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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Campanha de Incentivo à Canção Nova

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Às vezes, os defeitos de um trabalho nos incomodam e verbalizamos nossos sentimentos através de críticas. Ainda que tenham por vezes um propósito construtivo, as críticas nem sempre são bem recebidas por aqueles a que se referem. Ao ver um bom trabalho, devemos externar também nossos elogios, esses sim, sempre bem recebidos e mais eficazes.

Não foi nenhuma surpresa para nós a repercussão do post com as fotos das celebrações da Semana Santa na Canção Nova, uma vez que todos gostamos de ver a CN assumindo e desempenhando seu papel de evangelizar pelos meios de comunicação. Reconhecemos o alcance da TV CN e percebemos que a beleza das celebrações comoveu a muitos, mesmo aqueles que não fazem da liturgia o seu objeto de estudo.

Como pontos positivos das celebrações podemos citar o arranjo beneditino dos castiçais e cruz no altar, a utilização dos paramentos romanos, a distribuição da Sagrada Comunhão de joelhos com uso do genuflexório, seguindo o exemplo do Papa, uso de batina e sobrepeliz dos acólitos, introdução de cantos em latim e outros como prescreve o Missal para o Tríduo, introdução de momentos de silêncio, desnudação dos altares, velamento das imagens, pluvial na procissão de Ramos, uso de um coro.


Para quem ainda não viu, os posts sobre as celebrações da Canção Nova são os seguintes:




Precisamos fazer chegar à Comunidade, na pessoa do seu Fundador, dos membros do Conselho, e sacerdotes, a nossa alegria por ver a CN empenhada em oferecer aos peregrinos e aos telespectadores uma liturgia bem celebrada para que tais modificações atinjam todas as celebrações de sua programação. Por isso, nós, do Salvem a Liturgia, sugerimos aos leitores as seguintes ações:

- Envio de mensagem para sugestaoliturgia@gmail.com, a partir de onde serão repassados os emails para o Mons. Jonas, os membros do Conselho da Comunidade, sacerdotes, responsáveis pela TV, eventos, e outros. É importante que a repercussão positiva chegue a esses membros da direção da CN!


- Postagem elogiosa nas páginas do Facebook da Canção Nova: Comunidade Canção Nova e TV Canção Nova .



- Postagem elogiosa em seu próprio mural, marcando (tag) a página da Canção Nova .



- Postagens elogiosas no Twitter direcionadas ao perfil @cancaonova com a hashtag #liturgiaCN



- Se você já é sócio-evangelizador da Canção Nova, considere fazer algo a mais nesse mês, em termos de contribuição, como um valor maior, ou conseguir, com os parentes e amigos, a adesão de novos sócios. Se ainda não é, considere a possibilidade de contribuir. Tais decisões devem ser comunicadas ao conselho pelos emails acima, esclarecendo que a decisão foi motivada pela disposição da CN em celebrar a liturgia de forma digna, solene e bela. Inclua no e-mail o seu código de sócio.


Tem outras idéias de como incentivar a Canção Nova a investir cada vez mais em liturgia bem celebrada? Poste aqui seu comentário. Vamos juntos conquistar essa grande aliada para o empreendimento que é salvar a liturgia do nosso Brasil.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

O padre que canta

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Fala-se muito da participação dos fiéis na Missa. É interessante perceber que também o sacerdote pode ampliar a sua participação na Sagrada Liturgia, e de maneira que tanto soleniza as ações sagradas que se aumenta também o fruto colhido pelos fiéis.

É disto que fala este importante texto de Jeffrey Tucker, publicado no dia 12 de Abril passado, no Chant Café, e aqui traduzido pelo Salvem a Liturgia.

Creio que será de grande interesse para todos, e especialmente para os sacerdotes.

Notas do tradutor aparecem entre colchetes, em vermelho. Quando o leitor encontrar a palavra chant, trata-se da palavra inglesa que, significando "canto", refere-se não a qualquer canto, mas aqui ao canto litúrgico autêntico da Liturgia. Todo canto é singing, mas nem todo singing é chant.

Se o leitor quiser ler o original, poderá encontrá-lo neste link: http://www.chantcafe.com/2012/04/singing-priest.html

*

Todo mundo sabe que o católico comum tem um problema com o canto. Não importa quantas palestras sejam dadas, nem quanto o cantor mexa com os braços, o canto numa paróquia católica é sempre mais baixo do que em qualquer congregação protestante. 
Não estou entre aqueles que acham que isso seja um problema central da liturgia a ser consertado. Da minha parte, acho irritante, quando visito uma paróquia e canto, que algumas pessoas me encarem como se dissessem “ei, aqui não fazemos isso!”. No final, o que importa na Missa não é que todos cantem com o máximo de sua voz, mas o movimento interior de oração e contemplação. 
Quanto ao canto, um problema muito mais sério se refere ao celebrante. Suas partes devem ser cantadas tanto quanto possível, e com a maior frequência possível. Aqui temos um problema. Quando as partes não são cantadas, o povo não canta os diálogos (“O Senhor esteja convosco” – “Ele está no meio de nós”) [que, traduzindo do original latino, é mais exatamente  “O Senhor esteja convosco”  -  “E com o teu espírito”] e estas partes são as mais fáceis e mais comumente cantadas. Quando os diálogos são falados, a estrutura litúrgica é desestabilizada porque o único canto vem do coro, e isso reforça a ideia de que a música é mero pano de fundo para entretenimento, como simples apresentação artística. 
Em 2007, a USCCB [a “CNBB” dos Estados Unidos] emitiu um documento chamado “Sing to the Lord” (“Cantai ao Senhor”). Sobre a necessidade de o sacerdote cantar, eis o que ele diz: 
“Nunca é demais enfatizar a importância da participação do sacerdote na Liturgia, especialmente por meio do canto. O sacerdote canta as orações presidenciais e diálogos da Liturgia de acordo com suas capacidades, e encoraja a participação cantada na Liturgia por seu próprio exemplo, juntando-se assim ao canto da assembleia... Seminários e outros programas de formação sacerdotal devem treinar os sacerdotes para que cantem [chant] com confiança as partes da Missa que lhe competem. Os sacerdotes capazes devem ser treinados na prática de cantar [chant] o Evangelho em ocasiões mais solenes nas quais não esteja presente um diácono. No mínimo, todos os sacerdotes devem cantar com segurança as partes da Oração Eucarística que lhe competem, cuja notação musical consta do Missal Romano.” 
Apesar da linguagem desajeitada e sem imaginação, a mensagem está correta. Ainda assim, de novo, a exortação permanece sem efeito. Por quê? Eis minha teoria. Nossa cultura trata a noção de “canto” como algo feito por especialistas, artistas, estrelas pop, e sempre para deleitar o público. American Idol. Cantar é isso. O sacerdote nota o contraste entre si mesmo e essas pessoas, e chega à conclusão inevitável: não sou cantor. Sério, vocês não querem ouvir a minha voz. Eu não consigo cantar nem mesmo uma melodia simples. Portanto, não vou cantar a liturgia. Estou poupando vocês dessa dor. 
Sabe o que é pior? Essa noção errada sobre o canto é reforçada pela presença da música pop na Missa. Música pop estimula o ethos de apresentação artística. Acordes típicos de linguagem jazzística e uma sensibilidade de balançar com a cabeça ao som da música força essa ideia de que o canto é só para aqueles que querem ser amados e admirados por seus grandes talentos. Grupos de música que fazem esse tipo de música aumentam a falta de envolvimento do sacerdote no canto. 
Não é à toa que poucos bispos, nos Estados Unidos, cantam suas partes. É porque estão muito acostumados à música pop e ao ethos pop que está dominando a Missa. Do mesmo modo que uma pessoa muito falante não deixa você balbuciar sequer uma palavra, este estilo de música não gosta que o celebrante murmure uma nota sequer. Esta música deixa de fora o canto litúrgico simples [chant]. O celebrante acaba acreditando que não há espaço para ele na Missa. 
Deveria haver uma palavra diferente para designar o que realmente se requer do celebrante. Não se requer dele tornar-se uma estrela, nem entreter ninguém. Não está em busca de um canal no Pandora, nem tentando vender downloads no iTunes. Não está tentando vencer uma competição. Na concepção que a Igreja tem do canto do sacerdote não há muita diferença entre o canto e a fala. Esse canto é uma fala com um tom de voz um pouco diferente, em que uma nota “decola” do chão que é o nível comum de conversa e coloca as palavras em voo. É um simples deslocamento que faz uma diferença enorme no modo com que as palavras se transmitem. 
Pessoalmente, nunca ouvi um sacerdote que não pudesse cantar as partes que lhe é pedido cantar. Eu vou mais longe e digo que o sacerdote mais qualificado é precisamente aquele que pensa que não é. Isto implica em certa humildade, necessária para se cantar na Liturgia. 
O primeiro passo, que qualquer sacerdote pode dar já nesta semana, é encontrar uma nota e enunciar as palavras da Missa nessa mesma nota, ao invés de simplesmente dizê-las. Mantenha o ritmo da fala. Não há necessidade de mudar de nota, no início. Apenas escolha uma nota, aleatoriamente, que seja confortável, e vá adiante com o texto da Missa. Já estará cumprindo o que a Igreja pede com este pequeno ato. 
Conheço um padre que passou pelo seminário e pelos seus primeiros anos de sacerdócio sem cantar uma única nota. Estava convencido de que não sabia fazer isso. Ele não era cantor e se recusava a cantar. Sem negociação. Era assim. 
Um dia esse sacerdote ouviu esse conselho, essa observação: cantar a Liturgia não é como cantar na Broadway ou fazer um teste para um musical. Uma nota é suficiente no começo. Então ele tentou isso na Liturgia. E o que houve? Ele foi simplesmente brilhante. Foi fantástico. As palavras ficaram muito claras e o texto foi enobrecido e elevado. Ele gostou muito porque soube imediatamente o que essa pequena ação fez à Liturgia. Ela mudou todo o ambiente, que se tornou mais solene e mais belo. E isto foi só o começo. Nas semanas seguintes, ele tentou mais. Logo havia superado seus medos e redefinido a si mesmo e suas próprias habilidades. 
A Missa em que eu o ouvi fazer isto era, antes, cheia de cantos da schola cantorum e do povo, que cantavam [chant] as partes da Missa sem acompanhamento. Isto tudo facilitou sua primeira tentativa de se integrar a uma estrutura estética que já existia. Talvez tivesse sido diferente se o coro cantasse jazz ou rock ou se houvesse um grande solista que impressiona o público. Crendo que um simples canto seria algo deslocado, ele poderia nunca ter tentado. 
A solução, pois: o coro deve cantar [chant]. É o que dá ao sacerdote a confiança para tentar cantar suas partes. E ele é capaz, sem nenhuma dúvida. Então começaremos a ver mudanças nos fiéis em sua participação no canto [chant].

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Paramentos romanos ou góticos?

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Não existem "paramentos do rito tradicional", pois são, exceto pelo manípulo, os mesmos. O resto é apenas estilo: romano ou gótico. Não se refere à liturgia em si mesmo considerada, mas a estilo artístico nos paramentos.

Alguns confundem e acham que a casula romana é tridentina e a casula gótica é moderna. Ledo engano, dado que mesmo antes da reforma (e até na Idade Média), já se usava casula gótica na Missa em rito tradicional, e, ainda depois da reforma de Paulo VI, se continuou usando casula romana.

Exemplos práticos: assisti Missa com legionários de Cristo no rito moderno, e eles usavam casula romana, e tive Missa com Dom Fernando Rifan no rito tradicional, e ele usou casula gótica. 

Muitos, no afã de defender o rito tradicional, se apegaram a elementos acidentais em demasia. Não contentes com o rito tradicional, certos grupos parecem esquecer-se da realidade e tentam recriar toda a atmosfera cultural que se vivia nos anos 40 e 50. Assim, até a estética da época precisa ser resgatada (o tipo de roupa do homem e da mulher para a Missa, a quase anatematização, por certos grupos, de mulheres sem véu na Missa, e o uso exclusivo de casula romana - como se a gótica fosse só do rito moderno, ou, pior ainda, modernista).

Até porque estética por estética, certas Missas nos séculos XVIII e XIX eram belíssimas e, por vezes, até mais bonitas que outras medievais. A polifonia pode ser mais bonita do que o gregoriano. Nem por isso é mais adequada ao culto litúrgico e, ainda que mais bonita, a mensagem que passa, algumas vezes, é que se está diante de um concerto durante a Missa, e não diante de uma Missa que é cantada ou musicada. A deturpação da polifonia clássica (Palestrina, Tomás de Luís de Victória, etc) foi causa de um afastamento do povo da essência da Missa, e isso Dom Gueranger percebeu quando levou a cabo a recuperação do gregoriano como canto oficial e próprio do rito romano.

Não se invoque, todavia, que a recuperação pós-conciliar das casulas góticas, quer no rito novo, quer no anrigo, seja a decorrência da heresia arqueologista. Eu não vejo como arqueologismo, o que seria lamentável, e sim como um esforço por recuperação por algo que é patrimônio do rito romano e foi o usual até mesmo uns dois séculos depois de Trento. A estética pela estética é estéril, mas associada à história e ao que significa pode comunicar muita coisa. Como parte do patrimônio da liturgia romana (mesmo tridentina e pós-tridentina), a casula gótica é importante (sem negar o sadio desenvolvimento que nos chegou até a casula romana). 

Casulas góticas:





   

Casulas romanas:







terça-feira, 17 de abril de 2012

#7BXVI – Ações Comemorativas

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Na próxima quinta-feira (19), faz sete anos que Joseph Ratzinger foi eleito Papa, tendo adotado o nome Bento XVI. Para comemorar esta data, os blogueiros católicos estão preparando um tuitaço para celebrar os sete anos de pontificado de Bento XVI. O hashtag escolhido é #7BXVI.

Todos os católicos que estão presentes nas redes sociais estão convidados para apoiar a campanha, em especial aqueles que desenvolvem apostolado on-line ou são agentes de Pastoral da Comunicação (PASCOM). Replique este texto em seu blog ou perfil nas redes sociais e convide seus contatos a participar dessa comemoração.

Vamos mostrar ao mundo o carinho que o Brasil Católico nutre por seu Pastor!

Quando: 19 de abril.
Concentração: a partir das 16h
Onde: Twitter, Facebook, Orkut, etc.
Mote: #7BXVI – Colocar no título dos posts dos blogs para os “robôs” dos sistemas de busca captarem.


Sugestões de mensagens para as redes sociais:


- Somos a juventude do Papa! #7BXVI
- Obrigado, Santo Padre, pela valorização da liturgia! #7BXVI
- Parabéns, Santo Padre, que Deus o abençoe! #7BXVI
-Sete anos de pontificado, Parabéns Santo Padre! #7BXVI
Também podemos tuitar frases famosas do Papa:
- O Cristianismo não é religião de multidão, mas de discípulos. #7BXVI
- Vocês devem ser os embaixadores da esperança! (aos Brasileiros em 2007) #7BXVI
- O Brasil ocupa um lugar muito especial no meu coração! (aos Brasileiros em 2007) #7BXVI
- Tenham certeza de que o Papa os ama. (aos Brasileiros em 2007) #7BXVI
- Nossos bosques têm mais vida, não deixeis que se apague esta chama de esperança que o vosso Hino Nacional põe em nossos lábios. #7BXVI
-A Verdade não é determinada por maioria de votos. #7BXVI
- A Igreja necessita de santos. Todos estamos chamados à santidade, e só os santos podem renovar a humanidade. #7BXVI
- A bondade implica a capacidade de dizer não. Uma bondade que permite tudo não faz bem ao outro. #7BXVI
- Os cristãos devem ser contra decisões judiciais e leis que autorizem o aborto e a eutanásia, considerados pecados graves. #7BXVI
- Um sacerdócio bem vivido dignifica a Igreja e suscita a admiração nos fiéis. #7BXVI

Ou use sua imaginação e crie suas frases, sempre lembrando de mencionar #7BXVI ao final.

Chegou a resposta positiva dos Lefebvrianos

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Por Andrea Tornielli
Tradução: Maite Tosta

A resposta da Fraternidade Sacerdotal São Pio X chegou ao Vaticano e é positiva, de acordo com relatos colhidos pelo Vatican Insider. O superior dos Lefebvrianos, bispo Bernard Fellay, assinou o preâmbulo doutrinal que a Santa Sé havia proposto em setembro passado, como condição para a plena comunhão e enquadramento canônico.

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Uma confirmação oficial da resposta deve vir a público nas próximas horas. Do que se pode apreender, o texto do preâmbulo enviado por Fellay propõe algumas pequenas alterações da versão entregue pelas autoridades do Vaticano: como vocês se lembram, a mesma Comissão Ecclesia Dei se recusou a tornar público o documento (duas páginas, mas bastante densas), porque havia a possibilidade de introduzir algumas pequenas alterações no texto, mas sem divergir em sentido.

Em essência, o preâmbulo contém a "professio fidei," a profissão de fé exigida daqueles que assumem um ofício eclesiástico. Portanto, estabelece a "submissão religiosa da vontade e do intelecto" aos ensinamentos que o Papa e o colégio dos bispos "propõem, quando exercem o seu magistério autêntico", ainda que não tenham sido declarados e definidos de forma dogmática, como na maioria dos documentos do Magistério. A Santa Sé tem repetidamente reiterado a seus interlocutores da Sociedade de São Pio X que subscrever o preâmbulo doutrinal não significaria um fim à "discussão legítima, estudo e explicação teológica das expressões individuais ou declarações constantes dos documentos do Concílio Vaticano II."


Agora, o texto do preâmbulo, com as alterações propostas por Fellay, e assinados por ele como superior da Fraternidade São Pio X, será apresentado a Bento XVI, que no dia seguinte ao octagésimo quinto aniversário e na véspera do sétimo aniversário da eleição, recebe uma resposta positiva dos Lefebvrianos. Tal resposta, muito aguardada, espera-se, nas próximas semanas, trará um fim à ferida aberta em 1988, com as ordenações episcopais ilegítimas celebradas pelo arcebispo Marcel Lefebvre.

Bishops_Consecrated-econe-1988


É possível que a resposta de Fellay seja examinada pelos cardeais da Congregação para a Doutrina da Fé na próxima reunião da "Feria quarta", a ser realizada no início de maio. Algumas semanas a mais serão necessárias até que se defina o enquadramento canônico: a proposta mais provável é a de estabelecer uma "prelazia pessoal", figura judicial introduzida no Código de Direito Canônico em 1983 e até agora só utilizado para o Opus Dei. O prelado é diretamente subordinado à Santa Sé. A Fraternidade Sacerdotal São Pio X vai continuar a celebrar a Missa segundo o Missal antigo, e formando seus sacerdotes em seus próprios seminários.

Convite para Forma Extraordinária em Santa Catarina

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Convidamos nossos leitores catarinenses para a Santa Missa na Forma Extraordinária do Rito Romano a ser celebrada na cidade de Treze de Maio pelo Pe. Nivaldo Ceron. As celebrações estão acontecendo sempre aos quartos domingos do mês, às 15h, na capela do Castelo Belvedere. Portanto, neste domingo, 22 de abril, haverá missa.



Contato:
Paróquia São José - Treze de Maio

Endereço: Rua Ivo Silveira, 99
Fone: (48) 3625-0190
Contato: paroquiasaojosetm@hotmail.com

Primeira Missa Crismal do Ordinariato Anglicano

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Tradução: Salvem a Liturgia

Um comunicado de imprensa foi emitido pelo Ordinariato Pessoal Nossa Senhora de Walsingham ontem [02 de abril de 2012]:
ORDINARIATO CELEBRA PRIMEIRA MISSA CRISMAL

Na última segunda-feira o Ordinariato Pessoal Nossa Senhora de Walsingham celebrou sua primeira Missa Crismal na bela Igreja londrina de São Tiago, Spanish Place (com a gentil permissão do reitor).

A Missa foi celebrada pelo Núncio Apostólico para o Reino Unido, Sua Excelência Reverendíssima Dom Antonio Mennini, a pedido do Ordinário do Ordinariato, Dom Keith Newton.

Dom Newton, que recebeu a Renovação das Promessas Sacerdotais e pregou a homilia durante a Missa, disse “A jurisdição a mim dada, diferentemente da dos bispos diocesanos católicos, é vicariante, em nome do Romano Pontífice. Por isso, é particularmente apropriado que nossa Missa de Crisma deve ser celebrada pelo representante do Santo Padre para a Grã Bretanha, particularmente neste tempo em que nós celebramos o 30º aniversário de relações diplomáticas plenas entre o governo britânico e a Santa Sé”.

Por volta de 60 clérigos, incluindo cinco ex-bispos anglicanos, concelebraram a Celebração Eucarística, com centenas de leigos de diversos grupos de todo o Reino Unido.

Falando sobre o Sacerdócio – que é um dos temas centrais da Missa de Crisma, Dom Newton disse: “Nenhum homem possui o sacerdócio, assim como ninguém possui o batismo ou o matrimônio. Eles são coisas compartilhadas. Você não pode se casar por conta própria, e você não pode viver a vida de batizado à parte dos outros cristãos. Não, é o sacerdócio que nos possui. É uma vida. É uma forma particular de viver a vida cristã. Mas ela não é para nós próprios, mas para Cristo e seu povo santo. É uma vida de sacrifício. Embora muito tenha sido escrito sobre o sacerdócio, ele é de longe muito complexo para ser reduzido em afirmações simples que podemos facilmente compreender porque não é nada menos do que uma partilha particular no sacerdócio eterno de Cristo. Esta partilha está expressa visivelmente hoje, à medida que nos reunimos ao redor do altar para celebrar esta Missa”.


Esta semana vê o crescimento contínuo da oferta do Papa Bento aos anglicanos, com mais de 200 membros da Igreja da Inglaterra e da Comunhão Anglicana Tradicional sendo recebidos na plena comunhão da Igreja Católica. 
Um conjunto completo de fotos foi disponibilizado pelo Ordinariato. Seguem algumas fotos (créditos © Mazur/catholicnews.org.uk).







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