No dia 23 de outubro de 2010, Mons. Wolfgang Haas confere a tonsura para 16 seminaristas da Fraternidade Sacerdotal de São Pedro em Wigratzbad, Baviera. Também estava presente o Superior Geral da Farternidade, Fr. John Berg.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Missa e Ofício de Defuntos em códices medievais e renascentistas
Por
Rafael de Mesquita Diehl
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Seguem abaixo algumas imagens extraídas de livros litúrgicos dos séculos XV e XVI mostrando cenas ligadas ao Ofício e à Missa dos Defuntos (notem especialmente o uso dos paramentos negros e também de vestimentas de luto negras por parte dos fiéis):
Irmãos Limbourg. Missa dos defuntos. As Três ricas Horas do Duque de Berry. França, c. 1410.
Irmãos Limbourg. Missa de exéquias de Raymond Diocres. As Três Ricas Horas do Duque de Berry. França, c. 1410.
Anônimo. Missa de exéquias. Edição francesa de 1410 do Rationale Divinorum Officiorum de Guillaume Durand.
Jan van Eyck. Missa de exéquias. Livro de Horas de Turim-Milão, c. 1440.


Anônimo. Ofício dos Defuntos em uma igreja de Lisboa. Livro de Horas do rei Dom Manuel I de Portugal. Portugal, c. 1500.
Gerard Horenbout. Vigília junto a um defunto. Livro de Horas de Spinola, c. 1515.segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Por que a música sacra está em crise?
Por
Wescley Luís de Andrade
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O padre Uwe Michal Lang, oficial da Congregação para o Culto Divino e consultor do Oficio para as Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice, pronunciou uma conferencia na Academia Urbana de Artes, no marco do seminário “As razões da arte”. L’Osservatore Romano publicou amplas passagens de tal relação, cuja a continuação oferecemos em língua portuguesa.Entre as muitas contribuições clarividentes e agudas de Joseph Ratzinger – Bento XVI sobre a música sacra, há um encontro particularmente interessante e que quero tomar como ponto de partida para minhas reflexões: a conferência: “Problemas teológicos da música sacra”, pronunciado no Departamento de Música Sacra do Conservatório Estatal de Música de Stuttgart em janeiro de 1977 e logo publicada também em outras línguas. Em italiano saiu pela primeira vez há alguns meses o livro "Teologia da Liturgia", o primeiro volume publicado dos dezesseis da ópera omnia de Joseph Ratzinger (Città Del Vaticano, Libreria Editrice Vaticana, 2010, páginas 858, 55 euros).Nesta conferência, o então Cardeal Ratzinger identificava as causas da crise contemporânea da música sacra tanto a crise geral da Igreja desenrolada depois do Concilio Vaticano II, como a crise das artes no mundo moderno, que afetou também a música. Joseph Ratzinger estava interessado, sobretudo, nos motivos teológicos da crise da música sacra; para que "esta terminou no meio de duas grandes pedras de moinho teológicas, mas bem contrapostos que, não obstante, ajudam a desgastá-la."Por um lado existe “o funcionalismo puritano de uma liturgia entendida no sentido puramente pragmático: o evento litúrgico deve ser, como se diz, liberado do caráter culto e reduzido ao seu simples ponto de partida, um banquete comunitário”. Esta atitude parte da leitura equivocada do principio da participação ativa (participatio actuosa), introduzido pelo Papa São Pio X e promovido pela Constituição do Vaticano II sobre a Sagrada Liturgia. Sempre se entende a participação ativa como “uma atividade igual na liturgia de todos os presentes”, que já não deixa espaço para a música que tem um teor artístico mais alto e que é cantada por um coral e compreende também o uso dos instrumentos musicais clássicos. Nesta visão só é licito o canto da assembleia “que, por sua vez, não deve ser julgada com base em seu valor artístico senão unicamente com base em sua funcionalidade, quer dizer, com base na capacidade de criar e ativar uma comunidade”.Por outro lado, está o que Joseph Ratzinger chamou de “funcionalismo da adaptação”, que levou a uma aparição de novas formas de corais e orquestras que executam a música “religiosa” inspirada no jazz ou no pop contemporâneo. O atual Papa observa que os “novos conjuntos (...) resultavam menos elitistas que os antigos corais das igrejas, porém não eram submetidos à mesma critica”. Ambas atitudes teológicas têm o mesmo efeito: o repertório tradicional da música sacra, desde o canto gregoriano até as composições polifônicas do século XX, é julgado impróprio para a liturgia e próprio somente para uma sala de concertos, donde é cuidado e valorado como um objeto de museu ou, talvez, transformado em uma espécie de liturgia “secular”.Certamente, se pode sustentar que há algum precedente na Igreja primitiva para a atitude de “funcionalismo puritano” em relação à música na liturgia. Já desde os começos, o canto dos salmos e como desenvolvimento sucessivo, os hinos e cânticos, tinha um posto natural no culto cristão. De todos os modos, não se continuava a prática musical do Templo de Jerusalém com seu caráter festivo e o uso de instrumentos, descrito em vários salmos. O lugar da música cristã corresponde melhor ao de uma música na sinagoga. Ao mesmo tempo, os primeiros cristãos estavam preocupados por distinguir claramente a musica de sua liturgia com a dos cultos pagãos. Uma conseqüência dessa distância tanto do culto do Templo como das cerimônias pagãs era a exclusão dos instrumentos da liturgia cristã, que se mantém, todavia, nas tradições ortodoxas e que foi expressado com uma forte corrente também no Ocidente latino, deixando de lado o rol privilegiado do órgão, que havia sido investido de um profundo significado teológico.Joseph Ratzinger insiste no feito de que não se pode interpretar a suspensão dos instrumentos como um repúdio da dimensão “sagrada” e “culta” da música ou inclusive como um “passo até ao profano”. Ao contrário, esta expressa “uma sacralidade acentuada em forma pura”, que se reflete também nos comentários dos Padres da Igreja sobre o uso da música na liturgia. Muitos padres apresentam a liturgia como resultado de um processo de “espiritualização” desde o culto do Templo da Antiga Aliança com seus que concordam sacrifícios de animais até a logiké latreía (Romanos 12, 1), “um culto que concorda com Vervo eterno e com nossa razão”, um tema chave no pensamento do Pontífice. Uma música adequada a liturgia cristã necessita sofrer um processo de “espiritualização” que os Padres, segundo Joseph Ratzinger, haviam interpretado como uma “desmaterialização”: a música era admitida somente na medida em que servia ao movimento do sensível até o espiritual, e daqui resulta a descontinuidade com a música festiva do Templo e a exclusão dos instrumentos. O Atual Papa atribui a atitude austera dos Padres sobre a música, à força que o pensamento platônico tinha na teologia patrística, e identifica também os problemas inerentes a esta atitude enquanto “se acercava mais ou menos a iconoclastia”. Com efeito ele considera “a hipótese história da teologia” através da arte no sagrado, uma hipótese que reaparece a cada tempo no curso da história.Uma particular relevância neste âmbito está constituído na encíclica Annus qui, escrita por um dos Papas mais sábios da idade moderna, Bento XIV, nascido Prospero Lorenzo Lambertini em 1675, Bispo de Ancona em 1727-1731, cargo que manteve também como Papa. Em 1728 foi nomeado cardeal e depois da morte de Clemente XII, no longo e controverso conclave de 1740, foi elevado à Sede de Pedro e elegeu como nome Bento XIV. Morreu em 1754.O Papa Lambertini era um canonista e estudioso com amplo âmbito de interesses, entre os quais estava o culto divino. Seu magistério litúrgico pode colocar-se dentro do projeto continuo de reforma posto em marcha pelo Concilio de Trento. A encíclica Annus qui, havia sido escrita primeiro em italiano e logo traduzida ao latim, revela seu objetivo já em seu titulo completo: “Do culto e pureza das Igrejas; da regularização da celebração dos ritos e da Música Eclesiástica, Carta circular aos Bispos do Estado Eclesiástico por ocasião do próximo Ano Santo”.Este titulo indica os argumentos principais da encíclica: o cuidado das igrejas, a ordem e a solenidade do culto celebrado nelas e de modo particular a música sacra. Note-se, aliás que a encíclica se dirige aos bispos do Estado Pontifício do próximo Ano Santo 1750. O Pontífice esperava em Roma um grande número de peregrinos que desejavam conseguir “o fruto espiritual das santas indulgências”. Bento XIV começa sua encíclica com um chamado a disciplina eclesiástica, animando a seu clero a fazer todo o que estava a seu poder para assegurar que os muitos visitantes na Cidade Eterna não voltassem às suas pátrias escandalizados pelo que haviam visto. Em efeito, Roma e todo o Estado Pontifício devem ser um exemplo de celebração litúrgica e de música sacra para todo o mundo católico. Sem dúvida, o Papa Lambertini era consciente dos limites de seu poder em tais questões, que dependiam de grande parte do patrocínio local tanto eclesiástico como secular. Sem dúvida estava decidido a manter um nível mais alto em seu próprio território.As principais preocupações de Bento XIV sobre a polifonia sacra – em continuidade com os debates do Concilio de Trento e as declarações sucessivas de Papas e de sínodos locais – são a integridade e a inteligibilidade do texto litúrgico musicalizado. Em particular, quando se cantam as passagens polifônicas na Missa ou no Oficio Divino, devem conter os “próprios” que são partes integrantes da sagrada liturgia. Dada esta premissa, Bento XIV se refere a um decreto publicado por seu predecessor Inocêncio XII em 1692, que proibiu em geral o canto por este motivo. Nas Santas Missas solenes só se permitia além do canto do Glória e do Símbolo, o canto de Introito, o Gradual e o Ofertório. Nas Vésperas não se admitiu nenhuma troca, nem o mínimo sequer, nas antífonas que são ditas ao inicio e ao final de cada Salmo.Ademais, a encíclica nota que se tem sido comum nos últimos tempos utilizar a música de caráter teatral no culto divino. O problema deste tipo de música é que se busca fazer que os ouvintes desfrutem da melodia, do ritmo, da qualidade das vozes, e assim sucessivamente, enquanto o significado das palavras passa a ser secundário. Em troca, afirma de modo inequívoco Bento XIV, isto não vale para a liturgia: “ Não deve ser assim, na troca, no canto Eclesiástico; Porém, neste se deve buscar o oposto”. Em outras palavras, a música sacra que merece esse nome deve servir sempre para um fim espiritual e teológico, e não somente estético. (Grifo nosso).A encíclica continua logo com a questão do uso dos instrumentos na igreja. O Pontífice considera que esta questão é fundamental para distinguir a música sacra da música teatral. Em primeiro lugar, ele determina quais são os instrumentos que se podem tolerar (note-se a eleição das palavras: “dos instrumentos que podem ser tolerados nas Igrejas”). Bento XIV segue sua habitual metodologia e cita várias opiniões, em particular do primeiro Concilio Provincial de Milão, realizado por São Carlos Borromeu, que admitiu somente o órgão e excluiu todos os outros instrumentos.Em segundo lugar, o Papa Lambertini, estabeleceu que os instrumentos permitidos devem soar somente para sustentar o canto da voz humana. Neste ponto, a linguagem do Pontífice volta muito decidida, quando declara: “Sem dúvidas, se os instrumentos continuam soando, e somente alguma vez se silenciam, como é costume hoje, para deixar tempo para que os ouvintes escutem as modulações harmônicas, as notas vibrantes dadas por tantas vozes, de forma vulgar chamadas trinos (uma referencia a João XXII, Docta Sanctorum Patrum); além disto, não fazem outra coisa que senão oprimir e sepultar as vozes do coro, e o sentido das palavras, então o uso dos instrumentos não alcança o fim querido, passa a ser inútil e mais ainda continua proibido”.Em terceiro lugar, a respeito da música orquestral, Annus qui concede que poderá continuar aonde foi introduzida, de tal maneira que não seja e não leve, a causas de extensões, ao aborrecimento, ou a graves incômodos àqueles que estão no coro ou que servem no Altar, nas Vésperas e nas Missas.Fonte: L’Osservatore RomanoTradução para espanhol: La Buhardilla de JerónimoTradução para o português: Salvem a Liturgia
domingo, 31 de outubro de 2010
Frades Franciscanos da Imaculada ordenam nove diáconos na Forma Extraordinária do Rito Romano
Por
Família Coelho Vaz da Costa
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Sua Excia. D. Velasio de Paolis, Arcebispo Titular de Thelepte, atualmente atua como presidente da Prefeitura dos Assuntos Econômicos da Santa Sé e Delegado Pontifício para a Congregação dos Legionários de Cristo, ordenou nove diáconos para os Franciscanos da Imaculada. Mons. Velasio também em breve será criado Cardeal no dia 20 de novembro. A Missa Pontifical foi celebrada na sua forma extraordinário do Rito Romano.
Algumas, via John Sonnen do Orbis Catholicus e NLM.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Bento XVI: "A liturgia da Igreja tem sido para mim desde a minha infância, a atividade central da minha vida."
Por
Anônimo
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"A liturgia da Igreja tem sido para mim desde a minha infância, a atividade central da minha vida." (BENTO XVI. Opera Omnia: Teologia della Liturgia. Vaticano: Libreria Editrice Vaticana, 2010)
A "Opera Omnia" de S. S. Bento XVI está organizada em 16 volumes. As publicações estão sendo feitas primeiramente na Alemanha. Contudo, a Libreria Editrice Vaticana já iniciou a publicação em língua italiana.
É importante salientar que dos 16 volumes, o volume da Liturgia é o de numero 11 e foi o primeiro a ser publicado. No Prefácio, o Santo Padre justifica esta sua escolha:
Quando eu decidi, depois de alguma hesitação, aceitar o projeto de uma edição de todos os meus trabalhos, eu estava imediatamente convicto que tinha que confiar uma ordem de prioridades ao Conselho Editorial e, portanto, o primeiro volume a ser publicado deveria ser o dos meus escritos sobre a liturgia. (BENTO XVI. Opera Omnia: Teologia della Liturgia, Prefacio da Edicao Italiana)Ainda no Prefácio o Santo Padre comenta as controversias que surgiram após a publicacao do seu livro: "Uma introdução ao Espirito da Liturgia" e que constitui a publicação central deste Volume. Sobre este assunto o Santo padre confidencia que chegou a pensar em retirar da publicação o capitulo "O Altar e a orientação da oração na Liturgia" pois muitos reduzem a reflexão do então cardeal a um desejo de ver novamente a Missa Celebrada "de costas para o povo" (Sobre esta expressão vide: Por que é inadequado dizer que o padre celebra "de costas para o povo" na Missa Tridentina?). O proprio Papa afirma qual era o seu interesse naquele momento:
O resultado é bastante claro: a idéia de que o padre e as pessoas devem olhar-se mutuamente em oração surgiu apenas no cristianismo moderno, e é completamente estranho à antiga. O sacerdote e o povo certamente não rezam um ao outro, mas para o único Senhor. Então na oração olham na mesma direção: ou para o Oriente como um símbolo cósmico do Senhor que vem, ou onde isso não for possível, em direção a uma imagem de Cristo na abside, ou ainda a uma cruz, ou simplesmente para o céu, como o Senhor fez em sua oração sacerdotal da véspera de sua paixão (Jo 17, 1). Enquanto isso está, felizmente, sendo aceita cada vez mais a proposta que fiz no final do capítulo do meu livro: não avançar com novas transformações arquitetonicas, mas simplesmente pôr a cruz no centro do altar, para a qual possamos, sacerdotes e fieis, olhar juntos e nos deixar guiar de tal modo que juntos rezemos voltados para o Senhor. (BENTO XVI. Opera Omnia: Teologia della Liturgia, Prefacio da Edição Italiana)Esperamos que esta grande colaboração do Santo Padre auxilie de forma efetiva nas ações litúrgica das nossas em nossas paróquias.
Após esta belissima comprovação do amor que o Santo Padre tem pela liturgia torna-se quase evidente que estamos vivenciado o Pontificado do "Papa da Liturgia". Assim, como São Pio X tornou-se conhecido como o Papa da Eucarista!
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Investidura de dois monges beneditinos do Brasil na Ordem Eqüestre do Santo Sepulcro
Por
Rafael Vitola Brodbeck
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A Ordem Eqüestre do Santo Sepulcro de Jerusalém é uma associação de fiéis (não, portanto, um instituto religioso com membros professos), contando com leigos, clérigos seculares e regulares em suas fileiras. É uma das ordens de cavalaria do tempo das Cruzadas, de caráter religioso-militares, ainda existentes, ao lado da Ordem de Malta (hospitalários; instituto religioso, mas com leigos também), Ordem dos Cavaleiros Teutônicos (instituto religioso e igualmente com leigos), e Ordem de São Lázaro e São Maurício (comenda da Dinastia de Sabóia, mas continuadora da antiga ordem cruzada).
No Subsídios Litúrgicos, lemos o convite, que retransmitimos, da investidura entre os Cavaleiros do Santo Sepulcro, de dois monges beneditinos do Brasil:
No Subsídios Litúrgicos, lemos o convite, que retransmitimos, da investidura entre os Cavaleiros do Santo Sepulcro, de dois monges beneditinos do Brasil:
A Ordem de Cavalaria do
Santo Sepulcro de Jerusalém,
o Mosteiro de São Bento da Bahia e o Mosteiro de São Bento de Pouso Alegre
noticiam a celebração de
Santa Missa Solene de
Investidura de
Sua Paternidade Reverendíssima
D. Emanuel d’Able do Amaral, O.S.B,
e de
Sua Reverendíssima
D. Bento de Lyra Albertin, O.S.B
na Ordem do Santo Sepulcro,
a ser oficiada por Sua Excelência Reverendíssima
D. Gregório Paixão, O.S.B,
às 10:00 horas do dia 30 de outubro de 2010, sábado, na
Basílica de São Sebastião do
Mosteiro de São Bento da Bahia,
ao Largo de São Bento, nº 1,
Salvador (BA),
oportunidade na qual será instalada a
Delegação Magistral do Santo Sepulcro
de São Salvador da Bahia.
Santo Sepulcro de Jerusalém,
o Mosteiro de São Bento da Bahia e o Mosteiro de São Bento de Pouso Alegre
noticiam a celebração de
Santa Missa Solene de
Investidura de
Sua Paternidade Reverendíssima
D. Emanuel d’Able do Amaral, O.S.B,
e de
Sua Reverendíssima
D. Bento de Lyra Albertin, O.S.B
na Ordem do Santo Sepulcro,
a ser oficiada por Sua Excelência Reverendíssima
D. Gregório Paixão, O.S.B,
às 10:00 horas do dia 30 de outubro de 2010, sábado, na
Basílica de São Sebastião do
Mosteiro de São Bento da Bahia,
ao Largo de São Bento, nº 1,
Salvador (BA),
oportunidade na qual será instalada a
Delegação Magistral do Santo Sepulcro
de São Salvador da Bahia.
Missa na forma extraordinária, em Franca, no último 11 de setembro
Por
Rafael Vitola Brodbeck
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O Pe. Michel Rosa da Silva celebrou, Catedral de Franca, às 15h a Missa do XXVI Domingo Pós-Pentecostes, segundo a forma extraordinária (rito antigo, tridentino, tradicional). Abaixo algumas fotos deste Santo Sacrifício:
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Peregrinação do distrito da França da FSSP a Ars com o Seminário
Por
Família Coelho Vaz da Costa
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O Seminário São Pedro, Wigratzbad, da FSSP foi em peregrinação a Ars, cidade onde morou o grande Pároco São João Maria Vianey, junto com o Distrito da Fraternidade na França entre os dias 18 e 19 de setembro.
Confiram as belíssimas fotos!
Confiram as belíssimas fotos!
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Liturgia e vida
Por
Rafael Vitola Brodbeck
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Tomo as lições do professor de liturgia no Seminário Interdiocesano Maria Mater Ecclesiae, em Itapecerica da Serra, SP, Pe. Antonio Rivero, LC, a quem tenho a honra e a alegria de conhecer, para explanar, na coluna deste mês, sobre alguns aspectos da liturgia vivida em cada circunstância.
O referido sacerdote se indaga, em uma sua apostila para uso no seminário:
No tempo da graça, em que o véu do Templo se rasgou em duas partes, de alto a baixo, não deve haver essa dicotomia entre liturgia e vida. Somos chamados, como bem nos ensinou Nosso Senhor, a adorar o Pai em espírito e em verdade. Os ritos, importantíssimos, traduzem uma vivência plena e real. E, se é real, não se manifesta apenas durante os minutos da Missa, ou enquanto folheamos o breviário, ou recebemos os sacramentos. A adoração católica é interna e externa, nas palavras de Pio XII em sua encíclica Mediator Dei.
A santificação do cristão se dá pela ação da graça que nos chegam pelos sacramentos, que celebramos na liturgia. Os sacramentos são os canais da graça, sem a qual não podemos ser salvos, não podemos ser santos. A liturgia é a celebração desses sacramentos, é o espaço apropriado para a fluência da graça em nossa alma.
Na Santa Missa, assistimos à atualização da Cruz, ao espetáculo no qual, sobre o altar, usando-se do sacerdote a Ele unido pelo sacramento da Ordem, Cristo Jesus se oferece por nossa salvação. Na Eucaristia, unimo-nos intimamente a esse Jesus que, após ter-se oferecido ao Pai em sacrifício, se nos dá em alimento no seu verdadeiro Corpo e no seu verdadeiro Sangue. Nos demais sacramentos, há um acréscimo da graça santificante. Toda a liturgia fala de santificação, e não apenas a simboliza, como que a torna atual, real, concreta. Tudo isso é verdade.
Todavia, a santificação não é processo que se esgota na liturgia ou nos sacramentos. O homem que assiste Missa, que comunga, que se confessa, que caminha em procissão, que recita a Liturgia das Horas, é um homem integral, completo. Não um fantasma. E, como concreto que é, o homem se movimenta por diferentes espaços, fazendo de sua vida uma teia com distintas circunstâncias. Nessas circunstâncias é que ele é chamado a se santificar. A graça recebida nos sacramentos, celebrada na liturgia, atua nesse homem não só no espaço físico da igreja, e sim também na sua oração pessoal devocional, no seu estudo, no seu apostolado, no seu trabalho, na sua vivência em família, no seu descanso, no seu lazer.
A liturgia que é bem vivida em si mesma deve favorecer, impulsionar a que seja bem vivida também nos outros aspectos. O homem que vive bem a Missa, vive bem seu trabalho, deveres de estado, ocupações familiares, diversões etc. Em todos esses locais e ambientes devemos, a partir da liturgia, agir como Cristo, pensar como Cristo, amar como Cristo, sentir como Cristo.
Por outro lado, se a liturgia é transportada, em seu caráter espiritual, a outros ambientes para que sejam como que seu prolongamento, podemos, de outra sorte, dizer que damos vida à própria liturgia. É uma troca. O trabalho e o estudo se vivificam quando são expressão de uma liturgia bem vivida; sem embargo, a liturgia é melhor vivida quando a continuamos nos nossos afazeres cotidianos, por mais simples e “laicais” que pareçam.
Evidentemente, a liturgia não precisa de vida, no sentido mais estrito, dado que ela é justamente a fonte da nossa vida. Aqui tomamos o vocábulo em uma expressão mais poética, para ressaltar uma liturgia percebida com mais entusiasmo por todas as potências de nossa alma.
Desse modo, o primeiro lugar em que o Pe. Rivero diz que a liturgia deve ser feita vida é a oração. Liturgia é ação pública, oficial, da Igreja, mesmo quando um sacerdote, sozinho, celebra a Santa Missa sem nenhum fiel a assistir, mesmo quando um monge, no silêncio do claustro, balbucia o hino de Laudes. A oração a que o padre legionário se refere, então, não é a litúrgica, e sim a pessoal, devocional, ação privada.
A oração será tanto mais autêntica quanto mais beber na fonte inesgotável da liturgia. Não como certos liturgistas do século XX, que condenavam, na prática, as formas privadas de piedade, ou a relegavam a um segundo plano, como se fossem meramente toleradas como ações de almas mais simples. A devoção deve, sim, ser incentivada: o terço, a via sacra, as novenas, as adaptações do breviário, as bandeiras, as visitas... Porém, tudo isso deve se inebriar da liturgia.
A oração pessoal é o campo da luta, do combate entre nossa alma, com a ajuda da graça, e o demônio. A oração é também a própria luta. E nos nutrimos para essa peleja não só da própria oração, como da liturgia. Além disso, se a liturgia é o meio no qual o processo de santificação se dá, em que conformamos nossa alma à vontade de Deus, essa santificação é como que facilitada pela abertura de nossa alma, o que conseguimos formamos nossa inteligência, nossa vontade e nossas paixões no terreno próprio da oração. A oração abre nossa alma para os bens que recebemos na liturgia. Daí que precisemos cultivar, para uma liturgia bem vivida, uma oração bem feita, de íntimo relacionamento com Cristo, e aumento da amizade entre Ele e nossa alma.
Nossa santificação é um processo, e depende de nossa disponibilidade. Essa entrega nossa a Deus, para que Ele nos santifique – na liturgia e pela liturgia –, se forja pela ação do Espírito Santo e nossa liberdade durante a oração pessoal. Fazendo oração, nos fazemos receptivos à ação da graça.
Por outro lado, não só de oração vivemos. Até os religiosos contemplativos sabem do valor do trabalho. Reza e trabalha, é o conselho de São Bento, o patriarca do monaquismo no Ocidente.
Trabalhar por trabalhar é uma escravidão, um fardo. Só pela graça de Deus, somos libertos disso, em Cristo Jesus, e o trabalho se torna ocasião de grande júbilo, e locus de santidade. Assim como o sofrimento sem Cristo não tem sentido, o trabalho sem Ele é apenas uma pena imposta pelo pecado e uma forma de ganhar dinheiro. Pela graça, conquistada na Cruz, e celebrada na liturgia – e conferida também na liturgia –, o trabalho se converte em um meio pelo qual podemos, mediante as obras de nossas mãos e o fruto de nosso intelecto, dar “maior glória à Trindade e benefício à humanidade inteira”, no dizer do Pe. Rivero.
No trabalho, como na cultura, o homem reflete o que celebrou na liturgia. A liturgia é a obra de Deus no homem, e o trabalho e a cultura são obras do homem com Deus. Para que isso seja verdade, o homem precisa estar em graça, e isso só se consegue com a plena participação sacramental. Da liturgia, então, parte o homem para santificar o mundo do trabalho e da cultura. “Liturgizados”, o trabalho e a cultura adquirem novo significado. O Espírito Santo deifica o homem na liturgia para que ele humanize o mundo, e isto ele o faz pelo labor e pela construção cultural. A cultura e o trabalho, prossegue o Pe. Rivero, são como uma iconografia do Espírito Santo e do homem, e se assim não forem, serão sinais do inimigo do homem, o diabo.
A cultura e o trabalho, transformados pela graça, através da ação do homem transformado por Deus na liturgia, nos simboliza a beleza. E a beleza, bem o sabemos por Santo Tomás, tem a Deus por fonte. Não é a beleza um aspecto dos ritos litúrgicos?
Não há momento, período, recinto de nossa pobre existência nesta terra de exílio em que a luz da liturgia não possa ou não deva chegar. Da oração ao trabalho e a cultura, do espiritual ao material. E, por conta disso, da vivência plena da liturgia em cada circunstância de nosso viver, brotará um maior compromisso com Deus, Nosso Senhor, com a Igreja por Ele fundada, com a comunidade humana, com os pobres, nossos irmãos a quem devemos compaixão, e com todos aqueles a quem somos destinados para fazer apostolado.
Sem um coração completamente transformado pela vida da liturgia, não desempenharemos a contento a missão que nos foi designada por Deus. Ao contrário, vivendo a vida da liturgia plenamente, faremos vida a oração, o trabalho, a cultura, a sociedade, os pobres, o apostolado. A liturgia dará vida a tudo isso, e será mais vida à medida em que transportarmos o que celebramos para dentro do que vivemos.
O referido sacerdote se indaga, em uma sua apostila para uso no seminário:
“Por que às vezes se dá essa separação? De um lado, a celebração; de outro, nossa vida não responde a essa celebração. A resposta é singela: pelo pecado e por nossa miséria.”
No tempo da graça, em que o véu do Templo se rasgou em duas partes, de alto a baixo, não deve haver essa dicotomia entre liturgia e vida. Somos chamados, como bem nos ensinou Nosso Senhor, a adorar o Pai em espírito e em verdade. Os ritos, importantíssimos, traduzem uma vivência plena e real. E, se é real, não se manifesta apenas durante os minutos da Missa, ou enquanto folheamos o breviário, ou recebemos os sacramentos. A adoração católica é interna e externa, nas palavras de Pio XII em sua encíclica Mediator Dei.
A santificação do cristão se dá pela ação da graça que nos chegam pelos sacramentos, que celebramos na liturgia. Os sacramentos são os canais da graça, sem a qual não podemos ser salvos, não podemos ser santos. A liturgia é a celebração desses sacramentos, é o espaço apropriado para a fluência da graça em nossa alma.
Na Santa Missa, assistimos à atualização da Cruz, ao espetáculo no qual, sobre o altar, usando-se do sacerdote a Ele unido pelo sacramento da Ordem, Cristo Jesus se oferece por nossa salvação. Na Eucaristia, unimo-nos intimamente a esse Jesus que, após ter-se oferecido ao Pai em sacrifício, se nos dá em alimento no seu verdadeiro Corpo e no seu verdadeiro Sangue. Nos demais sacramentos, há um acréscimo da graça santificante. Toda a liturgia fala de santificação, e não apenas a simboliza, como que a torna atual, real, concreta. Tudo isso é verdade.
Todavia, a santificação não é processo que se esgota na liturgia ou nos sacramentos. O homem que assiste Missa, que comunga, que se confessa, que caminha em procissão, que recita a Liturgia das Horas, é um homem integral, completo. Não um fantasma. E, como concreto que é, o homem se movimenta por diferentes espaços, fazendo de sua vida uma teia com distintas circunstâncias. Nessas circunstâncias é que ele é chamado a se santificar. A graça recebida nos sacramentos, celebrada na liturgia, atua nesse homem não só no espaço físico da igreja, e sim também na sua oração pessoal devocional, no seu estudo, no seu apostolado, no seu trabalho, na sua vivência em família, no seu descanso, no seu lazer.
A liturgia que é bem vivida em si mesma deve favorecer, impulsionar a que seja bem vivida também nos outros aspectos. O homem que vive bem a Missa, vive bem seu trabalho, deveres de estado, ocupações familiares, diversões etc. Em todos esses locais e ambientes devemos, a partir da liturgia, agir como Cristo, pensar como Cristo, amar como Cristo, sentir como Cristo.
Por outro lado, se a liturgia é transportada, em seu caráter espiritual, a outros ambientes para que sejam como que seu prolongamento, podemos, de outra sorte, dizer que damos vida à própria liturgia. É uma troca. O trabalho e o estudo se vivificam quando são expressão de uma liturgia bem vivida; sem embargo, a liturgia é melhor vivida quando a continuamos nos nossos afazeres cotidianos, por mais simples e “laicais” que pareçam.
Evidentemente, a liturgia não precisa de vida, no sentido mais estrito, dado que ela é justamente a fonte da nossa vida. Aqui tomamos o vocábulo em uma expressão mais poética, para ressaltar uma liturgia percebida com mais entusiasmo por todas as potências de nossa alma.
Desse modo, o primeiro lugar em que o Pe. Rivero diz que a liturgia deve ser feita vida é a oração. Liturgia é ação pública, oficial, da Igreja, mesmo quando um sacerdote, sozinho, celebra a Santa Missa sem nenhum fiel a assistir, mesmo quando um monge, no silêncio do claustro, balbucia o hino de Laudes. A oração a que o padre legionário se refere, então, não é a litúrgica, e sim a pessoal, devocional, ação privada.
A oração será tanto mais autêntica quanto mais beber na fonte inesgotável da liturgia. Não como certos liturgistas do século XX, que condenavam, na prática, as formas privadas de piedade, ou a relegavam a um segundo plano, como se fossem meramente toleradas como ações de almas mais simples. A devoção deve, sim, ser incentivada: o terço, a via sacra, as novenas, as adaptações do breviário, as bandeiras, as visitas... Porém, tudo isso deve se inebriar da liturgia.
A oração pessoal é o campo da luta, do combate entre nossa alma, com a ajuda da graça, e o demônio. A oração é também a própria luta. E nos nutrimos para essa peleja não só da própria oração, como da liturgia. Além disso, se a liturgia é o meio no qual o processo de santificação se dá, em que conformamos nossa alma à vontade de Deus, essa santificação é como que facilitada pela abertura de nossa alma, o que conseguimos formamos nossa inteligência, nossa vontade e nossas paixões no terreno próprio da oração. A oração abre nossa alma para os bens que recebemos na liturgia. Daí que precisemos cultivar, para uma liturgia bem vivida, uma oração bem feita, de íntimo relacionamento com Cristo, e aumento da amizade entre Ele e nossa alma.
Nossa santificação é um processo, e depende de nossa disponibilidade. Essa entrega nossa a Deus, para que Ele nos santifique – na liturgia e pela liturgia –, se forja pela ação do Espírito Santo e nossa liberdade durante a oração pessoal. Fazendo oração, nos fazemos receptivos à ação da graça.
Por outro lado, não só de oração vivemos. Até os religiosos contemplativos sabem do valor do trabalho. Reza e trabalha, é o conselho de São Bento, o patriarca do monaquismo no Ocidente.
Trabalhar por trabalhar é uma escravidão, um fardo. Só pela graça de Deus, somos libertos disso, em Cristo Jesus, e o trabalho se torna ocasião de grande júbilo, e locus de santidade. Assim como o sofrimento sem Cristo não tem sentido, o trabalho sem Ele é apenas uma pena imposta pelo pecado e uma forma de ganhar dinheiro. Pela graça, conquistada na Cruz, e celebrada na liturgia – e conferida também na liturgia –, o trabalho se converte em um meio pelo qual podemos, mediante as obras de nossas mãos e o fruto de nosso intelecto, dar “maior glória à Trindade e benefício à humanidade inteira”, no dizer do Pe. Rivero.
No trabalho, como na cultura, o homem reflete o que celebrou na liturgia. A liturgia é a obra de Deus no homem, e o trabalho e a cultura são obras do homem com Deus. Para que isso seja verdade, o homem precisa estar em graça, e isso só se consegue com a plena participação sacramental. Da liturgia, então, parte o homem para santificar o mundo do trabalho e da cultura. “Liturgizados”, o trabalho e a cultura adquirem novo significado. O Espírito Santo deifica o homem na liturgia para que ele humanize o mundo, e isto ele o faz pelo labor e pela construção cultural. A cultura e o trabalho, prossegue o Pe. Rivero, são como uma iconografia do Espírito Santo e do homem, e se assim não forem, serão sinais do inimigo do homem, o diabo.
A cultura e o trabalho, transformados pela graça, através da ação do homem transformado por Deus na liturgia, nos simboliza a beleza. E a beleza, bem o sabemos por Santo Tomás, tem a Deus por fonte. Não é a beleza um aspecto dos ritos litúrgicos?
Não há momento, período, recinto de nossa pobre existência nesta terra de exílio em que a luz da liturgia não possa ou não deva chegar. Da oração ao trabalho e a cultura, do espiritual ao material. E, por conta disso, da vivência plena da liturgia em cada circunstância de nosso viver, brotará um maior compromisso com Deus, Nosso Senhor, com a Igreja por Ele fundada, com a comunidade humana, com os pobres, nossos irmãos a quem devemos compaixão, e com todos aqueles a quem somos destinados para fazer apostolado.
Sem um coração completamente transformado pela vida da liturgia, não desempenharemos a contento a missão que nos foi designada por Deus. Ao contrário, vivendo a vida da liturgia plenamente, faremos vida a oração, o trabalho, a cultura, a sociedade, os pobres, o apostolado. A liturgia dará vida a tudo isso, e será mais vida à medida em que transportarmos o que celebramos para dentro do que vivemos.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Anunciado o III Congresso Romano sobre o Motu Proprio Summorum Pontificum
Por
Rafael Vitola Brodbeck
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Recebemos, por e-mail, do Pe. Almir de Andrade, FSSP, um comunicado do Pe. Fr. Vincenzo Nuara, OP, dando notícia de um congresso sobre o Summorum Pontificum, e pedindo divulgação.
Agradecemos a confiança no Salvem, e divulgamos os dados abaixo, conforme o Fr. Nuara:
Comunicado Oficial
A Associação “Giovani e Tradizione” e o Sodalício “Amicizia Sacerdotale Summorum Pontificum” comunicam oficialmente a data do III Congresso sobre o Motu Proprio “Summorum Pontificum” de Sua Santidade Bento XVI:
Roma, Angelicum, 13 a 15 de maio 2011.
Tema: O Motu Próprio “Summorum Pontificum”, uma esperança para a Igreja.
Na tarde de sexta-feira 13 de maio se dará início aos trabalhos com o pré-congresso, reservado somente aos sacerdotes, religiosos e candidatos ao sacerdócio.
Sábado, 14 de maio, o congresso prevê duas sessões, uma pela manhã e outra pela tarde.
O congresso será arrematado com a Santa Missa Pontifical na Basílica de São Pedro, ao altar da Cátedra, no domingo 15 de maio 2011, celebrada por Sua Eminência Reverendíssima o Senhor Cardeal Antonio Canizares Llovera, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos.
Depois da Santa Missa os participantes do congresso estarão presentes ao “Angelus” com o Santo Padre Bento XVI, ao meio-dia, na Praça de São Pedro.
Mais informações serão oferecidas em breve no site: www.giovanietradizione.org
Roma, 13 de outubro de 2010.
A. M. D. G.
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