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terça-feira, 30 de março de 2010

Semana Santa no Brasil com dignidade, sacralidade e respeito às rubricas - II (Domingo de Ramos em Campanha, MG)

Missa do Domingo de Ramos em Campanha, Minas Gerais, celebrada pelo Pe. Marcos Iabrudi.

Os acólitos... Caçando hereges?











31 comentários:

  1. E aquelas duas meninas? (na 3ª foto de baixo pra cima). Nem tudo é perfeito né, mas fora isso foi uma bela celebração, muito melhor do que em muitos lugares...

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  2. "E aquelas duas meninas?"

    Respondo: http://www.salvemaliturgia.com/2010/03/liturgia-perfeita.html

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  3. Obrigado, Rafael e a toda a equipe do Salvem a Liturgia pela divulgação das fotos.

    Agradeço também sua resposta ao "Anônimo". Só quem passou anos a fio convivendo com uma liturgia recheada de abusos, sabe o que é o avanço descomunal que alcançamos através de padres fiéis à Roma.

    Abusos absurdos foram dizimados. O Senhor concedeu-nos a graça de termos Padres que procuram, na medida do possível, levar os paroquianos a compreender o verdadeiro sentido da liturgia.

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  4. Pessoal, tem como alguém me passar o contato dos dois cerimoniarios caçadores de hereges? É que minha casa é bem ao lado de um salão dos Testemunhas de Jeová e, em frente igreja-garagem da igreja mundial do poder de deus que não teve a decência de colocar isolamento acústico naquele fundo de garagem que chamam de igreja.
    Ah não estou inventando, é verdade mesmo o que estou falando rs rs!
    Abçs aos membros do SL.

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  5. Missa muito bela, parabéns ao padre e aos cerimoniários!
    Fico muito feliz ao ver padres que se interessam em celebrar a liturgia com dignidade!
    Agora uma dúvida: a toalha do altar deve ser da cor litúrgica do dia (como vemos na foto) ou branca?

    Pax!

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  6. Sim, eu entendo. Minha intenção não foi denegrir as imagens ou coisa assim, mas apenas chamar a atenção quanto a isso, pois alguém pode ver e achar que está correto.

    Mas sem dúvida foi uma Missa muito bem celebrada, principalmente se comparada com as coisas que vemos por ai...

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  7. Opa... uma dúvida, o Sacerdote não deveria usar somente o barrete durante a Missa? esse aí usa solideu.

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  8. Sacerdotes podem usar solidéu. Antigamente, só com indulto. Hoje é discutido se precisam do indulto ou se podem adotar livremente. Há opiniões canônicas nos dois lados.

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  9. Os acólitos estão jogando muito CS, rssrsrsrsrsr!
    Bem que na paróquia em que frequento o pároco poderia permitir o uso da batina (ou algo parecido) pelos acólitos não-instituídos...


    Ass: Uislei Batista

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  10. Realmente foi uma celebração digna, mas questiono a quantidade de pessoas no presbitério, será que todos tinham funções? Será que hoje não estamos enchendo demais nossos altares, perdendo, de certa forma o sentido do ministério ordenado? Será que o diácono não poderia ter incensado o povo nesta missa? Vejo uma supervalorização dos acólitos. Mas, a sacralidade e solenidade foi marcante, sem dúvida. Em relação ao uso da batina pelos acólitos: a batina é de uso clerical! não se deveria permitir o uso da batina para leigos! Vemos no Vaticano alguns leigos homens e crianças (cantores) usando "batina" não é mesmo? Mas são cantores, não oficiam na sagrada liturgia. A batina também não é de uso litúrgico, como sabemos, a não ser com a sobrepeliz ou roquete. Os seminaristas podem utilizar a batina e sobrepeliz, pois estão se preparando para o ministério ordenado. Uso de batina por acólitos leigos é clericalização.

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  11. Reverendo diácono,

    O senhor é adepto do minimalismo litúrgico, pelo visto, e ainda está a desprezar a tradição litúrgica do rito romano.

    1. Batina é de uso diário para clérigos, mas, na liturgia, é veste para acólitos, com a sobrepeliz. Isso é histórico, tradicional. Os acólitos, no rito romano, sempre usaram batina com sobrepeliz, ainda quando não instituídos (ordenados, na linguagem antiga).

    2. Em celebrações solenes, é comum também, pela própria dignidade da celebração, colocar vários acólitos. É um modo de dignificar, de solenizar, de chamar a atenção. A função não é apenas pragmática, mas de embelezamento. Mas, claro, o minimalismo litúrgico, do qual o senhor parece ser adepto, não "casa" bem com esse tipo de pensamento...

    3. Quanto ao incensamento do povo, é claro que deveria ser feito pelo diácono, e não pelo acólito. Nisto o senhor está certo.

    Um abraço,

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  12. Caro Rafael

    Não sou adepto do minimalismo litúrgico do qual o senhor está me acusando, aliás, deveria fazer um exame de consciência antes de acusar alguém que está tentando dialogar e que admira e lê frequentemente seus textos e artigos, que por sinal me fazem muito bem, até divulguei seu e-book sobre a Santa Missa. Meu caro, não acuse injustamente, julgando um ministro da Santa Igreja que admira e reza pelo seu apostolado.

    Não estou desprezando o rito litúrgico do rito romano, oras que acusação pesada filho!
    Ainda mais o senhor que respeita tanto o ministério ordenado! A batina não deve ser usada pelos acólitos, mas uma veste (que não é batina) negra ou vermelha, sem o colarinho romano (clerical), que é um sinal de consagração (morte para o mundo e abertura para Deus); nas vestes dos acólitos leigos não pode haver o colarinho, mas algo simples, não idêntica a batina, veste dos ministros ordenados. O meu questionamento é o fato de "clericalizar" leigos, e isso é algo muito contrário ao minimalismo que o senhor está me acusando. Deus te abençoe + e ótima Semana Santa

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  13. Rev. Diácono,

    Pesa-me ter-lhe ofendido. Não foi minha intenção. Apenas para justificar-me, o minimalismo litúrgico foi o que entendi de seu comentário, uma vez que as palavras são, em muito, semelhantes às dos que advogam tal posição.

    Entendi errado.

    Queira perdoar-me.

    Respeito o ministério ordenado, e não pretendi acusá-lo de nada, mas constatar algo. Constatei errado.

    Quanto ao uso de batina por acólitos não instituídos, ela era, sim, usada, até com colarinho romano, na tradição do rito romano. Usar fora da função litúrgica desempenhada na Missa, isso, sim, seria clericalizar leigos (o que, compartilho com o senhor, é algo perigoso, tanto quanto laicizar clérigos).

    Por exemplo, por mais que eu eventualmente usasse uma batina com sobrepeliz para ajudar Missa, isso não me autorizaria, leigo que sou, a recitar o breviário assim trajado ou a conduzir uma celebração da LH desse modo.

    Em Cristo, rogo sua bênção e peço que continue a rezar por nosso apostolado,

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  14. Caro Dr. Rafael
    Também peço-lhe perdão pelo peso das palavras. Reconheço seu apostolado e sua fidelidade à Igreja, tenha certeza que o senhor é fonte de meu aprendizado, de formação litúrgica e exemplo de zelo para com a Santa Igreja; acredito que muitos ministros lhe admiram e estudam seus excelentes artigos. Peço que ore pelos ministros da Igreja, para que sejamos fiéis. Fraternalmente. Deus te abençoe +

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  15. Rev. diácono,

    Não há motivo para me pedir perdão, meu caro. Rezarei pelos ministros do Altíssimo, sim. Ofereço o Tenebrae de amanhã nessa intenção.

    Quanto ao uso de batina e sobrepeliz por "servos", como são denominados os acólitos não-instituídos, leigos, portanto, não só não é clericalização dos mesmos, como a própria Igreja, mediante a antiga Sagrada Congregação dos Ritos, respondeu, em sua consulta de número 4194, par. 2, que o uso da alva pelos servos é que era contrária às rubricas. Na mesma consulta, a Congregação ensinou ser a veste dos servos a batina com a sobrepeliz.

    Claro, hoje, a IGMR revogou aquela norma que impedia o uso de alva por servos, pois ela faz questão de permitir o uso da alva. Logo, não é mais contrária às rubricas.

    Todavia, segue permitida, quer por conta da IGMR falar em outros costumes em termos de vestes para os servos, quer pela tradição litúrgica que, como se vê, não é invenção: tanto se usava batina com sobrepeliz que Roma mesmo autorizava, e estava mesmo presente nas rubricas do rito antigo.

    Enfim, clericalização por clericalização, parece-me que o uso da alva seria até uma clericalização maior, de vez que é uma veste litúrgica dos diáconos e dos padres... Se a sobrepeliz é clericalização, a alva também o é.

    Em Cristo,

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  16. Caro Dr. Rafael.
    O sentido da alva é a "nova veste" do batismo, novas criaturas revestidas da imortalidade conquistada por Cristo, alvejadas pelo sangue do Cordeiro.

    Todos somos revestidos com a veste branca no Batismo. Vejo que a motivação da IGMR é teológica: 301 "Os ministros inferiores ao diácono podem trajar alva ou outra veste legitimamente aprovada em cada região". É justamente a teologia do batismo que possibilita o uso da alva para outros ministros na Santa Missa (que ao meu ver tem um sentido mais profundo), por isso que a primeira possibilidade é a alva.

    Agora, existem outras possibilidades e uma delas é a batina e sobrepeliz. Não concordo que o uso da alva provoca uma clericalização maior, justamente por ser a veste batismal de todos os fiéis.

    Agora, me responda. Por que o uso habitual da batina é reservado aos ordenados e na celebração da Eucaristia não? podendo ser utilizada pelos leigos? isso é dicotomia. Se a batina distingue os clérigos dos leigos, por que não essa distinção na Liturgia? que é a ação sublime da Igreja? ao meu ver, a batina clericaliza os leigos sim, pois a batina já é uma veste distinta por sua natureza. A alva não clericaliza pois seu fundamento é o Batismo, e existe uma motivação teológica para tal. Aliás, o sentido da alva é mais forte (a fortiori) do que o da batina, que é utilizada pelos ministros ordenados, no seu uso quotidiano, para lembrarem aos fiéis que eles e todos os cristãos estão mortos para o mundo.

    Ao meu ver a alva não cria esta dicotomia, mas teologicamente remete ao Batismo, oferecendo ordem na Liturgia e colocando cada um em sua respectiva função.
    Caro Rafael, não sou contra o uso da batina e sobrepeliz, somente sou contra o uso por leigos. Seminaristas, que estão se preparando para o sacerdócio devem usar a batina e sobrepeliz, com certeza, mas leigos não, devem usar a alva, veste batismal de todos os fiéis que renasceram em Cristo.

    Uma alternativa para os coroinhas e acólitos não instituídos é sim, uma veste negra ou vermelha, com sobrepeliz; mas sóbria e simples, nunca uma batina!
    Em Cristo

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  17. Meu caro diácono,

    Só que o nosso "contra" ou "a favor" caem diante do que ensina a Igreja e de toda uma tradição, nunca interrompida, de uso de batina e sobrepeliz por leigos que atuam como servos do altar.

    A Igreja, pela Congregação dos Ritos já se pronunciou a favor, aliás, sendo contra, na época, a alva, por não estar prevista. Agora está prevista, mas não se impede outro uso conforme os costumes locais. É esse, enfim, o costume romano: leigos usam batina e sobrepeliz quando atuam como servos, acólitos não-instituídos.

    Pode-se teorizar, expor fundamentações teológicas, mas não passarão de opiniões pessoais, dado que a Igreja autoriza que se use tal veste. É, inclusive, o ensino de doutos liturgistas, como o Mons. Peter Elliott, o Côn. Fortesctue, o Côn. O'Connell...

    Sua bênção,

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  18. Caro Rafael.

    Minha explanação teológica em relação à veste batismal está de acordo com o que a Igreja ensina, não é mera opinião pessoal.

    Agora, me mostre a autorização oficial da Igreja permitindo que leigos usem a batina, se voce conseguir me mostrar isso, eu acato a decisão oficial da Igreja, senão, podemos ter opiniões quanto ao uso da batina por leigos e discordar disso sem ferir o ensinamento e a tradição da Igreja. A fundamentação litúrgico-teológica e o CIC diz claramente que a batina é a veste dos ministros ordenados e não dos leigos. Por que em relação à liturgia é diferente? podendo os leigos usarem a batina? Me explique essa dicotomia.

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  19. Rev. Diácono,

    Acima eu postei uma referência da Sagrada Congregação dos Ritos em que se ensina que a veste do servo, seja ele leigo ou não, é a batina com a sobrepeliz. Enfim, a prática MULTISSECULAR da Igreja, em que leigos usavam essa roupa ao servir na Missa, bem mostra que a Igreja a autorizou, por costume.

    Evidentemente, como é uma questão de disciplina, podemos discordar. Nesse sentido, tens o direito de achar que não é a veste mais adequada. Contudo, sempre sabendo que é uma opção lícita, conforme a Congregação.

    A batina, usada na liturgia, dignifica o culto celebrado. O leigo não a usa como ministro ordenado (até porque seminaristas não são ministros e devem usar), mas como alguém desempenhando uma função intimamente ligada ao sacerdócio. Por isso é que ele só usa na liturgia, quando sua união com o sacerdócio é mais visivelmente constatada.

    De qualquer modo, como lhe disse, é prática tradicional da Igreja, nunca negada por ela, e mesmo ensinada como a única válida quando não se tinha rubrica autorizando a alva. É a Congregação dos Ritos que diz isso, não eu. E repetem esse ensino os mais notáveis especialistas em liturgia e consultores em liturgia da Santa Sé, que também já citei (Elliott, Fortescue, O'Connell, Trimeloni, Reid...).

    Sua bênção,

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  20. Caro Dr. Rafael

    Muito bem explicitado e com um fundamento chave: "alguém desempenhando uma função intimamente ligada ao sacerdócio. Por isso é que ele só usa na liturgia, quando sua união com o sacerdócio é mais visivelmente constatada." É a união íntima com o ministério ordenado que possibilita o uso da batina por leigos na Celebração Eucarística, apesar de ainda achar que pode ser uma forma de clericalização.

    Vejo agora que o uso da batina por leigos tem seu fundamento na tradição multissecular da Igreja, apesar de estar mais de acordo com o uso da alva, devido a Teologia do Batismo que a permeia, que é o fundamento da IGMR.

    O uso da batina e sobrepeliz por leigos não deve ser impedido, pois é lícito segundo a Congregação, mas muito bem ordenada, e que não aconteça abusos, que geram uma perda do sentido do ministério ordenado.
    Sendo usada por leigos reforça o ministério ordenado, contudo, o uso da alva leva ao mesmo reforço e íntima união com o ministério ordenado.
    É preciso motivar o uso da batina e sobrepeliz pelos seminaristas e por alguns leigos que exerçam o ministério instituído ou não, apesar de achar que quando há cerimoniários clérigos ou seminaristas os leigos não precisam usar, mas sim alva.
    São essas minhas conclusões caro Dr. Rafael, de acordo com as possibilidades que a Igreja nos oferece, sem ferir sua tradição multissecular. Em Cristo, Deus te abençoe.

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  21. Perfeito, meu caríssimo diácono.

    Também acho que, entre se há acólitos instituídos e não-instituídos na mesma celebração, se poderiam diferenciar pelo uso, os primeiros da batina com sobrepeliz, e os segundos da alva com cíngulo.

    A teologia do Batismo, a que o amigo se refere, é importantíssima, sim, e penso que é a essa riqueza de pensamentos e interpretações, todas lícitas, que a Igreja se refere ao falar de unidade na diversidade.

    Em Cristo,

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  22. Orra, então durante todo esse tempo o Coro da Capela Sistina, os coroinhas, que desde os tempos mais antigos sempre usaram batina, até hoje, inclusive os coroinhas da basilica de S. Pedro. Estão no erro?
    Os ensinamentos estão errados em Roma?
    Orra, por favor, me poupe de encontrar tais palavras. Se fosse errado os Santos Padres já os teriam corrigido, não seria necessario um diácono chegar a conclusão que isso seria clericalizar. Pois não posso crer que os Papas, sendo fieis conhecedores de tudo, TUDO que se refere a Igreja e a seus membros e fieis, até agora nunca ocorrerá nenhum pronunciamento. Para este tipo de assunto, picuinha que não leva a uma maior edificação, se realmente é um problema, cabe deixar a autoridade da Igreja, que nunca disse que o uso da batina por leigos seja clericalização.

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  23. Caro Anônimo

    Esclarecendo seus argumentos:

    Voce não prestou atenção nos comentários e nas reflexões? Eu e o Dr. Rafael chegamos a um consenso, apesar de haver algumas divergências, mas como ele mesmo disse, existe unidade na diversidade.

    Se é picuinha porque voce fez tal comentário? Não nos preocupamos com picuinhas.

    Os Santos Padres da Igreja nunca falaram sobre o uso da batina, mas muitos Santos Padres falaram da ALVA, e a conclusão que chegamos é que o uso da batina por leigos na Missa não é um erro. Voce disse que "não seria necessário um diácono chegar a conclusão que isso seria clericalizar"; pois eu digo, um diácono pode contribuir com sua reflexão teológica para melhorar a vivência litúrgica, e pode emitir opiniões sobre a liturgia, tenho liberdade para isso meu caro e isso não significa que estou contra os ensinamentos dos papas.

    A minha conclusão já está explanada acima: "O uso da batina e sobrepeliz por leigos não deve ser impedido, pois é lícito segundo a Congregação, mas muito bem ordenada, e que não aconteça abusos, que geram uma perda do sentido do ministério ordenado".

    Em matéria de disciplina podemos ter opiniões, desde que não firam o magistério e haja uma reflexão teológica bem fundamentada, católica!

    Como diácono da Santa Igreja oro por voce Anônimo, e dou-lhe a minha bênção.

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  24. Rafael e Diácono

    O Cerimonial dos Bispos quando fala do Mestre de Cerimonias diz que use batina e sobrepeliz ou então alva e cíngulo, mas no entanto, não faz distinção se é leigo ou clérigo.
    Agora pergunto como ficaria o caso de meninas que são servas, coroinhas na missa? Já que são permitidas com autorização do bispo?
    Na minha comunidade eles (meninos e meninas) usavam túnica com uma espécie de ópa da cor litúrgica (estilo da mozeta), agora todos usam túnica vermelha com cíngulo e sobrepeliz.
    Estamos certos?

    Abraço,
    Sidnei

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  25. Excelente e edificante o debate entre o Rafael e o Diácono. Parabéns pelo concenso.

    "É preciso motivar o uso da batina e sobrepeliz pelos seminaristas..."
    Interessante esta colocação pelo Diácono Leandro. Mas e quando os seminaristas são impedidos de usar batina pelo bispo fora da ação liturgica?

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  26. Olá caro Giovani.
    É justamente o argumento de "clericalização" que faz com que alguns bispos proibam os seminaristas de usarem a batina e sobrepeliz, infelizmente. Conheço uma diocese que impede os seminaristas de usarem a túnica! com argumentos de clericalização, e ao mesmo tempo concede para que leigos assistam maitrimônios e celebrem batismos! é algo contraditório não?

    A única regra que consta sobre o uso de batina pelos seminaristas (e leigos) está no CIC de 1917. Sabemos que as leis litúrgicas não são mais contempladas pelo código de 83, no entanto precisamos estudar se as leis anteriores do código de 17, pelo fato do novo código não as contemplarem, elas se tornam suprimidas ou não.

    Vejo que é uma questão delicada, pois estamos falando dos bispos, aqueles que são os autênticos pastores da Igreja. Os seminaristas devem acatar a decisão do bispo, mesmo que não esteja de acordo com as leis da Igreja. É melhor obedecer do que ser expulso do seminário por querer usar batina ou clergyman; é melhor os seminaristas ficarem quietos, e quando forem padres tentar mudar algo!

    Mas, está surgindo uma nova geração de seminaristas e padres na nossa Igreja, tenho certeza.

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  27. Agradeço sua resposta, caro Diácono Leandro. Suas palavras apascentam minha alma.

    Graças ao bom Deus, esta nova geração está surgindo. As fotos que suscitaram este diálogo, é uma prova disso. Muito já foi corrigido em nossa paróquia. Graças aos padres Marquinho (pároco) e Bruno César (vigário).

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  28. Oi to precisando de uma forte formação para cerimoniarios, pesada mesmo alguém pode me ajudar por favor o negócio ta feio por aqui, não sei mais oque fazer porque muita gente quer mandar mas niguem sabe fazer nada, isso é na igreja toda e em todos os grupos, por favor rezem por mim e pela minha paróquia, e se puderem me ajudem!
    Deus vos Abençoem!
    Amém

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  29. Caro Bruno, entre em contato comigo pelo e-mail: freicleiton@salvemaliturgia.com e conversaremos.

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  30. Menina acólita pode usar batina e colarinho romano?

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  31. Alguem pode por favor colocar o Link em PDF da Sagrada Congregação dos Ritos 4194 mencionada acima?

    Obrigado

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