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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Missa solene no pós-guerra alemão



Esta foto vale mais do que um trilhão de livros em defesa da sacralidade na Missa e da obediência das rubricas.

Em pleno pós-guerra, em uma igreja destruída, a Catedral de Münster, na Alemanha, com milhares de pessoas sofrendo e passando fome, a Missa é celebrada com toda a dignidade e sobriedade, como convém a um SACRIFÍCIO.

Isso mostra como são falaciosos os argumentos de que se celebram Missas de qualquer jeito, no Brasil, por causa da pobreza, da ausência dos paramentos etc. Aliás, os paramentos que não existem em certas paróquias não estão mais lá porque foram jogados fora, doados, vendidos etc.

Missa deve ser sacra, solene, sóbria, com canto decente - de preferência gregoriano ou polifonia -, com amplas doses de latim - quando não totalmente -, versus Deum - ou, quando versus populum, com tanta reverência no olhar que se esteja coram Deo -, com cumprimento rigoroso e integral das rubricas. Missa não é show, não é nossa propriedade. Sejamos seus servidores, não seus donos. Para a maior glória de Deus.

6 comentários:

  1. A Missa nova não tem rubricas à altura do Santo Sacrifício. "Sigam as rubricas fielmente!". Que rubricas? Acabaram com as rubricas. Não adianta ficar repetindo isso. Tiraram as genuflexões, os sinais da cruz, o cuidado com o contato profano dos dedos depois da Cansagração, acabaram com o versus Deum e o latin. Um padre me disse que ensinam até no seminário daqui que o Pe. Bugnini encomendou uma tradução do ofício de Lutero a um bispo alemão. Todos sabem que os protestantes participaram (como ouvintes? foram ouvir que a Missa é Sacrifício?). A reverẽncia é opcional no novo rito, que foi feito com o propósito de ser celebrado de qualquer maneira, objetivo esse que foi plenamente alcançado. Não adianta por velinha, paramentar, que o ofertório foi retirado do mesmo jeito, sobrando só uma sombra deste, na "apresentação das oferendas". Alteraram as palavras da Consagração. Esse rito protestantizado não tem remédio. Acordem!

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  2. Amem!

    José Costa - Portugal.

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  3. Falaram os cismáticos.
    Entre eles e o Papa, não precisa dizer quem obedecer, hein?

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  4. A Jesus seja dada toda a glória na Santa Missa.

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  5. Caro Guilherme

    Que baixo chamar de cismático a quem não conhece as idéias. Desqualifica o interlocutor, não com argumentos, mas com injúrias.

    Me é dado torcer para que o missal novo desapareça, porque é claro que ele é a fonte do caos litúrgico em que vivemos. Posso fazer isso mesmo dentro da Igreja. Você discorda? Tente argumentar mais e xingar menos.

    Não é da reforma litúrgica recente, da qual a missa nova é o instrumento, que um famoso cardeal disse que foi uma "produção fabricada", uma "falsificação", um "produto banal do instante", ao comentar um livro que chamava a mesma liturgia de "câncer"? Será ele cismático?

    "Entre eles e o Papa, não precisa dizer quem obedecer". ???
    O que tem a ver obediência com refletir o rumo que tomou a reforma? Ninguém afirmou grande coisa sobre a Missa nova. Rubricas boas não tem mesmo. Você discorda? Acha supimpa as rubricas da missa nova?

    Quanto ao Santo Padre e seu "amor" pela Missa de Paulo VI, não se diz que haverá reforma de reforma? Nossa, um missal tão "ortodoxo" e tão jovem, já será substituído?

    "Salvar a liturgia" não é salvar o missal de Paulo VI. Esse já nasceu doente terminal, sem remédio. No mímino, só fazendo outro (reforma da reforma). No mínimo, acho. O Papa, que decida.

    Enquanto isso, vamos nos organizando para termos celebração do máximo de missas decentes possível. Como gosto de fazer coisas naturalmente, prefiro promover o velho Missal, onde o teocentrismo é de berço, a olhos vistos. Outros preferem promover a celebração correta (?) do novo missal, mas isso vai contra a natureza do novo missal, que não foi feito para ter, em sua essência, Deus como seu centro, mas o homem. Ao meu ver, esse grupo perde seu tempo, gastando vela com defunto ruim.

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  6. O Papa promove a celebração digna e decorosa da Missa na forma ordinária do rito romano. Então devemos promover isso também. É muito mais do que uma questão de forma ordinária x forma extraordinária. Trata-se de resgatar a sacralidade. Se fosse implantada novamente a forma extraordinária em todas as paróquias na atual situação, será que ela não sofreria com os abusos também? É um questionamento que me faço...

    Quanto a foto, achei excelente! Certamente o Bem-aventurado bispo de Münster, Clemens August von Galen, zelava muito pela Liturgia.

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