Nossos Parceiros

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

FSSP: Missão de Guadalajara, México (I)

View Comments
Nestes dias em que Eric e eu estamos em Guadalajara, Jalisco, México, terra dos Cristeros, não temos palavras para  definir como é viver a tradição em fidelidade ao Papa [...]! Os sacerdotes da FSSP nos receberam com grande hospitalidade!

A Quase-paróquia (CDC 516) da FSSP já está erigida, mas ainda não foi construída. Por esta razão, a Quase-paróquia se instalou na Igreja Nossa Senhora do Pilar, próximo ao centro da cidade, um pouco deserto decerto, mas conta com os fiéis piedosos que não medem esforços para assistirem a Missa diariamente e em sua maioria, aos domingos, onde a mesma é cantada com muito zelo e decoro.

Os acólitos estão nos ensinando a servir o altar, uma vez que precisamos não somente aprender as regrais gerais, como também alguns pequenos costumes locais. Um deles é Pedrito, um menininho de 9 anos de uma família do Regnum Christi, o qual já sabe não somente responder toda a Missa como pode explicar todos os detalhes com gosto!

Nos chama muita atenção a vida piedosa desta terra evangelizada pela própria Virgem MARIA e regada pelo sangue dos mártires cristeros, soldados de CRISTO REI! É impressionante como os ônibus possuem crucifixos e terços no retrovisor, as casas com suas imagens da Guadalupana, La Madrecita e afins. Entretanto, como em todo o mundo, o secularismo tem realizado suas atrocidades por aqui, tornando a vida dos fiéis um tanto árdua em sua vida cotidiana. E é exatamente por isso que eles encontram, neste templo da FSSP, refúgio e fortaleza. Confissões diárias, quase durante todo o dia, bênçãos de objetos, água e toda a vida de piedade que se procura numa Igreja Católica: mas tudo isso com apenas dois sacerdotes!

O grupo Militia Sancti Petri, de formação doutrinal é igualmente admirável por sua valentia e ao mesmo tempo, pelo respeito à hierarquia e ao Papa, sobretudo.

Tudo no México possui o aroma suave da Guadalupana!

Eis algumas fotos a mais:

Este piedoso casal é descendente dos mártires cristeros.

Preparando o altar.
Preparando-nos para a Missa na Sacristia.
Visão do altar dedicado à Nossa Senhora do Pilar, a qual apareceu para o Apóstolo São Tiago.
Pe. Fryar, FSSP e Pedrito de 9 anos apenas, que desde os sete já era acólito um!
Casal do Regnum Christi, pais de Pedrito, os quais freqüentam a Igreja da FSSP.
Eric Almeida e eu. Contamos com a oração de todos nossos amigos leitores para termos, segundo a vontade de DEUS, uma missão da FSSP na Terra de Santa Cruz.
E para sentirem o ardor dos mexicanos, deixo-lhes um belíssimo refrão de uma das canções dedicada à Madrecita Guadalupana:

Ref.: "Somos cristianos y somos mexicanos/Guerra, guerra contra lucifer!" [2x]

Consagração, piedoso uso do véu e zelo pela Liturgia: eis a vida deste sacerdote!

View Comments

Consagração a JESUS, VERBO INCARNADO, por meio de MARIA Santíssima, segundo o método de São Luis Maria Grignon de Montfort na Paróquia JESUS de Nazaré, Complexo da Maré, RJ.


Pe. Eduardo Cardoso, parabéns!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Administração Apostólica: Vésperas Solenes da Imaculada Conceição, com quatro capistas

View Comments

Canto do Ofício Divino pelos seminaristas da Administração Apostólica São João Maria Vianney, de Campos, RJ, na nova capela de seu seminário.

image

image

image

image

image

image

image

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Homilia na ordenação presbiteral dos Freis Paulo Maria e Fernando de Araújo, OFMConv.

View Comments
No dia 10 de dezembro passado, no Santuário São Francisco de Assis, em Brasília, Sua Excelência Reverendíssima Dom Adair José Guimarães, Bispo diocesano de Rubiataba-Mozarlândia-GO, amigo e apoiador do nosso Apostolado, conferiu a ordenação presbiteral aos Freis Paulo Maria e Fernando de Araújo, OFMConv.

Abaixo, a excelente homilia, altamente catequética, com grande clareza nas explicações... uma verdadeira lição para toda a vida e ministério. Todos os grifos são nossos.

Outros textos do Bispo podem ser lidos AQUI.

*******
Reverendíssimo Senhor Ministro Provincial,

Reverendíssimo Senhor Secretário Provincial,

Distinta Comunidade Franciscana aqui presente,

Sacerdotes, Diáconos, Seminaristas, religiosos(as) e consagrados (as), benfeitores,

Amados Frei Paulo Maria Geovani Leite Noronha e Frei Fernando de Araújo, ordinandos,

Povo de Deus e familiares dos ordinandos.

01. Agradeço de coração ao Senhor Ministro Provincial, pelo amável convite para presidir esta Divina Liturgia, tão cara à vida desta Província que contará com mais dois sacerdotes. O Pai Seráfico, São Francisco, com referência ao sacerdócio assim disse: "E o Senhor me deu e ainda me dá tanta fé nos sacerdotes que vivem segundo a forma da santa Igreja Romana, por causa de suas ordens, que, mesmo que me perseguissem, quero recorrer a eles. E hei de respeitar, amar e honrar a eles e a todos os outros como a meus senhores." (01)

02. Deus nos dá a alegria de viver este momento de renovação do nosso amor ao Sacerdócio Católico, instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo para que o Reino de Cristo seja anunciado e a santidade dos sacramentos divinos comunicada aos fiéis em favor da santificação de todos.

03. O Santo Apóstolo Paulo na carta aos Coríntios nos convida a renovar a coragem no anúncio do Evangelho e na vivência do ministério, ao mesmo tempo que nos recorda que somos vasos de barro, frágeis mas que contém a preciosidade do tesouro que nunca passa, Cristo. O ministro de Deus apresenta este grande e belo tesouro aos corações dos homens e mulheres de todos os tempos. Não apresenta a si mesmo, pois se assim o fizesse, seria um atentado à verdade e o anúncio do Evangelho ficaria empalidecido pela sombra dos seus limites humanos. É preciso ser instrumento apenas e não o conteúdo do caminho que aponta. “É preciso que ele cresça e eu diminua”.

04. O ministro ordenado autêntico ama os átrios do Senhor, a casa de Deus, o lugar do espaço sagrado. Assim como o salmista, ele adentra os pórticos santos com um único intuito: louvar as grandezas do Deus Altíssimo e oferecer o Sacrifício que redime e alimenta nossa caminhada para a eternidade. O Sacerdócio Ministerial está intimamente ligado ao templo, lugar do altar, do sacrifício, da acolhida das oblatas. A Casa do Senhor é o oásis do ministro instituído na Ordem; lugar do silêncio, da adoração, da caridade e do amor que se renova a cada Eucaristia que culmina no grande ofertório litúrgico, a doxologia.

05. A Divina Liturgia é referencial para a Igreja Povo de Deus, sobremaneira para seus ministros. A vida litúrgica e sacramental nos coloca no limiar do mundo, na fronteira entre as trevas e as luzes. O mundo é velho, caduco e tíbio. Estamos no mundo, ensina-nos Jesus, mas não somos do mundo. Não ser do mundo é não dar-lhe escritura de si mesmo ou de suas realidades subjetivas. Jesus nos prometeu guardar dos ataques do mundo e de suas investidas brutais, mas precisamos fazer nossa parte e procurar entender o mundo a partir de dentro dele, não apenas com os recursos dos métodos das ciências sociais e humanas, mas a partir, e sobretudo, do “discernimento dos espíritos”. Quando Jesus nos fala do “estar” não nos deu permissão para agir como o mundo quer. A Igreja ordena seus filhos sacerdotes e estes travam diuturnamente uma grande batalha: a santificação e a salvação das almas.

06. O Ritual da Ordenação Sacerdotal é um tesouro que toca nossas almas sacerdotais a cada momento que o revemos e com ele rezamos nas datas especiais da nossa vida sacerdotal. O primeiro ato deste rito é o da eleição. O Diácono chama o candidato pelo nome. O escolhido e eleito, como que de um salto, se levanta e se posta diante do Bispo e em voz alta diz: “ad sunt!”, aqui estou. Nesta hora o coração do eleito gela e, ao mesmo tempo, efervesce, pois chegou a grande hora, a hora da entrega para sempre. É o momento mais feliz de um Bispo, de uma Congregação ou Diocese, pois não há festa maior do que a ordenação de um candidato seguro e cheio de Deus.

07. O gesto do ordinando prostrar-se diante do altar remete ao despojo de si, da entrega, do mergulho na solidão da Cruz de Cristo, para levantar-se com total disposição de entregar sua vida e consumi-las em favor do Evangelho. Prostrado o eleito mergulha nos caminhos da prece litânica da Ladainha de todos os santos. O padre que ama o seu sacerdócio, que vive com integridade sua entrega, sabe muito bem dizer o que aquele momento representou para sua vida no dia de sua ordenação. Ao final da ladainha o bispo, solene e olhando para o eleito estirado ao chão, suplica a oração do povo em favor do eleito ao cargo de Presbítero.

08. O momento central da Ordenação Sacerdotal se dá com o gesto da imposição das mãos. Primeiro o Bispo impõe suas mãos ungidas pela apostolocidade na cabeça do eleito, silenciosamente. Na sequência todos os sacerdotes concelebrantes. Inerme e embebido pela beleza do gesto ritual, o eleito vai sentido o pousar das mãos dos seus novos irmãos no ministério que na sinfonia do silêncio evoca o mais sublime amor que vem da Igreja. É a prova do Mistério indelével da graça que marca o eleito para sempre. “Tu es sacerdos in eternum”. A seguir temos a belíssima Prece de Ordenação Presbiteral, profunda, aglutinante, mistagógica e anaminética que sela o eleito para sempre em Cristo e sua obra.

09. Após a prece de ordenação, o novo padre, recebe os paramentos sacerdotais, a estola e a casula. Um padre o reveste. Neste momento, o olhar do novo padre percorre rapidamente o seu corpo de cima a baixo e contempla algo singular, as vestes sacerdotais que o acompanharão para o resto da vida e, com as quais, no derradeiro momento neste mundo, deverá ser sepultado para a glória de Deus.

10. O novo padre parece, neste momento, viver uma letargia sobrenatural, foge-lhe o tempo e o mesmo é fisgado pela eternidade de Deus, pois a partir de então será um com Cristo, pois fará as vezes d’Ele ao administrar os Santos Mistérios. O cerimoniário o levará diante do Bispo. O neo-sacerdote, ajoelhado, em atitude humilde, apóia suas mãos espalmadas para cima sobre o colo do Bispo que as unge com o óleo santo do crisma. Enquanto o Bispo faz deslizar com seus dedos o óleo sobre as mãos gélidas e trêmulas do novo padre, ecoa pelos lábios do grande sacerdote, o Bispo, as doces palavras: “Nosso Senhor Jesus Cristo, a quem o Pai ungiu com o Espírito Santo, e revestiu de poder, te guarde para a santificação do povo fiel e para oferecer a Deus o santo Sacrifício”. Há um costume secular de o Bispo cingir as mãos do neo sacerdote em sinal de atamento total a Cristo. Quem as desata, em seguida, é a pessoa a quem por primeiro receberá a bênção do novo padre. Geralmente a mãe ou quem lhe faz as vezes. Por último, o novo padre recebe o abraço do Bispo e dos sacerdotes presentes que osculam suas suaves e perfumadas mãos que, de ora em diante, serão as mãos do própria Jesus a abençoar e consagrar.

11. Momento sublime é a entrada das oblatas, pão e vinho, a serem oferecidas no Santo Sacrifício da Missa que são entregues ao Bispo que as entregam ao novo padre, ajoelhado diante de si, dizendo: “Recebe a oferenda do povo santo para apresentá-la a Deus. Toma consciência do que vais fazer e põe em prática o que vais celebrar, conformando tua vida ao mistério da cruz do Senhor”.

12. É um dia inesquecível para o novo padre, para seus familiares e para a Igreja. O sacerdote é ordenado para servir o Povo de Deus em estreita colaboração com o bispo local e, no caso dos religiosos, com seus superiores. A primeira atenção do padre é a evangelização, a Divina Liturgia, a catequese, a formação das consciências e o Sacramento da Misericórdia. O projeto sacerdotal não é o do padre, mas o da Igreja. Não somos ordenados para fazer o que queremos, mas realizar o que Deus quer de nós através da Igreja.Fiat voluntas tua”. Um sacerdote subjetivista que quer levar sua vida sacerdotal do jeito que bem entende causa sofrimentos aos seus superiores e à sua comunidade, além de afundar-se no vazio e abandonar o barco.

13. Amados Freis Fernando e Paulo Maria, os senhores são uma grande esperança para a Igreja nestes tempos de “ditadura do relativismo e do hedonismo”. A Igreja espera que os senhores sejam sacerdotes santos e fiéis até o fim. Lembro-lhes alguns acenos do Beato João XXIII na Encíclica “SACERDOTII NOSTRI PRIMORDIA", de 01 de agosto de 1959, ocasião da celebração dos 100 Anos do Cura D’Ars, São João Maria Vianney.

14. "A grandeza do sacerdócio está na imitação de Jesus Cristo", os padres estarão, pois, mais do que nunca, atentos aos apelos do divino Mestre: "Se alguém quiser vir após mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me..." (Mt 16,24). O santo cura d'Ars, segundo se afirma, "tinha meditado muitas vezes estas palavras de nosso Senhor e esforçava-se por pô-las em prática". Deus concedeu-lhe a graça de se conservar heroicamente fiel a elas; e o seu exemplo guia-nos ainda no caminho da ascese onde ele, resplandeceu brilhantemente pela pobreza, castidade e obediência”. (SNP, nº 11)."Ao ver que os homens vendem e compram, tudo pelo dinheiro, os padres caminhem desinteressadamente pelos engodos do vício, e desprezando todo baixo desejo de ganhar, busquem almas e não dinheiro, a glória de Deus e não a sua!" (SNP, nº 13).

15. O padre é chamado a viver integralmente, com alegria a castidade. São João Maria Vianney, pobre de bens materiais, foi igualmente exemplo de voluntária mortificação da carne. "Não há senão uma maneira de se dar a Deus no exercício da renúncia e do sacrifício - dizia ele - isto é, dar-se totalmente". E, em toda a sua vida, praticou, em grau heróico, a ascese da castidade. São Pio X chamava a castidade sacerdotal de "o mais belo ornamento da nossa ordem". Foi dito pelo cura d'Ars: "A castidade brilhava no seu olhar" (SNP, nº 15). Esta ascese necessária da castidade, longe de fechar o padre num estéril egoísmo, torna o seu coração mais aberto e mais acessível a todas as necessidades dos seus irmãos. Dizia otimamente o Santo Cura: "Quando o coração é puro não pode deixar de amar, porque encontrou a fonte do amor, que é Deus" (SNP, nº 18).

16. O padre é chamado a ser obediente. João XXIII nos lembra que são numerosos os testemunhos sobre o espírito de obediência do Cura D’Ars, podendo afirmar-se que para ele a exata fidelidade ao "prometo" da ordenação foi motivo para uma permanente renúncia de quarenta anos. Durante toda a sua vida, com efeito, aspirou à solidão de um santo retiro, e as responsabilidades pastorais foram para ele pesado fardo, do qual por várias vezes tentou libertar-se. Mas sua obediência total ao Bispo foi mais admirável (SNP, nº 20). Assumir a obediência é ter aberto o caminho para viver as demais exigências do ministério sem se titubear. A obediência quebra o orgulho e subtrai de nosso interior as paixões egoístas que nos sucumbem. (SNP, nº 23).

17. Homem de penitência, São João Maria Vianney tinha igualmente compreendido que "o padre, antes de tudo, deve ser homem de oração" (SNP, nº 24). Não é necessário delongar aqui sobre a importância da oração na vida do padre. A Liturgia das Horas, a adoração ao Santíssimo Sacramento e sua Missa diária bem preparada e bem celebrada fortalece o ministro contra a tibieza e a acídia espiritual. O Povo conhece o padre que reza. Nossa missão de sacerdote e rezar e ensinar a rezar.

18. Aos padres, lembrava João XXIII, o perigo do ativismo em relação a vida espiritual. "O que impede a nós padres de sermos santos, é a falta de reflexão. Não entramos em nós mesmos; não sabemos o que fazemos. Precisamos da reflexão, da oração, da união com Deus". O Santo de Ars "mantinha uma união constante com Deus no meio da sua vida excessivamente ocupada". Para ele, o padre é, antes de tudo, um homem de oração (SNP, nº 25). A adoração de Jesus, nosso Deus, a Ação de Graças, a reparação pelas nossas próprias faltas e pelas dos homens, a súplica por tantas intenções que lhe são confiadas, elevam este padre ao máximo de amor para com o divino Mestre a quem prometeu fidelidade e para com os homens que confiam no seu zelo pastoral. É pela prática deste culto, esclarecido e fervoroso para com a Eucaristia, que um padre aumenta a sua vida espiritual e se prepara as energias missionárias dos mais valorosos apóstolos (SNP, nº 29).

19. "Se vós quiserdes que os fiéis orem com devoção dai-lhes vós o exemplo, na Igreja, fazendo as orações na sua presença. Um padre ajoelhado diante do sacrário, numa atitude exterior respeitosa e em profundo recolhimento, é para o povo objeto de educação, um aviso, um convite à emulação na prece" (SNP, nº 30). Há na Igreja sacerdotes que escarnecem desses ensinamentos e práticas. Não são poucos, porque querem viver como qualquer homem do século: não rezam, quando o fazem, fazem mal, não celebram todos os dias, têm vergonha de serem padres e, por isso, sequer têm coragem de usar o distintivo clerical, uma afronta à orientação da Igreja, sentem-se mal quando reconhecidos como sacerdotes no meio do povo, têm preguiça de atender às confissões e compactuam com as práticas pagãs dos homens perversos de nosso tempo. Por causa dessa frivolidade sacerdotal temos padres indiferentes aos fiéis que ingressam nas associações secretas que maquinam contra a Igreja, além de dar destaques ao católicos desobedientes que a elas se filiam e continuam a comungar.

20. Ao longo dos meus 25 anos de sacerdócio nunca vi padres deixarem o ministério e trair a confiança dos seus superiores e do povo fiel porque rezaram. Repito: o mal está na desobediência. A desobediência começa nas rubricas do Missal Romano e na avacalhação litúrgica. O Santo Padre Bento XVI, ao referir às dificuldades atuais da Igreja disse: “Estou convencido de que a crise da Igreja na qual hoje nos encontramos depende em grande parte do desmoronamento da Liturgia" (02).

21. São Pio X disse: "Para fazer reinar Jesus Cristo no mundo, nada é mais necessário do que um clero santo, que seja, com o exemplo, com a palavra e com a ciência, guia dos fiéis". Um padre se santifica pela Santa Eucaristia, Santo Sacrifício de Cristo que se atualiza em nossos altares. Todo o empenho pastoral, toda a entrega nos diversos serviços de evangelização deve ter como ponto de partida e de chegada a Santa Missa. O padre é para a Eucaristia e a Eucaristia é para ele! Ao lado dessa grandeza se situa o Ministério da Confissão Sacramental e a efetiva realização dos sacramentais. Estes mistérios nos realizam, pois são essenciais e não secundários como os secularistas, relativistas e hedonistas querem fazer ver em nossos dias. A Santa Missa, repito, é centro da vida do padre! Freis Fernando e Paulo Maria, demais sacerdotes e futuros sacerdotes aqui presentes, celebrem a Missa sempre, como se fosse a primeira, como se fosse a última, como se fosse a única! Assim os trabalhos pastorais com jovens, crianças, casais, idosos e tantos outros serviços urgentes na evangelização vão fluir intensamente. É por aí que devemos começar a renascença espiritual e evangelizadora da nossa Igreja nestes tempos de mares revoltos.

22. Neste momento solene e tão abençoado, lembrado de tantos benefícios obtidos e na esperança de novas graças, faremos nossa a invocação mariana, que era familiar ao referido ao Cura de Arns em favor de nossos ordinandos: "Bendita seja a Santíssima Imaculada Conceição da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus! Que todas as nações glorifiquem, que toda a terra invoque e bendiga o vosso Coração Imaculado!" (SNP, nº 67). Amém!

01. Canção Nova, pensamento dos santos.

02. La mia vita, Edizioni San Paolo, pp. 112 e 113, Roma 1997.


+ Adair José Guimarães

*******


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Fotos: Missa Novus Ordo com cantos em latim, da Fraternidade O Caminho, celebrada pelo Bispo, em Foz do Iguaçu, PR

View Comments

Mediante a gentil mensagem a seguir, o Ir. Ignacio, PJC, me envia fotos de uma Missa muito solene com cantos em latim.

 

Carissimo Dr. Rafael, que o Senhor te de a paz!


Seguem fotos da Santa Missa em Ação de Graças  pelo aniversario de 10 anos da Fraternidade "O Caminho", celebrada na Paroquia São João Batista em de Foz do Iguaçu - PR, no dia 24 de outubro de 2011.

O Celebrante Principal foi  Sua Excelência Reverendíssima Dom Dirceu Vegini, bispo diocesaso de Foz do Iguaçu, e o concelebrante foi o paroco Pe. Vincent Chinnaiyan, svd. Foi celebrada a Missa votiva de Nossa Senhora.

A Liturgia foi abrilhantada pela presença de um coral formado por irmãos, irmãs e leigos, que entoaram belos hinos polifônicos em latim.

O Senhor Bispo tem realizado um belo e duro trabalho pela valorização da Santa Liturgia aqui na diocese.

Fraternalmente,
Ir. Ignacio do Monte Calvario, PJC

 

6

7.1

1

10

15

16 17 18

2

3

4 5

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Presença do Príncipe Imperial em casamento na Forma Extraordinária em Campinas, SP

View Comments
No dia 12 de novembro deste ano celebrou-se, segundo a Forma Extraordinária do Rito Romano, o Sagrado Matrimônio de Mário e Isabela, na Paróquia Nossa Senhora das Dores, Campinas, SP.

O celebrante foi o Revmo Pe. Anderson Batista, tendo como cerimoniário o Revmo. Pe. Demétrio Gomes. Marcou presença também Sua Alteza Imperial e Real, o Príncipe D. Bertrand de Orleans e Bragança.

Eis algumas fotos (as demais podem ser vistas aqui):


Pe. Anderson Batista e Pe. Demétrio Gomes













Sua Alteza Imperial e Real pronto para receber a Sagrada Comunhão




domingo, 18 de dezembro de 2011

Aula do Pe. Paulo Ricardo sobre as Antífonas do Ó

View Comments
A aula ao vivo do Revmo Pe. Paulo Ricardo sobre as Antífonas do Ó (que noticiamos aqui) foi aberta ao público.

Aproveitem:


sábado, 17 de dezembro de 2011

Partituras das Antífonas do Ó

View Comments
O Revmo. Pe. Paulo Ricardo publicou em seu site as partituras gregorianas das Antifonas Maiores do Advento, as Antífonas do Ó, por conta de uma aula ao vivo que deu sobre este assunto (as aulas ao vivo são de acesso exclusivo para assinantes do site, de modo que seu conteúdo não ficará aberto a todos) (atualização: a aula ao vivo foi liberada para não-assinantes).

Trago novamente uma explicação sobre estas antífonas, que já publicamos aqui e retiramos da Wikipédia:
As Antífonas do Ó são sete antífonas especiais, cantadas no Tempo do Advento, especialmente de 17 a 23 de dezembro antes e depois do Magnificat, na hora canônica das Vésperas. São assim chamadas porque tem início com esse vocativo e foram compostas entre o século VII e o século VIII, sendo um compêndio de cristologia da antiga Igreja, um resumo expressivo do desejo de salvação, tanto de Israel no Antigo Testamento, como da Igreja no Novo Testamento. São orações curtas, dirigidas a Cristo, que resumem o espírito do Advento e do Natal. Expressam a admiração da Igreja diante do mistério de Deus feito Homem, buscando a compreensão cada vez mais profunda de seu mistério e a súplica final urgente: «Vem, não tardes mais!». Todas as sete antífonas são súplicas a Cristo, em cada dia, invocado com um título diferente, um título messiânico tomado do Antigo Testamento (Antífonas do Ó: O antigo e o novo na oração litúrgica do advento. - São Paulo: Paulinas, 1997. ISBN 85-356-0021-3).
Para acessar as partituras, visitem este link.

Para as letras e a música de cada antífona, indico nossas postagens anteriores sobre este assunto:



ATUALIZAÇÃO: A aula ao vivo do Revmo. Pe. Paulo Ricardo está disponível também para não-assinantes.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Excerto de Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein)

View Comments
"Toda a alma humana é um templo de Deus e só isso abre-nos uma perspectiva vasta e absolutamente nova. A chave para entendermos a oração da Igreja é a vida em oração de Jesus. Ele participou no serviço divino e na liturgia do Seu povo [...] e conduziu a liturgia da Antiga Aliança até ao seu cumprimento na Nova Aliança." (A Oração da Igreja)

A Igreja não pode impôr aos fiéis uma disciplina nociva

View Comments

Comentário do sempre atento Jorge Ferraz, em seu excelente Deus lo vult, a partir de uma postagem do Fratres in Unum:

O Fratres in Unum publicou um interessante texto do Revmo. pe. Élcio sobre a infalibilidade da Igreja referente a decretos disciplinares e leis litúrgicas. Eu li o texto e, ao lê-lo, imediatamente me viera à mente o fato (aparentemente negligenciado pelo sacerdote) de que a Igreja não pode, absolutamente, impôr aos fiéis uma disciplina nociva. É este, em suma, o cerne do problema sobre o Novus Ordo: ele pode perfeitamente ser melhor ou pior ou do que o Missal anterior, mas não pode ser herético, heretizante, protestantizante ou coisa do tipo. É exatamente esta posição que eu venho mantendo há anos.

O Felipe Coelho expôs lá no Fratres esta distinção, com a qual não posso senão concordar [com a distinção, frise-se, e não com a posição sedevacantista tomada a partir dela] e que me permito citar: «Assim, uma liturgia pode ser mais ou menos prudente, claro, mas me parece que teólogo nenhum jamais disse que poderia ser imprudente; e, como quer quer seja quanto a isto, tenho certeza de que tanto os teólogos quanto o Magistério concordam em ensinar que uma liturgia universal não tem como ser nociva aos fiéis!». Como eu já disse antes, as discussões sobre o Vaticano II [e as reformas que se lhe seguiram, em particular a Missa de Paulo VI] são um problema inexistente: ou o Concílio é Concílio e, portanto, é ortodoxo (cabendo discutir a sua interpretação, mas partindo do pressuposto da sua ortodoxia); ou é herético e, portanto, não é Concílio e as pessoas que o convocaram, aprovaram e ratificaram incontáveis vezes não são Papas.

A Igreja, na verdade, atravessa uma crise terrível que só faz piorar quando potenciais bons católicos desperdiçam suas energias lutando em frentes erradas. Há incontáveis inimigos verdadeiros aos quais urge fazer guerra, ao invés de se atirarem pedras nos que – bem ou mal – estão ajudando na restauração católica (quando menos pelo fato de não lhe resistirem). Há uma diferença – que nem é tão sutil assim – entre discutir questões teológicas e autonomear-se arauto da Grande Apostasia eclesiástica. Os que tomam esta segunda opção deveriam repensar a sua própria atuação na Igreja. Porque, sinceramente, já temos problemas demais.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Ordinariato para ex-anglicanos na Austrália já tem nome… E no Brasil?

View Comments

O Ordinariato inglês tem por nome Nossa Senhora de Walsingham. Cogita-se que o americano será Nossa Senhora da Expiação (ou da Reparação, conforme outra tradução para Atonement). O australiano levará a denominação de Nossa Senhora do Cruzeiro do Sul, a constelação que figura na própria bandeira da Austrália.

E no Brasil? O Salvem a Liturgia tem notícia de alguns anglicanos de formação anglo-católica que estariam interessados em se converter e pedir plena comunhão com o Papa, mantendo seu patrimônio espiritual próprio, nos termos da Anglicanorum Coetibus. Comenta-se de membros da IEAB – Igreja Episcopal Anglicana do Brasil –, que é a província brasileira da Comunhão Anglicana, ligada a Cantuária, mas também se sabe que há grupos chamados “continuantes” ou “independentes” que nutrem teologia, espiritualidade e liturgia anglo-católicas. A IEAB, no Brasil, é majoritariamente Broad Church – liberal –, com parcela considerável de Low Church – tendências mais protestantizadas – e mesmo os grupos High Church o são apenas em espiritualidade e liturgia, mantendo uma teologia que navega entre o liberalismo e o protestantismo: os High Church puros são poucos, e mais reduzidos ainda aqueles que poderiam se interessar em sair da IEAB e migrar para o catolicismo romano.

Mas e os incontáveis grupos anglicanos “fora de Cantuária”, como a Igreja Anglicana do Brasil (IAB)? Há, na IAB, inclusive um mosteiro de recente fundação (Arquiabadia de Santa Cecília), cujos monges e prior (hoje elevado a Bispo e Abade anglicano) eram católicos e, no tempo de sua comunhão com Roma, executaram peças gregorianas e polifônicas em meu casamento, em 2008, na Catedral Metropolitana de Pelotas. O que dizer da IAB? E da Igreja Anglicana Tradicional do Brasil (IATB)? E da Diocese do Japi, membro da Comunhão Anglicana Independente Mundial (The Anglican Independent Communion Worldwide - AICW)?

Um Ordinariato para ex-anglicanos brasileiros seria um bem enorme não só para as almas dos que entenderam que para seguir a Cristo é preciso estar submisso ao Vigário do mesmo Cristo, como para todos nós, sedentos de uma liturgia bem feita e conforme a sadia tradição eclesiástica…

Palavras do Núncio: o Motu Proprio para redescobrir o sentido da liturgia

View Comments
Do Paix Liturgique:

Embaixadores da Santa Sé por todo o globo, ao mesmo tempo que representantes do Papa junto das igrejas locais, os núncios apostólicos estão geralmente tão ocupados com as suas obrigações que até nos esquecemos que eles são também, e antes de mais, pastores. A recente nomeação de Bento XVI do arcebispo americano Thomas E. Gullickson como núncio apostólico na Ucrânia — um posto delicado tendo em conta as relações com o mundo ortodoxo — dá-nos o ensejo para pormos em destaque um destes homens de igreja que tão frequentemente são para nós uns desconhecidos.

Núncio apostólico nas Antilhas britânicas desde 2004 (Bahamas, Jamaica, Trinidad, Tobago, etc.), durante esta sua estadia nas Caraíbas, Mons. Gullickson manteve um blog muito interessante, alimentado pelas suas homilias dominicais, as suas leituras e as suas reflexões espirituais e litúrgicas. Neste seu blog, intitulado “Island Envoy”, Mons. Gullickson tratou em várias ocasiões do motu proprio Summorum Pontificum.

No texto que se segue, publicado no Verão passado, por ocasião do termo dos três anos de experiência do motu proprio, ele comenta os três objectivos perseguidos pelo Papa por meio da publicação do Summorum Pontificum. Estes três objectivos foram assim resumidos pelo canonista alemão Gero Weishaupt:
a) uma resposta aos sinais dos tempos e um regresso à normalidade;
b) o enriquecimento recíproco dos missais de 1962 e de 1970;
c) a reconciliação no interior da Igreja.


O TEXTO DE MONS.GULLICKSON

Volvidos que são três anos desde a publicação do Summorum Pontificum, será que a situação litúrgica da Igreja está hoje melhor? Que tipo de exposição à liturgia antiga poderá levar à realização destes objectivos? Será que os três objectivos descritos por Weishaupt fazem justiça aos que foram fixados pelo Santo Padre na sua carta aos bispos de 7 de Julho de 2007? A defesa da verdade e a promoção da justiça, assim como o respeito pela continuidade que deve existir em matéria de tradição litúrgica da Igreja, parecem-me dever impor-se como as prioridades mais evidentes que resultam da leitura da carta do próprio Santo Padre.

(…) Aquilo que Weishaupt quer dizer com o seu primeiro objectivo está certamente de acordo com as palavras do Papa, mas ainda fica aquém da expressão usada pelo Santo Padre: mais do que falar de “sinais dos tempos”, ele deveria fazer uma referência clara à correcção dos abusos litúrgicos. Se falarmos de um regresso à normalidade, parece que estamos a passar ao lado da questão, pois tudo depende da normalidade que procuramos. Nem é preciso dizer que a reconciliação (objectivo c) está fundada num respeito mútuo profundo, mas é algo mais complicado do que isso.

Mais do que a expressão lacónica “enriquecimento recíproco”, penso que temos de citar por inteiro as palavras do Santo Padre relativas aos abusos e ao mal-estar geral que, na celebração “de facto” da forma ordinária ao longo de quarenta anos, muitas vezes, e vezes de mais, foram entravando a adoração em espírito e verdade, e que foram fonte de confusão e desânimo para os católicos. Gostaria de sublinhar em particular a esperança expressa pelo Papa para a liturgia nova: «A garantia mais segura que há de o Missal de Paulo VI poder unir as comunidades paroquiais e ser amado por elas é celebrar com grande reverência em conformidade com as rubricas; isto torna visível a riqueza espiritual e a profundidade teológica deste Missal.»

O Summorum Pontificum constitui seguramente um ponto de referência na luta em prol de uma expressão litúrgica completa e correcta na Igreja. Poderíamos descrevê-lo como um meio de persuasão doce, um elo de contacto, uma introdução. Ele não pode funcionar como veículo único da reforma, porque a verdade impõe que se exponha de maneira contínua e constante os abusos litúrgicos que continuam a emperrar o culto vernacular quanto à sua expressão completa e adequada. Somente um regresso ao “usus antiquor” como forma ordinária poderia eliminar os abusos dum só golpe, mas não foi essa a intenção do Papa. Bento XVI não dispensou os seus irmãos bispos de se mostrarem vigilantes nos seus esforços de reforma; não dispensou os sacerdotes de ensinarem aos seus fiéis o modo adequado de celebrar; ele veio exortar os músicos e os artistas a fazerem esforços conscienciosos a fim de serem restaurados os laços com a tradição a que nos devemos ater.

O culto divino é mais do que uma reunião de oração, é muito mais do que um exercício espiritual. Os parâmetros do culto celeste e a tradição que nos chega dos apóstolos condicionam o carácter sublime e a gravidade que são próprios do sacrifício eucarístico e de tudo que dele deriva. (…)

Ontem, ao meditar sobre os mistérios luminosos do terço, veio-me à mente o pensamento de que, de certa maneira, estes mistérios são muito eucarísticos, ou que poderiam ser tratados como tal para fins de meditação. Foram as Bodas de Canaã, em particular, a falarem-me da aplicação do Summorum Pontificum e de toda a questão da reforma da liturgia em língua vernácula: só os criados que tinham trazido a água sabiam o que se passava, o que não impede que o Evangelho faça da transformação da água em vinho por Nosso Senhor, a pedido de Sua Santa Mãe, o Seu primeiro sinal público.

Estou resolvido a prosseguir o humilde trabalho de enchimento das ânforas, e vou fazê-lo dando o bom exemplo quando celebro, e, mais particularmente, através da adoração “ad orientem”. Que o Senhor conceda a todos quantos trabalham por um culto bem ordenado e piedoso a possibilidade de mudar os corações e os espíritos. A liturgia tradicional continua a conquistar os corações e os espíritos dos jovens, ao passo que os desempenhos por vezes banais e pretensiosos da forma ordinária levam outros ao desespero. A Nosso Senhor devemos o melhor, e também aos seus filhos no seio da Igreja, por amor à salvação das almas.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Recital de alunos em Campinas apresenta canções marianas

View Comments
Há algum tempo, publicamos aqui um artigo a respeito do CEMULC – Curso de Extensão em Música Litúrgica de Campinas –, elogiando a feliz iniciativa da Arquidiocese de Campinas em promover este curso e que, desde 2007, vem trazendo, ainda que aos poucos, excelentes frutos. Como residente em Campinas, posso acompanhar a progressiva melhora na criteriosidade de algumas paróquias e comunidades paroquiais ao escolher e preparar o canto litúrgico.

Hoje destacamos um desses frutos, a saber, o recital de fim de ano preparado pelos alunos do CEMULC, realizado dia 28 de novembro na Paróquia Divino Salvador, Cambuí-Campinas/SP. Num ambiente onde a beleza e a sobriedade próprias ao rito têm sido deixadas de lado, o repertório escolhido surpreende. É gratificante assistir aos alunos executando peças em latim, a 4 vozes, ainda que bastante simples (aliás a simplicidade nesse caso é um fator positivo, uma vez que a aplicação pastoral e a indrodução das músicas na liturgia são favorecidos).

Nesse tempo do Advento, a Liturgia celebra frequentemente e de modo exemplar a Bem-aventurada Virgem Maria. Inseridos dentro desse tempo litúrgico, o recital dos alunos do CEMULC desse ano presta sua homenagem à Mãe de Deus e nossa Mãe, apresentando um repertório todo dedicado a ela.

Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós!


Seguem algumas fotos e vídeos de músicas apresentadas no recital:






Alunos de canto da profa. Beatriz Benesi apresentam uma peça polifônica “Ave Maria” de Franz Liszt, em latim.

Alunos de canto do prof. Virgílio Solli apresentam a peça “Tota Pulchra es Maria”, famoso cancioneiro franciscano do séc. XVI, em latim.

Alunos da disciplina de Canto Gregoriano (4º ano) cantam a Salve Regina.

Alunos da disciplina de Laboratório de Prática Musical (5º ano) cantam a peça “Rainha dos céus”, de Fr. Acílio Mendes, em português.

Alunos da disciplina de Canto Coral (3º ano) cantam a peça “Ó Mãe do Redentor”, do Pe. José Alves, em português e uníssono, conforme o texto da antífona mariana para o Advento.


Destaco os dois seguintes vídeos, que contaram com a participação do Coro da Arquidiocese de Campinas e dos alunos do Prof. Clayton Dias, coordenador geral do curso:


Alunos de canto do Prof. Clayton Dias apresentam a peça Ave Regina Caelorum, de Giovanni Legrenzi


Coro da Arquidiocese de Campinas canta a peça "Sub ttum praesidium", de Mons. Marco Frisina

O repertório completo encontra-se disponível para visualização no blog do CEMULC.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Convite: Missa pelo centenário da Universidade Federal do Paraná

View Comments

Convidamos a todos para a Santa Missa pela abertura do centenário da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que será celebrada por Sua Excelência Reverendíssima, Dom Moacyr José Vitti, Arcebispo de Curitiba, na Capela da Reitoria da UFPR, às 19 horas no dia 16 de dezembro de 2011, sexta-feira.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Parceiros