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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Santa Missa na Forma Extraordinária no CEN - "Parte 3"

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Nota: O Salvem a Liturgia agradece pela colaboração do "Ecclesia Design", na pessoa do Pablo Neves, pelo banner temático.

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Em seqüência às fotos da Santa Missa na Forma Extraordinária, celebrada por Dom Fernando Rifan, durante o XVI CEN, em Brasília, postamos da procissão de entrada até o início da Homilia. Aqui, algumas fotos principais, a continuação da série completa, pode ser vista no flickr, clicando no link no fim da postagem. A Santa Missa foi a votiva da Santíssima Eucaristia, com leituras e orações próprias.


Detalhe para o conjunto de paramentos: é um só: Pluvial, Casula e Dalmáticas,
exceto para os diáconos-assistentes, que têm outro conjunto.
O Confiteor do Bispo
O Confiteor dos Assistentes
Impostação do Manípulo do Bispo

O beijo do Altar
Incensação do Altar

Incensação do Bispo
No Trono
Leitura
Detalhe para a posição das mãos, o Anel e as Chirotecae
A Mitra para andar ("Preciosa")
Ouvindo a proclamação do Santo Evangelho
Início da Homilia


Veja mais fotos desta parte (completa) no  flickr Parte 1
                                                                       flickr Parte 2
                                                                       flickr Parte 3
                                                                       flickr Parte 4

Missa em latim e outras reflexões paroquiais...

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Quando as pessoas pessoal em "Missa em latim", geralmente pensam no chamado "rito tridentino". Essa forma de Missa, que era o rito romano em uso até a reforma da liturgia pedida pelo Concílio Vaticano II e executada pelo Papa VI, foi restaurada ao uso universal, e agora é chamada de "forma extraordinária do rito romano", ao lado da "forma ordinária do rito romano" (que vem a ser exatamente o rito romano reformado por Paulo VI).

A forma do rito romano mais usada na maioria das paróquias e institutos é a forma ordinária, geralmente celebrada na língua do povo, o vernáculo. Mas, embora a forma extraordinária, o rito romano tridentino, antigo, seja sempre em latim, a forma ordinária, o rito romano moderno, reformado, em que pese ser na maioria das vezes oferecido em vernáculo, pode ser também feito em latim.

O que diferencia a forma ordinária da extraordinária não é a língua. Não é que uma seja em vernáculo e outra em latim. Ambas são em latim, ainda que a ordinária possa ser também em vernáculo.

Também não é a posição do sacerdote que a diferencia, de vez que nenhuma norma proíbe que a forma antiga seja celebrada "de frente ao povo", nem que a forma nova seja celebrada "de frente para Deus" ou "de frente para ábside". Escapa a esse artigo falar das profundas razões teológicas, espirituais e históricas que nos fazem preferir que a Missa, em qualquer das duas formas (e mesmo em outros ritos), seja celebrada sempre "de frente para Deus" (no que importa que o padre fique, como erroneamente se diz, "de costas para o povo").

Enfim, também não são os paramentos que se diferenciam. Ambas as formas são do rito romano, portanto os paramentos são os mesmos: a alva, o cíngulo, o amito, a estola, a casula. Apenas que no rito antigo havia a obrigatoriedade do uso de um paramento em desuso na forma nova: o manípulo.

Tampouco é a música que diferencia as duas formas. Tanto em uma como em outra, o gregoriano deve ocupar o lugar da primazia. Depois, a polifonia sacra, especialmente da escola romana. E, nas Missas baixas, pode haver um canto popular acompanhando determinados ritos. Claro, no rito novo, como pode ser celebrada a Missa em vernáculo, nada mais natural que haver justas adaptações ao idioma vulgar de melodias gregorianas e composições polifônicas.

Alguns poderiam nos interpelar: mas a Missa no rito novo, na forma ordinária, em minha paróquia é com um sacerdote que não usa casula, que odeia latim e não quer nem saber de rezar "de frente para Deus" ou de cantar gregoriano...

Pois é... É bem verdade que é lícito (e, nas circunstâncias atuais, com tantos abusos litúrgicos, pode ser pastoralmente recomendável ir "tijolo a tijolo" dentro da licitude, claro) celebrar "de frente ao povo" (desde que se centre em Deus e não no povo, o que se faz sem ficar olhando para os fiéis, e evitando tratá-los como se fossem o outro pólo da relação, como se a igreja fosse um auditório). Também se pode, na Missa baixa, usar cantos populares, e mesmo na Missa solene ou na Missa cantasda usar um canto popular mais parecido com o gregoriano e a polifonia - para ver as regras do canto na Missa leia
aqui). E, por último, é perfeitamente possível usar o vernáculo.

Todavia, evitar o latim a todo custo, ignorar "solenemente" o gregoriano e a polifonia e nem sequer entender os motivos teológicos da Missa "de frente para Deus", é inconcebível a qualquer padre que se pretenda católico! Ademais, a casula, não utilizada pelo pároco do exemplo de nosso pobre fiel, é obrigatória, só sendo dispensada em ocasiões muito peculiares.

É de se refletir como a liturgia em nossa própria paróquia... E, além de desejar o rito tridentino, tentar que nosso rito moderno mesmo seja também bem celebrado! Um novo movimento litúrgico!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Santa Missa na Forma Extraordinária no CEN - "Parte 2"

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Continuando as nossas postagens, nesta segunda parte, publicamos aqui algumas fotos da Recepção do Bispo pelo pároco, na porta da igreja, sua entrada e paramentação na sacristia. As outras fotos (completas) estão no flickr e podem ser acessadas no final desta postagem.

Um esclarecimento: os paramentos com os quais D. Rifan chegou à igreja são próprios do Ordinário do lugar. Porém, o Arcebispo de Brasília lhe deu permissão para usar todos os paramentos e insígnias, inclusive a capa magna e o báculo - próprios do Ordinário local, como o próprio D. Rifan notificou no início da Santa Missa.


O Pároco, Pe. Marian recebe o Bispo e lhe entrega a caldeira de água benta.


Veja mais fotos da Recepção do Bispo no flickr

Após ter sido despido dos paramentos da entrada, reveste-se com o Amito e a Alva

A cada paramento, a oração própria: aqui, o Cíngulo

Após revestir-se com a Estola e a Cruz Peitoral, reveste-se da primeira "Dalmática" (Tunicela): de Subdiácono

Amarração das tiras da segunda Dalmática: de Diácono

Impostação da Chirotecae esquerda

Amarração da Casula

Imposição do Anel Episcopal

O Bispo e seu séquito


Veja mais fotos da Paramentação
(Completa - Parte 1) no flickr
                     Parte 2 no  flickr

terça-feira, 18 de maio de 2010

Monsenhor Guido Marini, celebra Versus DEUM na Capela de Maria Salus Populi Romani

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O Cerimoniário de Sua Santidade, Monsenhor Guido Marini celebrou Missa no Altar de Maria Salus Populi Romani, na Basílica de Santa Maria Maior neste domingo, 16 de maio, onde se encontra um dos mais venerados ícones da Virgem Maria, também venerado pelo título de Nossa Senhora das Neves. 



























Santa Missa na Forma Extraordinária no CEN - "Parte 1"

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O Salvem a Liturgia também esteve na soleníssima Santa Missa Pontifical, na Forma Extraordinária dentro do XVI CEN, celebrada por Sua Excelência Reverendíssima, Dom Fernando Arêas Rifan, Bispo da Administração Apostólica Pessoal de São João Maria Vianney, em Campos dos Goytacazes-RJ, a convite de Sua Excelência Reverendíssima, o Arcebispo de Brasília, Dom João Braz de Aviz.

Ocorreu na manhã do sábado, 15 de Maio, na Paróquia Santo Cura D'Ars. Acorreu a ela um grande número de Bispos, Sacerdotes, Religiosos, Seminaristas e mais ainda fiéis de diversas localidades. O Coral foi o da paróquia principal da Administração, vindo do Rio de Janeiro.

Com as imagens feitas nesta Santa Missa, pode-se dar cursos e mais cursos, palestras, verdadeiras aulas acerca deste modo de celebrar; com as palavras do Santo Padre Bento XVI que, junto do Missal Romano promulgado por Paulo VI, "são, de fato, dois usos do único Rito Romano". (Summorum Pontificum Art. 1).

Nesta primeira parte, postamos os preparativos dos paramentos do Bispo na sacristia, imagens da igreja, o Coral, a presença dos senhores Bispos, o numeroso grupo de fiéis, até a chegada para a recepção do Bispo, pelo pároco, Pe. Marian, na porta da igreja.









Monsenhor Vigário Geral da Admnistração Apostólica,
aguardando o pároco Pe. Marian, com a caldeira de água benta, a ser entregue
ao Bispo, na entrada para aspersão do povo.


O grupo das "Goretinas", de Valparaíso de Goiás-GO

Veja mais fotos desta primeira parte no flickr
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