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segunda-feira, 16 de abril de 2012

Parabéns, Santo Padre!

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Hoje, 16 de abril de 2012, o Santo Padre Bento XVI, gloriosamente reinante,  completa 85 anos de vida.  Apesar da avançada idade, o Papa é bem ativo, como podemos verificar neste resumo de seus sete anos de Pontificado: 

Realizou viagens internacionais a vinte e três países e vinte e seis viagens na Itália; esteve presente a quatro Sínodos dos Bispos e três Jornadas Mundiais da Juventude;  proferiu diversos discursos; editou três Encíclicas e diversos atos magisteriais, em especial o motu proprio Summorum Pontificum, que restabeleceu e regulamentou o uso da forma extraordinária do Rito Romano (Liturgia Tridentina); conclamou um Ano Paulino e um Ano Sacerdotal, e, no âmbito pessoal, publicou duas de suas produções intelectuais,  as obras “Jesus de Nazaré” e o livro-entrevista “Luz do mundo”.  Ademais, o Papa enfrentou, com humildade e determinação, situações difíceis como a crise dos abusos sexuais, e tem mantido o diálogo visando a total reintegração da Fraternidade Sacredotal São Pio X à comunhão eclesial.

Na oração do Regina Coeli deste Segundo Domingo da Páscoa, Bento XVI pediu aos fiéis que rezem por ele, para que o Senhor lhe dê as forças necessárias para cumprir a missão. O Apostolado  Salvem a Liturgia! atende a este pedido e deseja vida longa, saúde e força ao nosso Sumo Pontífice para que a lista de suas realizações continue aumentando.

Ad multos annos!

#FelizniverBXVI
#BXVI85anos

Com a colaboração de Maite Tosta

domingo, 15 de abril de 2012

Três Posts, Três Anos. Qual o seu Preferido?

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Esses são os posts mais lidos em três anos de Salvem a Liturgia. Qual deles é o seu preferido?

Letras católicas na música litúrgica
Ofício das Trevas, em português, no rito moderno - Quinta-feira da Semana Santa
O barrete e o solidéu

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Esses são os três posts mais lidos nestes três anos de Salvem a Liturgia. Qual o seu preferido?
Letras católicas na música litúrgica
Ofício das Trevas, em português, no rito moderno - Quinta-feira da Semana Santa
O barrete e o solidéu

Existem dois Alleluias nas Missas do Tempo Pascal?

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A pergunta que dá título a este texto talvez não seja muito popular, mas acredito que possa captar a atenção de alguns dos leitores, seja surpresos com o fato de que possa haver dois Alleluias numa Missa, seja pela oportunidade de ler sobre um aspecto litúrgico que já lhes é conhecido.


A presença de dois Alleluias se dá tanto na Forma Ordinária quanto na Forma Extraordinária do Rito Romano, isto é, tanto na liturgia aprovada pelo papa Paulo VI e posta em uso em 1969 quanto na chamada Missa Tridentina.

Para que possamos falar dos dois Alleluias, é preciso que nos lembremos do Gradual. Na maioria das igrejas em que se celebra a Forma Ordinária o Gradual não é utilizado, dando lugar ao Salmo Responsorial previsto no Lecionário. Entretanto, o Gradual continua sendo a opção tradicional, com séculos de uso; ele consta, inclusive, do Graduale Romanum, o livro de partituras litúrgicas por excelência; e estou falando mesmo da sua edição de 1974, publicada para a Forma Ordinária. 

Tal é a música do Rito Romano.

Consideremos, a partir de agora, o Gradual como o canto próprio para se seguir à Primeira Leitura.

Completamente distinto do Gradual é o Alleluia, que antecede o Evangelho. Na Forma Ordinária, o Alleluia só se omite na Quaresma, e na Extraordinária se omite a partir da Septuagésima (algumas semanas mais cedo), dando lugar ao Trato.

Na Forma Ordinária, portanto, a ordem é:

1. Primeira Leitura
2. Gradual
3. Segunda Leitura (se houver; em caso negativo, passa-se ao próximo item)
4. Alleluia
5. Evangelho

Na Forma Extraordinária não existe a Segunda Leitura, e os itens restantes mantêm sua posição.

Entretanto, quando chega o Tempo Pascal, em ambas as formas do Rito Romano, ocorre uma explosão de Alleluias em toda a Liturgia, tanto na Missa quanto no Ofício Divino. Na Missa, uma manifestação desse imenso júbilo é a substituição do Gradual por um Alleluia:

1. Primeira Leitura
2. [primeiro] Alleluia
3. Segunda Leitura (se houver)
4. [segundo] Alleluia
5. Evangelho

Ambos os Alleluias são cantados com um versículo, na forma Alleluia - versículo - Alleluia.

Durante a Quaresma, a penitência e o caráter mais recolhido nos davam, na Missa, um Gradual e um Trato; o júbilo pascal, em compensação, nos dá dois Alleluias! E o Gradual propriamente dito só volta depois de Pentecostes.

Porém, a Oitava da Páscoa traz uma pequena diferença. Ali encontraremos, desde o Domingo de Páscoa até a Sexta-feira, um Gradual. Mas não qualquer Gradual: trata-se do Haec dies; um cântico pascal que nos faz viver, em cada dia da Oitava da Páscoa, o próprio dia da Páscoa; um grande dia prolongado.

Nesta solenidade, a assembléia dos fiéis, alimentada no regaço materno da santa Igreja, formando um só povo e uma só família, adorando a Unidade da natureza divina e o nome da Trindade, canta com o Profeta o salmo da grande festa anual: Este é o dia que o Senhor fez para nós, alegremo-nos e nele exultemos (Sl 117,24). [Da Segunda Leitura do Ofício das Leituras da Quarta-feira na Oitava da Páscoa, da Homilia Pascal de um autor antigo]

Gradual do Domingo da Páscoa da Ressurreição

Em cada um desses seis dias (do Domingo até a Sexta-feira, lembremo-nos), o Haec dies se faz alternar por um diferente versículo de salmo. Cinco deles são tomados do Salmo 117, e na Terça-feira, excepcionalmente, um versículo do Salmo 106.

Domingo da Páscoa da Ressurreição - Sl 117, 1 - Confitemini Domino, quoniam bonus: quoniam in saeculum misericordia eius. Louvai ao Senhor, porque ele é bom; porque eterna é a sua misericórdia.

Segunda-feira - Sl 117, 2 - Dicat nunc Israel, quoniam bonus: quoniam in saeculum misericordia eius. Diga agora Israel quão bom é o Senhor, pois sua misericórdia é eterna.

Terça-feira - Sl 106, 2 - Dicant nunc, qui redempti sunt a Domino: quos redemit de manu inimici, et de regionibus congregavit eos. Assim digam os que o Senhor remiu, os que livrou da mão do opressor.

Quarta-feira - Sl 117, 16 - Dextera Domini fecit virtutem, dextera Domini exaltavit me. A mão direita do Senhor se levantou, a mão direita do Senhor me exaltou.

Quinta-feira - Sl 117, 22.23 - Lapidem, quem reprobaverunt aedificantes, hic factus est in caput anguli: a Domino factum est, et est mirabile in oculis nostris. A pedra que os pedreiros rejeitaram, ficou sendo a pedra angular; foi o Senhor que fez isto: maravilha aos nossos olhos.

Sexta-feira - Sl 117, 26.27 - Benedictus qui venit in nomine Domini: Deus Dominus, et illuxit nobis. Bendito o que vem em nome do Senhor! O Senhor é Deus, ele nos iluminou.

No Sábado o Gradual dá lugar a um Alleluia; e seu versículo é o próprio Haec dies, do Salmo 117 do qual se tiraram quase todos os versículos citados anteriormente:
Haec dies, quam fecit Dominus: exsultetmus, et laetemur in ea. Esse é o dia que o Senhor fez para nós; alegremo-nos e nele exultemos.

No dia seguinte, o Segundo Domingo da Páscoa, às vezes chamado Quasimodo, devido às primeiras palavras de seu Introito, e também chamado in Albis. Na Forma Ordinária, é também a Festa da Divina Misericórdia instituída pelo Beato João Paulo II. Neste ano de 2012, cai na data em que se publica este texto, 15 de Abril. Na vigília desta festa faleceu o papa no ano de 2005, e no próprio Domingo da Misericórdia de 2011 foi beatificado por seu sucessor Bento XVI.

Canta aqui o professor Giovanni Vianini. À Misericórdia Divina confiamos todo o nosso trabalho!

Introito do Segundo Domingo do Tempo Pascal:
Como crianças recém-nascidas, desejai o puro leite espiritual, aleluia! (1Pd 2,2)


Homilia do 2º Domingo da Páscoa ~ "Domingo da Divina Misericórdia", por Pe. Paulo Ricardo

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sábado, 14 de abril de 2012

Triduum: Igreja Principal da Administração Apostólica, Campos, RJ

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Por não ser do conhecimento de muitos, o Sacro Triduum de Páscoa, na forma Extraordinária do rito romano, fazemos, com muita alegria, a postagem das fotos abaixo que, por si, não simplesmente esboçam a solenidade de tais celebrações, mas  mostram, de fato, a sacralidade com que foram vividas.


Santa Missa In Coena Domini.


Entrada do Bispo, Dom Fernando Arêas Rifan
Saudação
O canto da Epístola
Durante o canto do Evangelho
Lava-Pés

Sexta-feira da Paixão do Senhor


O único dia do ano em que o Bispo entra com a Capa Magna recolhida
Prostração no Faldistório: luto pela Paixão do Senhor
Sermão das Sete Palavras
Orações Solenes
Descobrimento da Cruz
Adoração da Santa Cruz
O Diácono trazendo o Santíssimo para a comunhão
Procissão do Senhor Morto
Sábado Santo: Vigília Pascal

A procissão chegando à porta, para o início da Vigília
Bênção do Fogo
Bênção do Círio Pascal
O Diácono incensando o Círio Pascal
Canto do Exsultet - A Solene Proclamação da Páscoa
Ladainha de Todos os Santos
Bênção da água batismal
Mistura dos Santos Óleos na água batismal
Renovação das promessas do batismo
Com o canto do "Gloria in excelsis Deo", o desvelamento dos santos
Já não há mais morte nem luto; Tudo se fez novo.
"Cristo Ressuscitou! Aleluia!"

"Deus meus et Omnia!"

Domingo de Páscoa da Ressurreição do Senhor


A procissão de entrada
Uma inversão de uso, tal como pode acontecer na Forma Ordinária, usando a Casula Romana,
aqui, na Extraordinária, o Bispo usa a Casula Gótica
O canto do Evangelho
Incensação durante o Ofertório
Após a Consagração, a Elevação do Corpo do Senhor
(Detalhe: mesmo na forma Extraordinária, a Casula Gótica é erguida)
Indulgência Plenária
Procissão de saída

Mulheres no “Lava-Pés”: Pode isso, Arnaldo?

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Missa do Lava Pés Papa Bento XVI 2011

 

Na Tradição da Igreja, desde o século V, quando se iniciou a memória do ato do lava-pés, mas ainda não formuladamente na quinta-feira santa, por se tratar da recordação da Instituição do Sacerdócio, do dom do serviço, por meio de HOMENS escolhidos pelo próprio Jesus, já se faz tal memória. Desde então, passou-se para a história como sendo um "ato de amor e serviço" d'Aquele que é o Pastor (o Papa, os Bispos) de um rebanho específico (Sacerdotes) que cuidam das ovelhas (os fiéis). Ainda perpassando a história da Igreja, por meio dos Concílios, sobretudo com Trento e Vaticano II, reforçou-se a salvaguarda de tal memória, para ressaltar e o caráter da "sucessão apostólica", primeiramente feita aos Bispos e, por conseqüência a todos os Sacerdotes que, em grego, recebem o nome de "Presbíteros", que significa "Ancião que serve". Por isso que se trata de um "Ato" - do latim, "actus", isto é, que ATUALIZA aquele primeiro feito.

Portanto, o lava-pés é a grande celebração do servir ao outro; do cumprimento do Grande Mandamento: "... e ao próximo...”. A repetição dos mesmos atos durante séculos tem um sentido místico e pedagógico profundo, não devendo ser introduzidas inovações no ato (como a utilização de mulheres e crianças e de colocar jarro e água para que fiéis lavem os pés de quem eles quiserem).

Triduum: Vigília Pascal no Mosteiro de São Bento, SP

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Fotos enviadas por D. Gregório Oliveira Ferreira, OSB, diácono do mosteiro paulistano.

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