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domingo, 14 de junho de 2009

Erros litúrgicos e sugestões para coibi-los - XII

Avisos

Há uma oração que, como o nome diz, não é “Oração depois dos Avisos”, mas “Oração depois da Comunhão”. Deve, portanto, ser feita logo após a Ação de Graças, momento no qual o fiel deve deleitar-se da presença de Cristo em sua alma.

Os avisos e comunicações, se necessários, podem ser dados, pelo padre, durante a homilia, ou, por qualquer pessoa, após a Oração depois da Comunhão. Em algumas igrejas, os avisos são dados, erroneamente, antes dessa oração, o que está errado, visto que seu nome é “Oração depois da Comunhão”, e não “Oração depois dos Avisos”.

Na prática

1. Corrija-se, imediatamente, as distorções eventualmente existentes, e só se dêem os avisos após a Oração depois da Comunhão.

3 comentários:

  1. A Instrução Redemptionis Sacramentum regulamenta sobre isso. Veja o que diz:

    [74.] Quando se considera a necessidade de que instruções ou testemunhos sobre a vida cristã sejam expostos por um leigo aos fiéis congregados na igreja, sempre é preferível que isto se faça fora da celebração da Missa. A não ser causa grave, sem dúvida, está permitido dar este tipo de instruções ou testemunhos, depois de que o sacerdote pronuncie a oração depois da Comunhão. Mas que isto não pode se tornar um costume. Além disso, estas instruções e testemunhos de nenhuma maneira podem ter um sentido que possa ser confundido com a homilia,[156] nem se permite que, por isso, seja suprimida totalmente a homilia.

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  2. Anônimo. A RS está regulando sobre outra coisa, não sobre os avisos. Fizeste confusão.

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  3. 166. Terminada a oração depois da comunhão, façam-se, se necessário, breves comunicações ao povo. (Instrução Geral para o Missal Romano)

    Breves comunicações, não "parabéns a você!"

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