é a expressão mais autêntica da participação inclusive corpórea no acto litúrgico, na acção salvífica de Cristo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Acrescento ainda. Estamos certos de que a promoção da participação activa consiste em tornar tudo o mais possível e imediatamente compreensível? Será que o ingresso no mistério de Deus às vezes pode ser acompanhado melhor pelo que senibiliza as razões do coração? Em alguns casos, não acontece que se dá um espaço desproporcionado à palavra, maçadora e banalizada, esquecendo que à liturgia pertencem palavra e silêncio, canto e música, imagens, símbolos e gestos? E, porventura, a língua latina, o canto gregoriano e a polifonia sacra não pertencem a esta múltipla linguagem que introduz no centro do mistério e, portanto, na verdadeira participação?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: center; font-family: arial;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Qual música para a liturgia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não compete a mim aprofundar o que concerne à música sacra ou litúrgica. Outros, com mais competência, tratarão o temo no decurso dos próximos encontros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Entretanto, oq eu gostaria de realçar é que a questão da música litúrgica não pode ser considerada independentemente do autêntico espírito da liturgia e, por conseguinte, da teologia litúrgica e da espiritualidade que deriva dela. Então, o que se afirmou – ou seja que a liturgia é um dom de Deus que a Ele nos orienta e que, mediante a adoração, nos permite sair de nós mesmos para nos unir a Ele e aos outros – não só procura fornecer alguns elementos úteis para a compreensão do espírito litúrgico, mas também elementos necessários ao reconhecimento do que música e canto verdadeiramente podem dizer à liturgia da Igreja.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A propósito, permito-me uma breve reflexão orientativa. Poder-se-ia perguntar o motivo pelo qual a Igreja nos seus documentos, mais ou menos recentes, insiste em indicar um determinado tipo de música e de canto como especialmente conformes com a celebração litúrgica. Já o Concílio de Trento inteviera no conflito cultural então em acto, restabelecendo a norma pela qual na música a aderência à Palavra é prioritária, limitando o uso dos instrumentos e indicando uma clara diferença entre música profana e música sacra. Com efeito, a música sacra nunca pode ser entendida como expressão de pura subjectividade. Ela está ancorada nos textos bíblicos ou da tradição, e deve ser celebrada na forma de canto. Em época mais recente, o Papa São Pio X interveio de modo análogo, procurando afastar a música operística da liturgia e indicando o canto gregoriano e a polifonia da época da renovação católica como critério da música litúrgica, para que fosse diferenciada da música religiosa em geral. O Concílio Vaticano II afirmou as mesmas indicações, assim como as intervenções magisteriais mais recentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por que, então, a insistência da Igreja em apresentar as características típicas da música e do canto litúrgico, de tal modo que permaneçam distintos de todas as outras formas musicais? E por que o canto gregoriano como a polifonia sacra clássica resultam ser formas musicais exemplares, à luz das quais continuar hoje a produzir música litúrgica, inclusive popular?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A resposta a esta pergunta está exactamente naquilo que procuramos afirmar a propósito do espírito da liturgia. São precisamente aquelas formas musicais – na sua santidade, bondade e universalidade – que traduzem em notas, melodia e canto o autêntico espírito litúrgico: orientando para a adoração do mistério celebrado, favorecendo uma participação autêntica e integral, ajudando a compreender o sagrado e, portanto, a primazia essencial da acção de Deus em Cristo, permitindo um desenvolvimento musical não desligado da vida da Igreja e da contemplação do seu mistério.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Permiti-me uma última citação de Joseph Ratzinger: “Gandhi evidencia três espaços de vida dos cosmos e mostra como cada um destes três espaços vitais comunica também um modo próprio de ser. No mar vivem os peixes, que se calam. Os animais sobre a terra gritam, mas os pássaros, cujo espaço vital é o céu, cantam. Calar é próprio do mar; gritar, da terra; cantar, do céu. Contudo, o homem participa nos três: ele traz em si a profundidade do mar, o peso da terra e a elevação do céu; por isso são suas também as três propriedades: calar, gritar e cantar. Hoje (…) vemos que ao homem sem transcendência permanece apenas o gritar, porque quer ser só terra e procura fazer tornar-se terra inclusive o céu e a profundidade do mar. A verdadeira liturgia, a liturgia da comunhão dos santos, restitui-lhe a própria totalidade. Ensina-lhe de novo o calar e o cantar, abrindo-lhe a profundidade do mar e ensinando-lhe a voar, a essência do anjo; ao elevar seu coração, faz ressoar de novo nele aquele canto que se tinha quase adormecido. Aliás, podemos dizer até que a verdadeira liturgia se reconhece exactamente pelo facto que nos liberta do agir comum e nos restitui a profundidade e a elevação, o silêncio e o canto. A verdadeira liturgia reconhece-se pelo facto que é cósmica, não sob medida para um grupo. Ela canta com os anjos. Cala-se com a profundidade do universo em expectativa. E assim, redime a terra” (&lt;em&gt;Cantate al Signore um canto nuovo&lt;/em&gt;, PP. 153-154)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Concluo. Já há alguns anos, na Igreja fala-se sobre a necessidade de uma renovação litúrgica. De um movimento, de qualquer modo semelhante ao que lançou as bases para a reforma promovida pelo Concílio Vaticano II, que seja capaz de actuar uma reforma da reforma, ou melhor ainda, um passo em frente na compreensão do autêntico espírito litúrgico e da sua celebração: levando a cabo dessa maneira a reforma providencial da liturgia que os Padres conciliares começaram, mas que nem sempre, na actuação prática, encontrou uma realização pontual e satisfatória.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="text-align: right; font-family: arial;" align="right"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fonte: L’Osservatore Romano&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 10pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://www.salvemaliturgia.com"&gt;http://www.salvemaliturgia.com&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2823245313993937883-1168705151135159752?l=www.salvemaliturgia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.salvemaliturgia.com/feeds/1168705151135159752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2010/02/o-silencio-e-o-canto.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/1168705151135159752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/1168705151135159752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2010/02/o-silencio-e-o-canto.html' title='O Silêncio e o Canto'/><author><name>Wescley Luís de Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03082480881022581130</uri><email>wescleyluis@uol.com.br</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14114886821252293996'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vA9zo5uFL70/S2CzgCm_vPI/AAAAAAAAAK4/nKpy8YePL-I/s72-c/450px-Mons__Guido_Marini_-_2008-05-18_-_Visita_di_Papa_Benedetto_XVI_a_Genova.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2823245313993937883.post-95774491084454735</id><published>2009-12-28T18:00:00.003-02:00</published><updated>2009-12-29T12:13:12.520-02:00</updated><title type='text'>Retrospectiva 2009</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No dia 15 de Abril deste ano, foi iniciado o blog Salvem a &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Liturgia&lt;/span&gt;! com sua primeira &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;postagem&lt;/span&gt;, &lt;a href="http://www.salvemaliturgia.com/2009/04/objetivos.html"&gt;nossos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;objetivos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.  Desde então tivemos 66.970 visitas computadas chegando a 877 visitas em um único dia em 10 de Dezembro. O número de visualizações de página foi de 120.328. Segundo nossos sistemas de contagem de visitas, tivemos 54 visitas do Estado do Vaticano.   Além disto nos visitaram outros 81 países, dentro os quais se destacaram:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Brasil 59.390&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Portugal 2.312&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Estados Unidos 1.330&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Espanha 1201&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Itália 586&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;No Brasil, fomos visitados por 250 cidades, as que nos deram mais visitas foram:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;São Paulo 9287&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Rio de Janeiro 5895&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Belo Horizonte 3675&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Brasília 2447&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Porto Alegre 2219&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fortaleza 2174&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Campinas 1925&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Curitiba&lt;/span&gt; 1892&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Recife 1822&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Salvador 1174&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Goiânia&lt;/span&gt; 1249&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Florianópolis&lt;/span&gt; 1057&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ribeirão Preto 1026&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Em Portugal foram 64, entre elas citamos:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Lisboa 593&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cidade do Porto 401&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Coimbra 149&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Sines 148&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tomar 117&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Nos Estados Unidos recebemos visita de 49 estados, dentro os quais destacamos:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Califórnia  650&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Nova York 80&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Massachusetts&lt;/span&gt; 53&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Pennsylvania&lt;/span&gt; 50&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Foram publicadas  196 &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;postagens&lt;/span&gt;, contando com essa. Lançamos 5 revistas "Salvem a Liturgia!" que tiveram 1303 &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;downloads&lt;/span&gt;: &lt;a href="http://www.4shared.com/file/109864980/7d7fa09d/salvem_a_liturgia_ed_01_final.html"&gt;1ª&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.4shared.com/file/117630146/d7a71988/salvem_a_liturgia_ed_02.html"&gt;2ª&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.4shared.com/file/127956430/a2bcf7db/salvem_a_liturgia_ed_03.html"&gt;3ª&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.4shared.com/file/142234123/ffbcbe03/salvem_a_liturgia_ed_04.html"&gt;4ª&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.4shared.com/file/176087804/e526ea9/salvem_a_liturgia_ed_05.html"&gt;5ª&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Fomos citados 4 vezes no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;New&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Liturgical&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Moviment&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.newliturgicalmovement.org/2009/07/reform-of-reform-in-sao-paulo-brazil.html"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Missa na paróquia do Padre Tiago&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.newliturgicalmovement.org/2009/11/ordination-with-bishop-schneider.html"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Ordenação &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Presbiteral&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.newliturgicalmovement.org/2009/11/brazilian-bishops-celebrate-versus-deum.html"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Bispos Brasileiros celebram &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Versus&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Deum&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="javascript:void(0);" target="_blank" onclick="_linkInterstitial('http://www.newliturgicalmovement.org/200\74wbr\769/12/ark-of-mary-fraternity.html'); return false;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.newliturgicalmovement.org/2009/12/ark-of-mary-fraternity.htm"&gt;Arca de Maria&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Contamos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;atualmente&lt;/span&gt; com 105 seguidores, além de várias pessoas que acompanham nosso blog. Terminamos com essa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;retrospectiva&lt;/span&gt; nossos trabalhos no blog neste ano de 2009. Entraremos em recesso, retornando no final de Janeiro do próximo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A equipe do blog Salvem a Liturgia! deseja a todos os leitores um feliz a abençoado ano novo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://www.salvemaliturgia.com"&gt;http://www.salvemaliturgia.com&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2823245313993937883-95774491084454735?l=www.salvemaliturgia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.salvemaliturgia.com/feeds/95774491084454735/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/retrospectiva-2009.html#comment-form' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/95774491084454735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/95774491084454735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/retrospectiva-2009.html' title='Retrospectiva 2009'/><author><name>Kairo Rosa Neves de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00106446571059075438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='17193171586565134166'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2823245313993937883.post-247816721465852409</id><published>2009-12-25T15:50:00.001-02:00</published><updated>2009-12-25T15:55:46.678-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='i'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arranjo beneditino'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bento XVI'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='missa solene'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Missa nova'/><title type='text'>Missa do Galo na Basílica de São Pedro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na noite desta quinta-feira, O Santo Padre celebrou na basílica de São Pedro a Missa do Galo, missa da noite de Natal. Diferentemente dos anos anteriores, a celebração iniciou-se às vinte e duas horas. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Mons&lt;/span&gt;. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Guido&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Marini&lt;/span&gt;, em recente entrevista, afirma que tal mudança não ocorreu em função de nenhuma piora da saúde do papa, mas sim para que o pontífice possa &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;descansar&lt;/span&gt; um pouco mais entre as celebrações. A seguir mostramos as fotos da celebração, na qual Bento XVI mais uma vez demonstra que mesmo a forma ordinária do rito romano pode e deve ser celebrado com zelo, piedade e solenidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPZqVG8QNI/AAAAAAAAC3Y/Rx8jLeQ2I7o/s1600-h/xc1.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 299px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPZqVG8QNI/AAAAAAAAC3Y/Rx8jLeQ2I7o/s400/xc1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418914097900830930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na procissão de entrada, sete velas acompanham a cruz, algo próprio da missa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;estacional&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPZqN2igCI/AAAAAAAAC3Q/iqjvPipp9HQ/s1600/xc2.jpg" alt="[&lt;span class=" error="" id="SPELLING_ERROR_5" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPZpwFIRwI/AAAAAAAAC3I/ss26LzTRn0Q/s1600-h/xc3.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 299px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPZpwFIRwI/AAAAAAAAC3I/ss26LzTRn0Q/s400/xc3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418914087961118466" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPZpm3tTNI/AAAAAAAAC3A/eh95CMqL7NE/s1600-h/xc4.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 299px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPZpm3tTNI/AAAAAAAAC3A/eh95CMqL7NE/s400/xc4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418914085488905426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Também sobre o altar estão 7 velas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPZpc5ot6I/AAAAAAAAC24/F-OgxIdMpa4/s1600-h/xc5.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 297px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPZpc5ot6I/AAAAAAAAC24/F-OgxIdMpa4/s400/xc5.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418914082812639138" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPaFsmOELI/AAAAAAAAC3o/-TVwWJdVpRY/s1600-h/xc6.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 301px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPaFsmOELI/AAAAAAAAC3o/-TVwWJdVpRY/s400/xc6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418914568062505138" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPaFRJQBdI/AAAAAAAAC3g/nuNNFzfwsfw/s1600-h/xc7.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 299px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPaFRJQBdI/AAAAAAAAC3g/nuNNFzfwsfw/s400/xc7.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418914560693241298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o "Gloria &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;in&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;excelsis&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Deo&lt;/span&gt;", tocaram os sinos da Basílica de São Pedro.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPcKeOwsiI/AAAAAAAAC34/dwo5q41pDuI/s1600-h/1.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 296px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPcKeOwsiI/AAAAAAAAC34/dwo5q41pDuI/s400/1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418916849128616482" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPcKK8eclI/AAAAAAAAC3w/MMKNTn4o4pU/s1600-h/2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 299px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPcKK8eclI/AAAAAAAAC3w/MMKNTn4o4pU/s400/2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418916843951649362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPgtVZQCCI/AAAAAAAAC4g/4LTZoG4cNa0/s1600-h/3.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 301px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPgtVZQCCI/AAAAAAAAC4g/4LTZoG4cNa0/s400/3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418921846098626594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As leituras foram feitas em inglês e espanhol e o salmo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;responsorial&lt;/span&gt; cantado em italiano.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPgtSwY0JI/AAAAAAAAC4Y/PXJiACZ0Z70/s1600-h/4.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 298px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPgtSwY0JI/AAAAAAAAC4Y/PXJiACZ0Z70/s400/4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418921845390364818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPgs7EdJII/AAAAAAAAC4Q/8g3midohFl0/s1600-h/5.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPgs7EdJII/AAAAAAAAC4Q/8g3midohFl0/s400/5.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418921839032083586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPgss5E4uI/AAAAAAAAC4I/ID3zt7KzbAA/s1600/9.jpg" alt="[9.&lt;span class=" error="" id="SPELLING_ERROR_11" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPgsTQaiMI/AAAAAAAAC4A/5B3OwqdBgQo/s1600-h/10.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 295px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPgsTQaiMI/AAAAAAAAC4A/5B3OwqdBgQo/s400/10.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418921828344826050" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O evangelho foi cantado em latim.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPhMeJIBHI/AAAAAAAAC4w/Guq0-J0E-F4/s1600-h/12.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 297px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPhMeJIBHI/AAAAAAAAC4w/Guq0-J0E-F4/s400/12.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418922381022856306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPhME8sXWI/AAAAAAAAC4o/zdjp74RiyTY/s1600-h/13.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 298px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPhME8sXWI/AAAAAAAAC4o/zdjp74RiyTY/s400/13.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418922374259826018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPhkAS2YkI/AAAAAAAAC44/952Hkgj2mwY/s1600-h/1.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPhkAS2YkI/AAAAAAAAC44/952Hkgj2mwY/s400/1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418922785327440450" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPlPHic-UI/AAAAAAAAC5Q/nzYerpZFsvE/s1600-h/1.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 299px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPlPHic-UI/AAAAAAAAC5Q/nzYerpZFsvE/s400/1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418926824541190466" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPlO-fX2NI/AAAAAAAAC5I/BpOn56Gupc8/s1600-h/2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 298px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPlO-fX2NI/AAAAAAAAC5I/BpOn56Gupc8/s400/2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418926822112352466" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Durante o Credo, às palavras "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Et&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;incarnatus&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;est&lt;/span&gt;..." todos se ajoelham como é próprio da liturgia do natal.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPlOsJSf5I/AAAAAAAAC5A/JlTSa4HRLwc/s1600-h/3.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 298px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPlOsJSf5I/AAAAAAAAC5A/JlTSa4HRLwc/s400/3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418926817187889042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPqsNeOiqI/AAAAAAAAC54/C6w_E6nsQJQ/s1600/1.jpg" alt="[1.&lt;span class=" error="" id="SPELLING_ERROR_15" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPqr0hHLEI/AAAAAAAAC5w/uA30WAf0QSA/s1600-h/2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 298px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPqr0hHLEI/AAAAAAAAC5w/uA30WAf0QSA/s400/2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418932815209638978" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPqrbf2SDI/AAAAAAAAC5o/1m3v4MoFrYI/s1600-h/3.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 298px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPqrbf2SDI/AAAAAAAAC5o/1m3v4MoFrYI/s400/3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418932808493451314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPqrLBLQlI/AAAAAAAAC5g/-0SWtHcaMSA/s1600-h/4.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPqrLBLQlI/AAAAAAAAC5g/-0SWtHcaMSA/s400/4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418932804069835346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPqqwieqBI/AAAAAAAAC5Y/pq8GKniREbc/s1600-h/6.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 299px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPqqwieqBI/AAAAAAAAC5Y/pq8GKniREbc/s400/6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418932796961761298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPrHxmxNFI/AAAAAAAAC6Y/fA5i7uWNGW4/s1600-h/8.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPrHxmxNFI/AAAAAAAAC6Y/fA5i7uWNGW4/s400/8.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418933295464395858" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O cânon e diversas outras partes da missa foram ditas em latim.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPrHj2OPeI/AAAAAAAAC6Q/AVLigKu4oO0/s1600-h/9.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 297px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPrHj2OPeI/AAAAAAAAC6Q/AVLigKu4oO0/s400/9.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418933291771117026" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPrHa-EusI/AAAAAAAAC6I/wgeAT_xpe_g/s1600-h/10.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 296px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPrHa-EusI/AAAAAAAAC6I/wgeAT_xpe_g/s400/10.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418933289388128962" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os diáconos, bem como todos os fiéis mantiveram-se de joelhos durante a consagração, conforme as rubricas do rito romano.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPrHLSbCtI/AAAAAAAAC6A/aVioQhGIFbk/s1600-h/11.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 297px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPrHLSbCtI/AAAAAAAAC6A/aVioQhGIFbk/s400/11.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418933285178510034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPrOk1bh1I/AAAAAAAAC6g/hcnKsr5jQ7M/s1600-h/12.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPrOk1bh1I/AAAAAAAAC6g/hcnKsr5jQ7M/s400/12.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418933412295313234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPtl91W1xI/AAAAAAAAC64/VD9mSXGPUFw/s1600-h/2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPtl91W1xI/AAAAAAAAC64/VD9mSXGPUFw/s400/2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418936013166139154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O papa distribuiu a comunhão aos fiéis &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;diretamente&lt;/span&gt; na boca e de joelhos, mostrando que essa é a forma tradicional e ordinária, que demonstra respeito e adoração.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPtlxzLdRI/AAAAAAAAC6w/38eAQXEqyu4/s1600-h/1.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 298px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPtlxzLdRI/AAAAAAAAC6w/38eAQXEqyu4/s400/1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418936009935779090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPtlhy2dTI/AAAAAAAAC6o/3nO_4QI5jwU/s1600-h/3.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPtlhy2dTI/AAAAAAAAC6o/3nO_4QI5jwU/s400/3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418936005639435570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPyRYsS6II/AAAAAAAAC7I/7Y3G-m9sI0g/s1600-h/1.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 296px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPyRYsS6II/AAAAAAAAC7I/7Y3G-m9sI0g/s400/1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418941157156776066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPyRHrOFKI/AAAAAAAAC7A/bwZwCcdCMIY/s1600-h/2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPyRHrOFKI/AAAAAAAAC7A/bwZwCcdCMIY/s400/2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418941152588862626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPycjiVBFI/AAAAAAAAC7Q/U0Jpsturmpg/s1600-h/7.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 298px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPycjiVBFI/AAAAAAAAC7Q/U0Jpsturmpg/s400/7.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418941349046322258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
Post retirado do blogue Salvem a Liturgia&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.salvemaliturgia.com"&gt;http://www.salvemaliturgia.com&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2823245313993937883-247816721465852409?l=www.salvemaliturgia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.salvemaliturgia.com/feeds/247816721465852409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/missa-do-galo-na-basilica-de-sao-pedro.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/247816721465852409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/247816721465852409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/missa-do-galo-na-basilica-de-sao-pedro.html' title='Missa do Galo na Basílica de São Pedro'/><author><name>Kairo Rosa Neves de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00106446571059075438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='17193171586565134166'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_oN5K_WcO5JM/SzPZqVG8QNI/AAAAAAAAC3Y/Rx8jLeQ2I7o/s72-c/xc1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2823245313993937883.post-2893717739937609551</id><published>2009-12-25T15:38:00.001-02:00</published><updated>2009-12-27T00:52:09.701-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Papa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zelo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='canto polifônico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='latim'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='canto gregoriano'/><title type='text'>Padre, o senhor gostou da Missa do Galo celebrada pelo Papa?</title><content type='html'>&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pois é, padre, se o senhor gostou, então por que em Roma tem incenso e em sua paróquia não? Se o senhor gostou, então por que em Roma há canto gregoriano e polifonia sacra e em sua paróquia só música religiosa popular, muitas vezes de péssimo gosto estético e letras pobres e fracas? Se o senhor gostou, então por que em Roma a Missa foi em latim e em sua paróquia nem mesmo um “Dominus vobiscum” se ouve? Se o senhor gostou, então por que em Roma o Papa distribuiu a Sagrada Comunhão exclusivamente na boca e com os fiéis de joelhos e em sua paróquia não só essa postura não é incentivada, como, muitas vezes, vista com maus olhos? Se o senhor gostou, então porque na Missa celebrada pelo Santo Padre, ele foi ajudado por diáconos e acólitos, e em sua paróquia o senhor insiste em colocar “ministros extraordinários da Comunhão” para fazer um papel que não lhes compete? Se o senhor gostou, então por que na Basílica de São Pedro o silêncio, a sacralidade, a solenidade e a sobriedade reinaram, e em sua paróquia o que se viu foi palmas ritmadas acompanhando as músicas, teatrinhos no lugar da homilia, cantos com melodias nada sacras? Se o senhor gostou, então por que o Papa fez um sermão espiritualmente profundo e ricamente teológico e em sua paróquia a homilia foi melosa, romântica e sem conteúdo? Se o senhor gostou, então por que o Romano Pontífice usou alva, cíngulo, amito, estola, dalmática e casula, e em sua paróquia o senhor usa apenas uma túnica protestantizada com uma estola por cima?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A Missa celebrada pelo Papa é o modelo de todas as Missas. É nela que devem os sacerdotes se espelhar. Não se pode ter medo de latim, de canto gregoriano, de polifonia sacra, de silêncio, de paramentos belíssimos, de Comunhão de joelhos. Evitar isso, que se vê abundantemente na Missa do Papa, é ter medo não do latim, do canto gregoriano etc, mas do catolicismo; é substituir a liturgia católica por qualquer coisa que é um seu arremedo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Senhor padre, o povo não tem receio da tradição litúrgica, nem do latim, nem da piedade, nem da sacralidade ou do silêncio. Talvez alguns não saibam apreciar tudo isso, mas é questão de educá-los. Vamos abolir as letras apenas porque existem analfabetos? Ou vamos ensinar-lhes o significado?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
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Júlio Maria de Lombaerde&lt;br /&gt;Extraído de: http://www.sociedadecatolica.com.br/modules/smartsection/item.php?itemid=546 desde 24/12/2009.&lt;br /&gt;Saiba mais: Catecismo da Igreja Católica, n. 1365-1381 &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;O Natal é essencialmente uma festa Eucarística.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste dia o povo cristão apresenta-se diante do presépio, onde é representada a cena inolvidável de Belém, experimenta nesta vista, até sem o querer, sentimentos de admiração e de ternura: é a lembrança do menino Deus, de Deus feito criancinha... deitado ali na pobreza mais completa, no mais total abandono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada Tabernáculo é um novo presépio, onde nasce o Salvador, na mesma pobreza, envolto em paninhos e deitado numa manjedoura, onde Ele quer ser tomado pela comunhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Belém e o Tabernáculo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a luz da fé não nos iluminasse, quem seria capaz de reconhecer no menino de Belém o Criador do universo, Aquele que governa o mundo, preside os destinos da criação, o Senhor do paraíso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No paraíso Ele está sentado num trono de glória e de grandeza suprema. Em Belém está reclinado no presépio humilde e de desprezo. No paraíso, resplandece de majestade. Em Belém está envolto em faixas infantis. No paraíso é infinitamente feliz na contemplação e no amor na sua essência. Em Belém está sujeito aos sofrimentos, derramando lágrimas entre rangidos de dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem obrigou o Deus infinito se abaixar do paraíso, nesse pobre presépio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o amor (Jo 3,16). É a única palavra que explica o presépio, calvário e o tabernáculo. Não procuremos outra explicação: tudo está aí! Deus amou tanto o homem, que se fez criança para acariciá-lo! Que se fez vítima para salvá-lo! Que se fez pão para ser alimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o amor de Deus pelos homens que o tornou pobre, aniquilado, sujeito aos sofrimentos, para que sua pobreza enriquecesse a nossa vida - para que as humilhações nos merecessem a glória celeste, - para que os seus sofrimentos fossem a nossa felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que os anjos anunciam a paz, quando o Senhor do universo está reclinado num presépio de animais. A paz, de fato, não está na grandeza, na glória; mas sim na humildade... ela habita a choupana do pobre, e muitas vezes foge do palácio dos ricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus nasceu na pobreza, morrerá na pobreza e continuará a sua vida eucarística na pobreza de nossos tabernáculos e na pobreza extrema de nossos corações. Notemos que há aqui uma sucessão, divinamente preparada... para evitar transições chocantes, que repugnariam a majestade divina e a nossa confiança em Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo da encarnação é a Eucaristia, ou melhor, é o coração do homem que Jesus Cristo quer conquistar, e no qual quer fixar a sua morada. Ora, o coração do homem é tão estreito, tão mesquinho, tão pobre, tão manchado que se fica tomado de pavor estudando-lhe as aspirações e as tendências. É neste coração entretanto que Jesus quer morar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, meçam a distancia entre o esplendor da glória celeste... e o abismo frio do coração humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus não pode descer diretamente, é preciso que Ele deponha um por um, os raios da sua glória, até poder entrar neste coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o que Ele fez para a encarnação. Despe-se do aparato de sua Divindade: E ei-lo sob as aparências de uma criancinha. Despe-se de sua glória: E ei-lo reclinado numa pobre manjedoura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde despir-se-á de sua dignidade, será pregado na cruz como malfeitor. Despir-se-á, enfim, até da aparência humana, velando-se pelas aparências de um pouco de pão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas próprias aparências de pão, serão destruídas pela manducação, e Ele, o grande Deus, o grande Glorioso, espiritual, entrará diretamente em contato com nosso coração... sem intermediário: coração a coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que maravilha admirável! Só Deus pode imaginar e realizar tais maravilhas: Belém e o tabernáculo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Manjedoura Celeste&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, compreendemos melhor a relação íntima que há entre Belém e o Tabernáculo; este último é o prolongamento da primeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belém significa: casa de pão, foi ali que se preparou o pão vivo, o pão descido do céu, que está depositado na Eucaristia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus escolheu Belém para berço, porque devia permanecer na Eucaristia, como alimento de nossa vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Belém, Ele se mostrou pequeno; na Eucaristia ele se mostra aniquilado. Em Belém, Ele escondia a sua divindade; na Eucaristia Ele esconde divindade e humanidade. Em Belém eram pobres faixas que envolviam o seu corpo; na Eucaristia são as espécies de pão que nos encobrem os encantos de sua beleza. Em Belém, estava reclinado num miserável presépio; na Eucaristia está num Tabernáculo não menos pobre. Em Belém encontrará alívio de seus sofrimentos no amor de sua mãe, de seu pai adotivo, dos inocentes pastores, na Eucaristia recebe as afrontas e os desprezos de seus próprios irmãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quem vos obrigou, ó grande Deus, a esconder-vos na Eucaristia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a mesma resposta: seu amor para conosco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejava unir-se intimamente ao nosso coração, e para realizar este desejo, escondeu sob espécies de pão, a grandeza da sua divindade e a glória de sua humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, examinemos de mais perto o Tabernáculo. Em Belém, Jesus podia ter tido um pequeno berço, uma rede, como usam os orientais; podia, sim, mas não convinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belém é a casa do pão. O pão é um alimento; é preciso pois, depositá-lo num receptáculo de alimento: e este receptáculo é a manjedoura, na qual se costuma depositar milho, farelo, farinha... para alimentar os animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus querendo ser alimento, devia ser depositado numa manjedoura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Eucaristia continua o seu estado. Ele é o nosso alimento. O Tabernáculo pelas suas dimensões estreitas, é a continuação e o prolongamento da manjedoura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele está ali deitado sobre os alvos paninhos do altar, esperando a visita dos pastores e dos magos, dos pobres e dos ricos, por eles representados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Belém, Jesus estava reclinado numa manjedoura terrestre, porque era Deus feito homem. Na Eucaristia, ele está reclinado numa manjedoura celeste, porque é Deus-homem feito pão celeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pão celeste, pão do céu, pão dos anjos, pão divino reclinado na manjedoura celeste da Eucaristia, Ele aspira a descer no coração de seus filhos, como em Belém, ele aspirava a ser acalentado nos braços da virgem pura, de José, dos pastores e dos magos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Concluindo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ó presépio de Belém, lembrai-me o presépio da eucaristia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste dia que festejamos Deus feito homem, lembremo-nos do Deus homem feito pão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se limite a nossa vista à parte exterior, material, deste dia abençoado, mas penetremos nos desígnios de Deus, e depois de ter adorado o grande Deus, feito criança... aproximemo-nos da mesa sagrada, para aí receber a criança feita pão para nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o mesmo Jesus! Ele começou a sua carreira no presépio de Belém... mas quer terminá-la no presépio de nosso coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Belém, Ele veio para amar; na Eucaristia Ele está para alimentar. Em Belém, Ele veio trazer-nos o seu amor; na Eucaristia, Ele vem receber o nosso amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cantemos pois, alegres, com a Igreja: Quem não amará em retribuição aquele que tanto nos amou? Quem não receberá aquele que se faz alimento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem não irá haurir a vida no coração daquele que vem trazer a vida e a felicidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus do presépio, sede também o Jesus no nosso coração!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+ + +&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Mistagogia Eucarística do Pe. Júlio Maria De Lombaerde - Ed. O Lutador.&lt;br /&gt;____________&lt;br /&gt;Para citar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DE LOMBAERDE, Pe. Júlio Maria: O Natal Eucarístico. Disponível em http://www.sociedadecatolica.com.br/modules/smartsection/item.php?itemid=546 desde 24/12/2009.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
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O &lt;a href="http://www.movimentoliturgico.com"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Motus&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Liturgicus&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, parceiro do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;SL&lt;/span&gt;, traz folhetos dignos do rito romano que podem ser impressos em A4, como já foi dito em outra circunstância. Aqui trazemos:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Solenidade do Natal do Senhor - Missa da Noite&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://movimentoliturgico.com.br/Portal/Download/Folhetos/NatalNC.pdf"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 286px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/SzEDOyXkaeI/AAAAAAAABAs/j3_S74XNS9Y/s400/natal+noite.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418115379277097442" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Solenidade do Natal do Senhor - Missa do Dia&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.movimentoliturgico.com.br/Portal/Download/Folhetos/NatalDC.pdf"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 286px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/SzEC4JRySgI/AAAAAAAABAk/0q_w5IySSss/s400/natal+Dia.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418114990289865218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Festa da Sagrada Família&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/SzEC32V-ELI/AAAAAAAABAc/0yZwT8Pr7fo/s1600-h/sagrada+fam%C3%ADlia.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 284px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/SzEC32V-ELI/AAAAAAAABAc/0yZwT8Pr7fo/s400/sagrada+fam%C3%ADlia.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418114985207140530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Solenidade de Santa Mãe de Deus, Maria&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://movimentoliturgico.com.br/Portal/Download/Folhetos/Santa_MariaC.pdf"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 284px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/SzEC3thHi8I/AAAAAAAABAU/mcRT_1tvtWM/s400/santa+maria.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418114982837980098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Solenidade da Epifania do Senhor&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://movimentoliturgico.com.br/Portal/Download/Folhetos/EpifaniaC.pdf"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 282px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/SzEC3VDJ4mI/AAAAAAAABAM/esKaAx1wn-U/s400/epifania.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418114976269853282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Festa do Batismo do Senhor&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/SzEC3CRckGI/AAAAAAAABAE/ggf1aj2MZXw/s1600-h/batismo+do+senhor.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 281px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/SzEC3CRckGI/AAAAAAAABAE/ggf1aj2MZXw/s400/batismo+do+senhor.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418114971229524066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Além de folhetos, o Motus Lturgicus trás ainda opções para oração dos fiéis e mais. Acesse e baixe os folhetos 'Sancta Missa":&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.movimentoliturgico.com.br/Portal/index.php?view=category&amp;amp;id=69%3Asancta-missa&amp;amp;option=com_content&amp;amp;Itemid=61"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 197px; height: 125px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/SzEDPLogDNI/AAAAAAAABA0/q1Se3M9JBzs/s400/Sancta+Missa.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418115386059001042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
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Fares Maakaroun, PSP, em seu típico e belíssimo rito bizantino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diácono Felipe Torres, que aparece sendo ordenado, hoje é sacerdote.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Seguem as fotos:&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/161/392446928_ee7e517580.jpg" alt="Felipe's Deaconal Ordination - 4 por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/158/392446929_619b08151f.jpg" alt="Felipe's Deaconal Ordination - 5 por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/131/392449148_a42fedacf8.jpg" alt="Felipe's Deaconal Ordination- 11 por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/170/392453022_28377f0d93.jpg" alt="Felipe's Deaconal Ordination - 14 por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/172/392453026_035fae1f81.jpg" alt="Felipe's Deaconal Ordination - 15 por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/162/392453037_91e508c73f.jpg" alt="Felipe's Deaconal Ordination - 17 por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/133/392453039_3408dfcd4c.jpg" alt="Felipe's Deaconal Ordination - 18 por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/132/392453040_58669d6468.jpg" alt="Felipe's Deaconal Ordination - 19 por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1236/1173001768_2bfe8f30f5.jpg" alt="Receiving the Holy Spirit - 1 por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1090/1172131823_8c5b7f32c2.jpg" alt="Blessing with dikirion and trikirion - 3 por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1341/1172131023_9a96013e13.jpg" alt="Clergy por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1055/1172987418_15b8c8fbdf.jpg" alt="Blessing with dikirion and trikirion - 1 por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1437/1172985136_d61f67a549.jpg" alt="Blessing with dikirion and trikirion - 3 por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1039/1172127199_5adc2c00ed.jpg" alt="Bishop Fares and Archimandrite Joaquim por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1184/1172126427_a09ab71070.jpg" alt="Procession por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1378/1172125625_5e45678589.jpg" alt="Receiving the Holy Spirit 2 por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1397/1172981994_a3b9454173.jpg" alt="Preparing the ordination por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1355/1172122519_4f69f71c9e.jpg" alt="Axios! por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1156/1172121749_419d871cf2.jpg" alt="Communion of the clergy por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1179/1172978452_b630ac1ce5.jpg" alt="Angels por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1043/1172977752_5d919488bc.jpg" alt="Vesting por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1035/1172977104_6be43a65b6.jpg" alt="Changing the vest por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1042/1172976100_e29f9bbf01.jpg" alt="Prostrating - 1 por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1038/1172117985_b042c8944b.jpg" alt="Bishop Fares and Fr. Dimitrios por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1069/1172117311_f895e3d588.jpg" alt="Prostrating - 2 por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1263/1172116531_ab64839c47.jpg" alt="Communion por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1315/1172114813_db1ee8f326.jpg" alt="Gospel por Philippe Gebara." /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://www.salvemaliturgia.com"&gt;http://www.salvemaliturgia.com&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2823245313993937883-4194110128068173373?l=www.salvemaliturgia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.salvemaliturgia.com/feeds/4194110128068173373/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/ordenacao-diaconal-no-rito-bizantino.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/4194110128068173373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/4194110128068173373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/ordenacao-diaconal-no-rito-bizantino.html' title='Ordenação diaconal no rito bizantino, feita no Brasil'/><author><name>Rafael Vitola Brodbeck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13361466095957709610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06297305547597942773'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2823245313993937883.post-5622435518359100924</id><published>2009-12-19T06:00:00.001-02:00</published><updated>2009-12-19T06:00:07.454-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fotos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='revista'/><title type='text'>Revista Virtual "Salvem a Liturgia" - Número 05</title><content type='html'>Publicamos hoje a 5ª edição da revista "Salvem a Liturgia", nela encontramos:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Missa no rito novo e "versus Deum" no Canadá;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Missa no rito novo em latim e "versus Deum" nas Filipinas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fotos da vigília pascal na catedral de Bagé-RS;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Dedicação da igreja de Nossa Senhora dos navegantes;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Missa em comemoração pelos três anos do site "Reino da Virgem";&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vantagens de receber o corpo de Nosso Senhor diretamente na boca;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Música e liturgia;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Letras católicas na música litúrgica;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O sacerdócio edifica a Igreja;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Por que é inadequado dizer que o padre celebra "de costas para o povo" na missa tridentina?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A beleza e a dignidade na liturgia eucarística;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Das premissas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Missas de frente para Deus -Versus Deum-  também no rito novo?;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Coroinhas meninas e "acólitas" o que pensar?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O sacrifício da missa;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Palminha-de-São-Tomé-pra-quando-o-papai-vier;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pluvial II;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Roquete e Sobrepeliz;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Missa de Casamento na forma extraordinária, no Rio de Janeiro.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Para baixar a revista, clique na imagem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.4shared.com/file/176087804/e526ea9/salvem_a_liturgia_ed_05.html"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 310px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_-gMPbLoDUpU/Syvefa5zpkI/AAAAAAAAA_8/7bjsd1TwB28/s400/blog5.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416667608222246466" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/file/109864980/7d7fa09d/salvem_a_liturgia_ed_01_final.html"&gt;Revista "Salvem a Liturgia" Nº01&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/file/117630146/d7a71988/salvem_a_liturgia_ed_02.html"&gt;Revista "Salvem a Liturgia" Nº02&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/file/127956430/a2bcf7db/salvem_a_liturgia_ed_03.html"&gt;Revista "Salvem a Liturgia" Nº03&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/file/142234123/ffbcbe03/salvem_a_liturgia_ed_04.html"&gt;Revista "Salvem a Liturgia" Nº04&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
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Leandro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há alguma imprecisão, como o sacerdote carregando o Evangeliário, o que não é permitido, dado que essa ação cerimonial é feita exclusivamente pelo diácono, mas não se pode negar a excelente intenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Missa tem trechos cantados, mas é rezada, pois as antífonas foram substituídas por canto popular em vernáculo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/esywYlfaBeo&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/esywYlfaBeo&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/w_WUfINgaHU&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/w_WUfINgaHU&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="384" height="313"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ho4-XFHl6iI&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ho4-XFHl6iI&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="384" height="313"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JTw03CTRywo&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/JTw03CTRywo&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-koeOU3ei8Q&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/-koeOU3ei8Q&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/07bHDXNdkHM&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/07bHDXNdkHM&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IZAV48bsVxg&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/IZAV48bsVxg&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://www.salvemaliturgia.com"&gt;http://www.salvemaliturgia.com&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2823245313993937883-5151108544765618761?l=www.salvemaliturgia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.salvemaliturgia.com/feeds/5151108544765618761/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/rito-novo-em-latim-com-cantos-populares.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/5151108544765618761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/5151108544765618761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/rito-novo-em-latim-com-cantos-populares.html' title='Rito Novo em latim com cantos populares celebrado em uma capela simples e humilde no Brasil'/><author><name>Rafael Vitola Brodbeck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13361466095957709610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06297305547597942773'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2823245313993937883.post-7907331711730735097</id><published>2009-12-17T14:27:00.000-02:00</published><updated>2009-12-17T14:27:00.101-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zelo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='forma extraordinária'/><title type='text'>Missa solene no pós-guerra alemão</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zgVfS47DWIY/Sye5K4sVvEI/AAAAAAAADdU/Q0JxEFTh9H8/s1600-h/Catedral+de+Munster,+Alemanha+p%C3%B3s-guerra.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415500673604500546" style="width: 400px; height: 292px;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_zgVfS47DWIY/Sye5K4sVvEI/AAAAAAAADdU/Q0JxEFTh9H8/s400/Catedral+de+Munster,+Alemanha+p%C3%B3s-guerra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta foto vale mais do que um trilhão de livros em defesa da sacralidade na Missa e da obediência das rubricas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em pleno pós-guerra, em uma igreja destruída, a Catedral de Münster, na Alemanha, com milhares de pessoas sofrendo e passando fome, a Missa é celebrada com toda a dignidade e sobriedade, como convém a um SACRIFÍCIO.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Isso mostra como são falaciosos os argumentos de que se celebram Missas de qualquer jeito, no Brasil, por causa da pobreza, da ausência dos paramentos etc. Aliás, os paramentos que não existem em certas paróquias não estão mais lá porque foram jogados fora, doados, vendidos etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Missa deve ser sacra, solene, sóbria, com canto decente - de preferência gregoriano ou polifonia -, com amplas doses de latim - quando não totalmente -, &lt;em&gt;versus Deum&lt;/em&gt; - ou, quando &lt;em&gt;versus populum&lt;/em&gt;, com tanta reverência no olhar que se esteja &lt;em&gt;coram Deo&lt;/em&gt; -, com cumprimento rigoroso e integral das rubricas. Missa não é show, não é nossa propriedade. Sejamos seus servidores, não seus donos. Para a maior glória de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://www.salvemaliturgia.com"&gt;http://www.salvemaliturgia.com&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2823245313993937883-7907331711730735097?l=www.salvemaliturgia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.salvemaliturgia.com/feeds/7907331711730735097/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/missa-solene-no-pos-guerra-alemao.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/7907331711730735097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/7907331711730735097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/missa-solene-no-pos-guerra-alemao.html' title='Missa solene no pós-guerra alemão'/><author><name>Rafael Vitola Brodbeck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13361466095957709610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06297305547597942773'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zgVfS47DWIY/Sye5K4sVvEI/AAAAAAAADdU/Q0JxEFTh9H8/s72-c/Catedral+de+Munster,+Alemanha+p%C3%B3s-guerra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2823245313993937883.post-6030881226319676996</id><published>2009-12-16T05:00:00.007-02:00</published><updated>2009-12-16T05:00:01.895-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zelo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sacerdotes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='São Pio de Pietrelcina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='missa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consagração'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Presença Real'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sacrifício'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comunhão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='entrevista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eucaristia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='adoração eucarística'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ofertório'/><title type='text'>São Pio de Pietrelcina e a Santa Missa</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_xB59TGktYys/Syeu6qMxtEI/AAAAAAAAAcg/LgT_qrrcyss/s1600-h/padrepio.bmp"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xB59TGktYys/Syeu6qMxtEI/AAAAAAAAAcg/LgT_qrrcyss/s400/padrepio.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415489399719834690" /&gt;&lt;/a&gt;O Cardeal Ratzinger, hoje Papa Bento XVI, logo no prefácio do seu fabuloso livro "Introdução ao Espírito da Liturgia", nos fala do perigo de termos a Sagrada Liturgia como uma "frasco intacto", porém, fechado e "coberto de reboco".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, é claro que os aspectos externos (solenidade, esplendor, beleza, obediência as normas litúrgicas, etc) precisam ser valorizados, como tanto temos escrito. Porém, é preciso que tudo isso seja compatível com nossa atitude interna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, não podemos ficar apenas no externo (no "frasco"!), embora ele também seja necessário, mas ir além dele: abrirmos o "frasco', e conhecermos verdadeiramente o tesouro que é a Liturgia. Isso é espiritualidade litúrgica!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para trilhar este caminho, nada melhor do que entrar na escola dos santos eucarísticos, canonizados pela Santa Igreja. Um deles é São Pio de Pietrelcina, o Padre Pio. Sua vida consumida no altar é expressa pelos estigmas de Nosso Senhor em seu corpo, com os quais ele foi agraciado. É um sinal profético para o nosso tempo, sobretudo para os sacerdotes, junto com São João Maria Vianney, nesse Ano Sacerdotal convocado pelo Santo Padre Bento XVI que estamos vivendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transcrevemos abaixo uma entrevista ao Padre Pio sobre o Santo Sacrifício da Missa. Foi publicada há algum tempo atrás pelo site Veritatis Splendor, em &lt;a href="http://www.veritatis.com.br/article/817"&gt;http://www.veritatis.com.br/article/817&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue o texto abaixo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-----------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1974, foi publicada uma obra em italiano, intitulada ?Assim falou Padre Pio? (S. Giovanni Rotondo, Foggia, Itália) com o Imprimatur de Dom Fanton, Bispo Auxiliar de Vicenza.&lt;br /&gt;No presente trabalho, extraímos alguns trechos em que Padre Pio falava da Santa Missa:&lt;br /&gt;Padre, o Sr. ama o Sacrifício da Missa?&lt;br /&gt;Sim, porque Ela regenera o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Que glória dá a Deus a Missa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma glória infinita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Que devemos fazer durante a Missa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compadecer-nos e amar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, como devemos assistir à Santa Missa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como assistiram a Santíssima Virgem e as piedosas mulheres. Como assistiu S. João Evangelista ao Sacrifício Eucarístico e ao Sacrifício cruento da Cruz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, que benefícios recebemos ao assistir à Santa Missa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se podem contar. Vê-lo-ás no céu. Quando assistires à Santa Missa, renova a tua fé e medita na Vítima que se imola por ti à Divina Justiça. Não te afastes do altar sem derramar lágrimas de dor e de amor à Jesus, Crucificado por tua salvação. A Virgem Dolorosa te acompanhará e será tua doce inspiração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, que é sua Missa? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Uma união sagrada com a Paixão de Jesus. Minha responsabilidade é única no mundo. (Dizia chorando)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Que devo descobrir na sua Santa Missa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Todo o Calvário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, diga-me tudo o que o senhor sofre durante a Santa Missa.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofro tudo o que Jesus sofreu na sua Paixão, embora sem proporção, só enquanto pode fazê-lo uma criatura humana. E isto, apesar de cada uma de minhas faltas e só por sua bondade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, durante o Sacrifício divino, o senhor carrega os nossos pecados?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não posso deixar de fazê-lo, já que é uma parte do Santo Sacrifício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O senhor considera a si mesmo como um pecador?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não o sei, porém temo que assim seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eu já vi o senhor tremer ao subir aos degraus do altar. Por quê? Pelo que tens de sofrer? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pelo que tenho de sofrer, mas pelo que tenho de oferecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em que momento da Missa o senhor sofre mais?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Consagração e na Comunhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, esta manhã na Missa, ao ler a história de Esaú, que vendeu os direitos de sua primogenitura, seus olhos se encheram de lágrimas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece-te pouco desprezar o dom de Deus!?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por que, ao ler o Evangelho, o senhor chorou quando leu estas palavras: "Quem come minha carne e bebe o meu sangue..."&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chora comigo de ternura!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, por que o senhor chora quase sempre que lê o Evangelho na Missa&lt;/strong&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nós nos parece que não tem importância que um Deus fale às suas criaturas e elas O contradigam e continuamente O ofendam com sua ingratidão e incredulidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sua Missa, Padre, é um sacrifício cruento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Herege!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Perdão, Padre, quis dizer que na Missa o Sacrifício de Jesus não é cruento, mas a sua participação em toda a Paixão o é. Engano-me?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, nisso não te enganas. Creio que tens toda a razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quem lhe limpa o sangue durante a Missa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, por que o senhor chora no Ofertório?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queres saber o segredo? Pois bem: porque é o momento em que a alma se separa das coisas profanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Durante sua Missa, Padre, o povo faz um pouco de barulho...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se estivesses no Calvário, não escutarias gritos, blasfêmias, ruídos, e ameaças? Havia um alvoroço enorme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não o distraem os ruídos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, por quê sofre tanto na Consagração?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sejas maldoso... (Não quero que me perguntes isso...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, diga-me: por quê sofre tanto na Consagração?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque nesse momento se produz realmente uma nova e admirável destruição e criação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, por quê chora no altar e que significam as palavras que pronuncia na Elevação? Pergunto por curiosidade, mas também porque quero repeti-las com o senhor.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os segredos do Rei Supremo não podem revelar-se nem profaná-los. Pergunta-mês por que choro, mas eu não queria derramar essas pobres lagrimazinhas, mas torrentes de lágrimas. Não meditas neste grandioso mistério?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, o senhor sofre, durante a Missa, a amargura do fel?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, muito freqüentemente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, como pode estar-se de pé no Altar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como estava Jesus na Cruz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No altar, o senhor está cravado na Cruz, como Jesus no Calvário? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda me perguntas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como se acha o senhor?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Jesus no Calvário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, os carrascos deitaram a Cruz no chão para pregarem os cravos em Jesus?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evidentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ao senhor também lhos pregam?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E de que maneira!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Também deitam a Cruz para o senhor?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, mas não devemos ter medo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, durante a Missa, o senhor pronuncia as Sete Palavras que Jesus disse na Cruz?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sim, indignamente, mas também as pronuncio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E a quem diz: "Mulher, eis aí teu filho"?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digo para Ela: "Eis aqui os filhos de Teu Filho".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O senhor sofre a sede e o abandono de Jesus?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em que momento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da Consagração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Até que momento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Costuma ser até a Comunhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O senhor diz que tem vergonha de dizer: "Procurei quem me consolasse e não achei". Por quê?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque nossos sofrimentos de verdadeiros culpados, não são nada em comparação com os de Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diante de quem sente vergonha?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de Deus e da minha consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os Anjos do Senhor o reconfortam no Altar em que o senhor se imola?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois... não o sinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Se não lhe vem o consolo até a alma durante o Santo Sacrifício, e o senhor sofre, como Jesus, o abandono total, nossa presença não serve para nada.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A utilidade é para vós. Por acaso foi inútil a presença da Virgem Dolorosa, de São João e das piedosas mulheres aos pés de Jesus agonizante?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Que é a Sagrada Comunhão?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É toda uma misericórdia interior e exterior, todo um abraço. Pede a Jesus que se deixe sentir sensivelmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando Jesus vem, visita somente a alma?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ser inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Que faz Jesus na Comunhão? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deleita-se na sua criatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando se une a Jesus na Santa Comunhão, que quer peçamos a Deus pelo senhor?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que eu seja outro Jesus, todo Jesus e sempre Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O senhor sofre também na Comunhão?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o ponto culminante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Depois da Comunhão, continuam seus sofrimentos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, mas não sofrimentos de amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A quem se dirigiu o último olhar de Jesus agonizante?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À sua Mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E o senhor, para quem olha?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para meus irmãos de exílio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O senhor morre na Santa Missa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Misticamente, na Sagrada Comunhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É por excesso de amor ou de dor?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ambas as coisas, porém mais por amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Se o senhor morre na Comunhão, continua a ficar no Altar? Por quê?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus morto permanecia pendente da Cruz no Calvário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, o senhor disse que a vítima morre na Comunhão. Colocam o senhor nos braços de Nossa Senhora?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos de São Francisco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, Jesus desprega os braços da Cruz para descansar no Senhor?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou eu quem descansa nEle!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quanto ama a Jesus?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu desejo é infinito, mas a verdade é que, infelizmente, tenho que dizer nada e me causa pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, por que o senhor chora ao pronunciar a última palavra do Evangelho de São João: "E vimos sua glória como do Unigênito Pai, cheio de graça e de verdade"?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece-te pouco? Se os Apóstolos, com seus olhos de carne, viram essa glória, como será a que veremos no Filho de Deus, em Jesus, quando se manifestar no céu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Que união teremos então com Jesus?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Eucaristia nos dá uma idéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Santíssima Virgem assiste à sua Missa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julgas que a Mamãe não se interessa por seu Filho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E os Anjos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em multidões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, quem está mais perto do Altar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo o Paraíso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O senhor gostaria de celebrar mais de uma Missa por dia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu pudesse não queria descer do Altar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Disseram-me que o senhor traz consigo o seu próprio Altar...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, porque se realizam estas palavras do Apóstolo: "Eu trago no meu corpo os estigmas de Jesus." "Estou cravado com Cristo na Cruz." "Castigo o meu corpo, e o reduzo à escravidão..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nesse caso, não me engano quando digo que estou vendo Jesus Crucificado! &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Nenhuma resposta)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, o senhor se lembra de mim na Santa Missa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante toda a Missa, desde o princípio até o fim, lembro-me de ti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Missa do Padre Pio, em seus primeiros anos, durava mais de duas horas. Sempre foi um êxtase de amor e de dor. Se rosto estava inteiramente concentrado em Deus e cheio de lágrimas. Um dia, ao confessar-me, perguntei-lhe sobre este grande mistério:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, quero fazer-lhe uma pergunta&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dize-me filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre, queria perguntar-lhe que é a Missa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê me perguntas isto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para ouvi-la melhor, Padre.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filho, posso dizer-te que é Minha Missa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pois, é isso que quero saber, Padre.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu filho, estamos na Cruz e a Missa é uma contínua agonia.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://www.salvemaliturgia.com"&gt;http://www.salvemaliturgia.com&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2823245313993937883-6030881226319676996?l=www.salvemaliturgia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.salvemaliturgia.com/feeds/6030881226319676996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/sao-pio-de-pietrelcina-e-santa-missa.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/6030881226319676996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/6030881226319676996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/sao-pio-de-pietrelcina-e-santa-missa.html' title='São Pio de Pietrelcina e a Santa Missa'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09372736079357400216</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16836017505772094817'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xB59TGktYys/Syeu6qMxtEI/AAAAAAAAAcg/LgT_qrrcyss/s72-c/padrepio.bmp' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2823245313993937883.post-3454415922187629447</id><published>2009-12-15T16:45:00.003-02:00</published><updated>2009-12-15T16:53:15.191-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zelo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ordenação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='forma ordinária'/><title type='text'>Fotos da ordenação, em rito romano moderno, do Pe. Alan, na Diocese de Campos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Semana passada, postamos fotos da ordenação sacerdotal, realizada em Campos, RJ, por conta da Administração Apostólica, no rito antigo. Hoje são fotos de outra ordenação sacerdotal, também em Campos, mas da Diocese, no rito moderno. A Administração e a Diocese coexistem no mesmo território - ainda que a Administração tenha a faculdade de criar paróquias pessoais em outros territórios fora de Campos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um bom exemplo de que a liturgia deve ser digna em qualquer das formas do rito romano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAABcIMBqrpAS1lYwM8ikeqYSApXeTHpguVzEE16kMKZXfO_rlch2725pe2VC0VKyARm5yAWiZlh_n5VERVR9WPbUAm1T1UPzUfgKsibag3R0GxcWUdmfk5XSD.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAALgLGA0cjBIrfAaKpYKPxlZQnuKFZrDs4mjkOc0V7mKBpJgCnECE1Ti2t3ayO3i0SroFDg-WaGjgYyPc5-R7MK4Am1T1UPuP5WtSWzGLPmMj52_k56zwlZJl.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAKQBEOz6EyWlaT-3p67VhZ3VtVjGwrzC4b5_K_fBr8kbnjzTe04qH0FH3XMCkN6A0l8FdfT7Ldacy-hdgxI5sL4Am1T1UO4l1FjTXCEOYWqrIPdEEJS1YTIe.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAFUf26nfzxHny0WfwBZ8IMDZUpTajlj_Y1megUDx_16tTMClClhPmRgcaCycBzz7z6WLAjRPhaxe5bcbVT0u1PMAm1T1UEBskKIogAZu2XkkKRqDJ2q9dnZ1.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAN9cDXKU_m0PDlxCHOr5F3AvFOcBZgap8edKBNUyaDOqdvL-jjnsTVzIvN2PTItx2QpyYbZgDIorPCjRo1Baeq8Am1T1UO4Vb6_2wCpP4tU3jATM1xdZVKRL.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAFxuhp1hHJxD6VWt2dZjP_unXnOHQ9LBJiGhqIMw2ZM2UIEeF-kTaoZ96-t9HvPVKdBv14j9bi1vcR4doxXn8H4Am1T1UF7zjAqBvK9N0ipV_euuTq13PCiR.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAI1LWXK5K2qwtnMSSOc89drAdrko-6H0y443-po-e41o8scL9f84-T2R_Z8U91zoyNHNFBealJ9pLa5oW--L8oAAm1T1UKjGONK_zuPo1k-r-0TINmJDo3PY.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAFykmq9JEPulWRixRqoU2oKCEzwMchPAnvU_bw7KHe-nWU2Ik8qfFdukguE3TgZDJRdyxr8qVhTMwib45jpT2_4Am1T1UBF0TegsT2yHIMYerlX0I80h2D7y.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAABssZzPMSE9YxO-2cJKjBQ0uA5acHGQ6Yqnk8TMvM06JXm1ei3BZ6PBaTvc9_8NH5XSjcUS_EQJUTE4b3RsaGJsAm1T1UKmHwrgKldb-lGwntSZE4Nwr6D_E.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dom Roberto Guimarães, o Bispo ordenante, e alguns leigos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAKxhNLvQ3cpqTn4-w6vEvV9N2EiWQXscfSInd_9pTb48smBWBlTF8kYyRy6Lqy2xGNEa0k5GmZpVVvQHCCTab8IAm1T1UCd7djmpP3G5DXnNBs-9WuE9RU7C.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O neo-sacerdote, Pe. Alan, e alguns leigos e vocacionados.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://www.salvemaliturgia.com"&gt;http://www.salvemaliturgia.com&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2823245313993937883-3454415922187629447?l=www.salvemaliturgia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.salvemaliturgia.com/feeds/3454415922187629447/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/fotos-da-ordenacao-em-rito-romano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/3454415922187629447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/3454415922187629447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/fotos-da-ordenacao-em-rito-romano.html' title='Fotos da ordenação, em rito romano moderno, do Pe. Alan, na Diocese de Campos'/><author><name>Aline Rocha Taddei Brodbeck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08005338598003140749</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='14764020856943684940'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2823245313993937883.post-686241997538223764</id><published>2009-12-15T09:17:00.000-02:00</published><updated>2009-12-15T09:17:00.695-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reforma litúrgica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reforma da reforma'/><title type='text'>Ainda a reforma da reforma</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para que se respeite o desenvolvimento harmônico, a reforma da reforma NÃO será no canetaço. Não basta simplesmente um decreto do Papa mandando que se introduzam cerimônias antigas no rito novo. Com um clero que não respeita nem essa Missa "mais simples" do Novus Ordo, não tenhamos esperanças de que, na base do grito, vão começar de uma hora pra outra a rezar futura Missa que junta os ritos novo e antigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que a reforma da reforma já começou. O primeiro passo foi o indulto universal ao rito antigo. Os padres que começarem a rezar esse rito tomarão mais consciência do "jeito" com que têm que celebrar a Missa em qualquer rito. Transportarão essa atmosfera de sacralidade para o rito novo. Antes de renovar as rubricas, é preciso renovar a mentalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto a considerar é que Bento XVI já fez uma discreta mudança no rito ANTIGO mesmo, com uma nova oração pelos judeus na Sexta-feira Santa. Com isso, ele manda um recado: "Eu, o Papa, posso reformar o rito novo e também o antigo". Isso é um sinal de que, com o tempo, novas mudanças podem vir em qualquer dos ritos, para fazer com que se aproximem um do outro. Por exemplo, ir, aos poucos, colocando um elemento positivo do rito novo no antigo, ou um do antigo no novo etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, a cada vez mais frequente aparição pública do Papa celebrando versus Deum no rito novo dá outro recado: é lícito fazer assim. É um incentivo, sem chocar, para que se faça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que será tudo muito aos poucos, criando um clima para que nossos netos tenham uma liturgia romana unificada. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://www.salvemaliturgia.com"&gt;http://www.salvemaliturgia.com&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2823245313993937883-686241997538223764?l=www.salvemaliturgia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.salvemaliturgia.com/feeds/686241997538223764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/ainda-reforma-da-reforma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/686241997538223764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/686241997538223764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/ainda-reforma-da-reforma.html' title='Ainda a reforma da reforma'/><author><name>Rafael Vitola Brodbeck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13361466095957709610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06297305547597942773'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2823245313993937883.post-6510978492420826853</id><published>2009-12-14T18:54:00.003-02:00</published><updated>2009-12-14T20:01:07.895-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='missa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='forma extraordinária'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='forma ordinária'/><title type='text'>Missas "Rorate"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma tradição católica para o Advento é fazer celebrar, aos sábados desse tempo litúrgico, a Missa da "memória de Nossa Senhora no sábado" que começa com a antífona Rorate Caeli. Uma particularidade dessa Missa é ser toda celebrada no escuro, sem luz do sol nem artificial: apenas a que emana de dezenas de candelabros sobre o altar, espalhados no presbitério e em outros locais da igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem sabe recuperamos essa tradição? Pode-se usar tanto a forma ordinária (em latim ou em vernáculo) quanto a extraordinária.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Eis um vídeo da Missa "Rorate" na forma extraordinária:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object id="mediaplayer1552485131" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" width="512" height="318"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.gloria.tv/?media=18060&amp;amp;embed"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.gloria.tv/?media=18060&amp;amp;embed" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noborder" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="512" height="318"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aqui algumas fotos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zjKxCA1O-D0/SUYeBOSWVmI/AAAAAAAAAro/J6fEJ9IgGrg/s400/DSCF4702.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zjKxCA1O-D0/SUYeBOSWVmI/AAAAAAAAAro/J6fEJ9IgGrg/s400/DSCF4702.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.dionysius.kja-essen.de/2003/rorate2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://www.dionysius.kja-essen.de/2003/rorate2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_dfR_xG2hpmw/R19Emv32YoI/AAAAAAAABlU/sbiiiQdcpR4/s400/Rorate+121107+039c.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 286px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_dfR_xG2hpmw/R19Emv32YoI/AAAAAAAABlU/sbiiiQdcpR4/s400/Rorate+121107+039c.JPG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_dfR_xG2hpmw/R19EmP32YmI/AAAAAAAABlE/v06DeZBA-xo/s400/Rorate+121107+037a.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 286px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_dfR_xG2hpmw/R19EmP32YmI/AAAAAAAABlE/v06DeZBA-xo/s400/Rorate+121107+037a.JPG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O sentido de tais Missas é profundo. No Advento, nos preparamos para a festa do nascimento de Cristo. Assim como nós esperamos hoje tal manifestação do Senhor, a Virgem Maria também o fez. Ela teve o primeiro Advento, preparando-se para o verdadeiro Natal a dois mil e nove anos. Nada melhor do que, aos sábados, dia consagrado a Nossa Senhora, pedirmos sua especial intercessão para que nos ajude nesse trilhar do Advento para que, assim como ela, esperemos a vinda de Jesus em graça e santidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://www.salvemaliturgia.com"&gt;http://www.salvemaliturgia.com&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2823245313993937883-6510978492420826853?l=www.salvemaliturgia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.salvemaliturgia.com/feeds/6510978492420826853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/missas-rorate.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/6510978492420826853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/6510978492420826853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/missas-rorate.html' title='Missas &quot;Rorate&quot;'/><author><name>Rafael Vitola Brodbeck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13361466095957709610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06297305547597942773'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zjKxCA1O-D0/SUYeBOSWVmI/AAAAAAAAAro/J6fEJ9IgGrg/s72-c/DSCF4702.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2823245313993937883.post-6661621317974270440</id><published>2009-12-14T08:20:00.000-02:00</published><updated>2009-12-14T08:20:00.253-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='latim'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sacramentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='forma ordinária'/><title type='text'>Livros litúrgicos em latim para a forma ordinária (rito moderno)</title><content type='html'>A excelente editora &lt;a href="http://www.theologicalforum.org"&gt;Midwest Theological Forum&lt;/a&gt;, dos Estados Unidos, publica livros litúrgicos para a Missa e sacramentos em latim, segundo a forma ordinária do rito romano, i.e., segundo os usos pós-conciliares, também chamados de rito moderno.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É uma boa ferramenta encomendar tais livros, notadamente o Missale Romanum, para favorecer que se tenha Missa em latim no Brasil também segundo o rito pós-conciliar. Promover o latim também no rito novo impede a falsa dicotomia "Missa antiga bem celebrada e em latim X Missa nova mal celebrada e em vernáculo".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://www.theologicalforum.org/images/products/Missale%20Romanum-72dpi_200.jpg" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Century Gothic', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 27px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 32px; "&gt;Missale Romanum &lt;i&gt;Editio iuxta typicam tertiam&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:'Century Gothic', Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:7;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 27px; line-height: 32px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 17px; font-style: normal; line-height: 18px; font-weight: bold; "&gt;U$ 499.00&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:180%;color:#990000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 17px; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:180%;color:#990000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 17px; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:180%;color:#990000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 17px; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;img src="http://www.theologicalforum.org/images/products/Missale%20Romanum%20Editio%20a%20Studiis-72dpi_200.jpg" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:180%;color:#990000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 17px; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: 'Century Gothic', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 27px; font-weight: normal; line-height: 32px; "&gt;Missale Romanum &lt;i&gt;Editio iuxta typicam tertiam Editio a studiis&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:'Century Gothic', Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:7;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 27px; line-height: 32px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 17px; font-style: normal; line-height: 18px; font-weight: bold; "&gt;U$ 150.00&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:180%;color:#990000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 17px; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:180%;color:#990000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 17px; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:180%;color:#990000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 17px; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;img src="http://www.theologicalforum.org/images/products/Lectionarium-72dpi_200.jpg" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:180%;color:#990000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 17px; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: 'Century Gothic', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 27px; font-weight: normal; line-height: 32px; "&gt;Lectionarium &lt;i&gt;Editio iuxta typicam alteram&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:'Century Gothic', Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:7;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 27px; line-height: 32px;"&gt;&lt;i&gt;(3 vol.)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:'Century Gothic', Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:7;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 27px; line-height: 32px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 17px; font-style: normal; line-height: 18px; font-weight: bold; "&gt;U$ 900.00&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:180%;color:#990000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 17px; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:180%;color:#990000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 17px; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:180%;color:#990000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 17px; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;img src="http://www.theologicalforum.org/images/products/Shorter%20Roman%20Ritual%20LP%20Leather-72dpi_200.jpg" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:180%;color:#990000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 17px; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: 'Century Gothic', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 27px; font-weight: normal; line-height: 32px; "&gt;Rituale Parvum &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:'Century Gothic', Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:7;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 27px; line-height: 32px;"&gt;(Large Print, Genuine Leather)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:'Century Gothic', Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:7;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 27px; line-height: 32px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 17px; line-height: 18px; font-weight: bold; "&gt;U$ 120.00&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:180%;color:#990000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 17px; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:180%;color:#990000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 17px; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:180%;color:#990000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 17px; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;img src="http://www.theologicalforum.org/images/products/Shorter%20Roman%20Ritual%20LP%20Leather-72dpi_200~1.jpg" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:180%;color:#990000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 17px; line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: 'Century Gothic', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 27px; font-weight: normal; line-height: 32px; "&gt;Rituale Parvum &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:'Century Gothic', Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:7;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 27px; line-height: 32px;"&gt;(Pocket Edition)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:'Century Gothic', Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:7;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 27px; line-height: 32px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(153, 0, 0); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 17px; line-height: 18px; font-weight: bold; "&gt;U$ 35.00&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:180%;color:#990000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 17px; line-height: 18px; "&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
Post retirado do blogue Salvem a Liturgia&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.salvemaliturgia.com"&gt;http://www.salvemaliturgia.com&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2823245313993937883-6661621317974270440?l=www.salvemaliturgia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.salvemaliturgia.com/feeds/6661621317974270440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/livros-liturgicos-em-latim-para-forma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/6661621317974270440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/6661621317974270440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/livros-liturgicos-em-latim-para-forma.html' title='Livros litúrgicos em latim para a forma ordinária (rito moderno)'/><author><name>Rafael Vitola Brodbeck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13361466095957709610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='06297305547597942773'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2823245313993937883.post-5451087299756959588</id><published>2009-12-12T22:09:00.008-02:00</published><updated>2009-12-12T22:26:46.056-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arranjo beneditino'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Missa nova'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='forma ordinária'/><title type='text'>Festa de Nossa Senhora de Guadalupe na Capelania Militar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Festa de Nossa Senhora de Guadalupe&lt;/span&gt;&lt;span class="GvamapgGM"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; na Capelania Militar Santo Tomás de Aquino, em Campinas, com Missa celebrada pelo &lt;/span&gt;&lt;span class="GvamapgGM"  style="font-family:arial;"&gt;Rev.do Pe. João Batista. Algumas fotos:&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQytI6YOxI/AAAAAAAACCY/Mv5alYbT_FM/s1600-h/18.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQytI6YOxI/AAAAAAAACCY/Mv5alYbT_FM/s320/18.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414508403074022162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQys78M5II/AAAAAAAACCQ/rUH7GYL5wZY/s1600-h/17.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQys78M5II/AAAAAAAACCQ/rUH7GYL5wZY/s320/17.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414508399592006786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQysnSLayI/AAAAAAAACCI/KKVFba8p92c/s1600-h/16.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQysnSLayI/AAAAAAAACCI/KKVFba8p92c/s320/16.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414508394047040290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQyizmjDCI/AAAAAAAACCA/ZarO80ob6vk/s1600-h/15.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQyizmjDCI/AAAAAAAACCA/ZarO80ob6vk/s320/15.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414508225555008546" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQyipRp24I/AAAAAAAACB4/fuyrv9Iek1A/s1600-h/14.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQyipRp24I/AAAAAAAACB4/fuyrv9Iek1A/s320/14.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414508222783019906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQyiQdK5kI/AAAAAAAACBw/5Rx08RY7vvQ/s1600-h/13.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQyiQdK5kI/AAAAAAAACBw/5Rx08RY7vvQ/s320/13.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414508216120436290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQyiKsLuyI/AAAAAAAACBo/DiEAyUs2qgw/s1600-h/12.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQyiKsLuyI/AAAAAAAACBo/DiEAyUs2qgw/s320/12.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414508214572792610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQyh8B1WpI/AAAAAAAACBg/WO7Bj1p-Q2Y/s1600-h/11.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQyh8B1WpI/AAAAAAAACBg/WO7Bj1p-Q2Y/s320/11.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414508210637068946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQxN0A_kfI/AAAAAAAACBY/XIrJ1ax9B90/s1600-h/10.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQxN0A_kfI/AAAAAAAACBY/XIrJ1ax9B90/s320/10.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414506765377049074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQxNVhuwTI/AAAAAAAACBQ/CbFc3eo3a9E/s1600-h/9.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQxNVhuwTI/AAAAAAAACBQ/CbFc3eo3a9E/s320/9.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414506757192859954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQxNDe4IRI/AAAAAAAACBI/tAJ8S3NHb2Q/s1600-h/8.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQxNDe4IRI/AAAAAAAACBI/tAJ8S3NHb2Q/s320/8.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414506752349053202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQxM43rlWI/AAAAAAAACBA/HPAHdTS_IOs/s1600-h/7.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQxM43rlWI/AAAAAAAACBA/HPAHdTS_IOs/s320/7.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414506749500298594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQw8viOndI/AAAAAAAACAw/TuoU0xHOKXw/s1600-h/5.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQw8viOndI/AAAAAAAACAw/TuoU0xHOKXw/s320/5.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414506472116493778" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQw8X-xzeI/AAAAAAAACAo/ZebDZNKLCpI/s1600-h/4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQw8X-xzeI/AAAAAAAACAo/ZebDZNKLCpI/s320/4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414506465793789410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQw738bUNI/AAAAAAAACAg/xng57CdToBI/s1600-h/3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQw738bUNI/AAAAAAAACAg/xng57CdToBI/s320/3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414506457193992402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQw7sDyxOI/AAAAAAAACAY/bBHl3xWEsMg/s1600-h/2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQw7sDyxOI/AAAAAAAACAY/bBHl3xWEsMg/s320/2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414506454003664098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQw7T-9RkI/AAAAAAAACAQ/KADgG2hmw64/s1600-h/1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQw7T-9RkI/AAAAAAAACAQ/KADgG2hmw64/s320/1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414506447540930114" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;Fotos: Sem. Wendell Mendoça - OMB&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://www.salvemaliturgia.com"&gt;http://www.salvemaliturgia.com&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2823245313993937883-5451087299756959588?l=www.salvemaliturgia.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.salvemaliturgia.com/feeds/5451087299756959588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/festa-de-nossa-senhora-de-guadalupe-na.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/5451087299756959588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2823245313993937883/posts/default/5451087299756959588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.salvemaliturgia.com/2009/12/festa-de-nossa-senhora-de-guadalupe-na.html' title='Festa de Nossa Senhora de Guadalupe na Capelania Militar'/><author><name>Pedro Ravazzano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04582099859416539521</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='09336685550363193913'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_6yeyBRzsvJw/SyQytI6YOxI/AAAAAAAACCY/Mv5alYbT_FM/s72-c/18.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry></feed>