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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Fotos do 2º dia do III Encontro Summorum Pontificum, Salvador, BA

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11 de setembro de 2012. Vejam que há três Missas: duas na forma extraordinária e uma terceira na forma ordinária.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Uma liturgia das horas "parva"

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Chamam-se de "parvos" versões simples ou simplificadas de orações e liturgias. Assim, por exemplo, há um Ofício Parvo de Nossa Senhora, ou o Missal Parvo (pequeno, com uma liturgia simplificada, para que padres que viajam muito possam andar sempre com ele).



Padre Sérgio Muniz, pároco da Paróquia da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Antiga Sé, no centro do Rio de Janeiro, compilou uma espécie de "Ofício divino parvo", baseado na Liturgia das Horas. É composto de um ciclo semanal de leituras dos salmos em três horários, correspondentes às três principais horas litúrgicas: Laudes, Vésperas e Completas, chamado "Na Presença dos Anjos" (In Conspectu Angelorum).

Da resenha de lançamento:
A idéia do livro "Na presença dos Anjos" surgiu a partir da preocupação em fornecer aos Anjos do Altar [coroinhas e acólitos de três escalões, todos rapazes, que servem o altar de acordo com sua idade e capacidades, donde são fomentadas vocações sacerdotais], às Martinhas [moças que ajudam a liturgia fora do altar, como fazendo leituras e procissões] e suas respectivas famílias, um subsídio prático, consistente e belo para sua oração cotidiana. Contém uma versão simplificada da Liturgia das Horas, orações devocionais aos santos Anjos, algumas das principais orações cristãs, várias com texto bilíngue (latim/português), orações para antes e depois da Missa e um pequeno guia prático para a Confissão. É um livro útil a todo fiel cristão que deseja alimentar sua vida de oração de modo simples e sólido. Organizado pelo Padre Sérgio Muniz, que estará presente na ocasião para apresentar o livro e dedicar/assinar os exemplares aí adquiridos.

O lançamento se dará no Colégio Santo Amaro em Botafogo, no Rio de Janeiro, nesta quarta. A todos os cariocas faz-se o convite para que prestigiem o lançamento e comprem o livro, para aprofundarem sua vida de oração e se aproximarem da Liturgia das Horas.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Vésperas no Rito Ambrosiano antigo

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Trazemos alguns vídeos de Vésperas solenes celebradas no Rito Ambrosiano tradicional por Mons. Angelo Amodeo, Cônego do Cabido da Catedral de Milão, falecido no último dia 14.

Mons. Amodeo foi um grande defensor dos Ritos Ambrosiano e Romano em sua forma tradicional. Por sua alma oferecemos nossas orações e convidamos os leitores a fazerem o mesmo.

REQUIEM æternam dona ei, Domine, et lux perpetua luceat ei. Requiescat in pace. Amen.



Fonte: New Liturgical Movement

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Illum oportet crescere

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Trazemos um artigo publicado recentemente pelo Jorge Ferraz em seu blog Deus lo Vult. É um tema sobre o qual já comentamos diversas vezes (e.g. "O crucifixo no centro do altar" e "Coram Deo, versus populum e arranjo beneditino"):
Hoje é a festa de Exaltação da Santa Cruz e, no dia de hoje, nada mais eloqüente do que divulgar esta foto do revmo. pe. Demétrio Gomes celebrando a Santa Missa, que o próprio sacerdote compartilhou recentemente em seu álbum do Facebook.
A fotografia ficou simplesmente perfeita: a Hóstia Consagrada ao centro e em foco, o sacerdote elevando-a piedosamente e – mais importante! – o rosto do sacerdote, erguido em direção a Cristo Crucificado que ele segura em suas mãos, oculto pelo grande crucifixo que se encontra sobre o altar.
Muita coisa já foi dita sobre a conveniência de se manter sobre o altar esta cruz que esconde a figura do padre; a quem se interessar pelo assunto, recomendo esta conferência do Mons. Guido Marini, bem como estes excertos de livros do Card. Ratzinger falando sobre a Cruz no centro do altar. De minha parte, quero apenas comentar o quão adequada me parece a frase do Evangelho de São João que dá título a este artigo: illum oportet crescere, i.e., “importa que Ele cresça”: é São João Batista falando de Nosso Senhor.



Eu conheci esta frase muito antes de conhecer qualquer outra coisa de latim, porque ela está gravada em grandes letras douradas no altar da Matriz de Nossa Senhora do Rosário, onde – criança ainda – comecei a participar da Santa Missa e para onde, depois de adulto, voltei para me crismar e para trabalhar na catequese. Embora a paróquia da Torre seja antiga, eu desde criança sempre vi este altar exatamente deste jeito e, portanto, não sei dizer se ele é o altar original que foi separado da parede após a Reforma Litúrgica ou se, ao contrário, foi feito especificamente para as novas disposições arquitetônicas dos anos 70. Sei que, de um modo ou de outro, ele se presta a traduzir de modo excelente uma das razões pelas quais, antigamente, o padre celebrava o Santo Sacrifício “de costas para o povo” e, hoje, é conveniente colocar um Crucifixo no meio do altar: importa que Ele cresça, isto é, o que se deve buscar na celebração da Santa Missa – e, p.ext., na nossa vida cristã – é que Cristo apareça diante de todos, é que Ele refulja e seja o centro de todas as atenções.

O centro da Santa Missa não é o sacerdote. Na Santa Missa, o essencial (fazendo uma paráfrase involuntária de Saint-Exupéry) é invisível aos olhos: é Cristo, Sacerdote e Vítima, que Se oferece à Trindade Santa em expiação pelos nossos pecados. É o Sacrifício da Cruz que Se faz presente de maneira incruenta. E a melhor maneira de chamar a atenção para o que é permanente e invisível é tirar a atenção daquilo que é mutável e visível: é esconder o sacerdote. A melhor maneira de fazer Cristo crescer é exatamente aquela que se encontra na seqüência da frase de São João Batista: me autem minui“que eu diminua”. Esconda-se, portanto, o sacerdote durante a Consagração, para que somente Cristo Eucarístico apareça: esconda-se o sacerdote com a casula romana nas suas costas enquanto ele se inclina versus Deum para consagrar, ou se o esconda por detrás do Crucifixo no centro do altar quando ele celebra de frente para o povo, o que seja, mas que ele seja escondido para que Cristo cresça! É este o verdadeiro espírito da Liturgia que urge ser resgatado.

E nesta Festa de Exaltação da Santa Cruz – mesmo dia, aliás, em que se comemora o 5º ano de entrada em vigor do motu proprio Summorum Pontificum, que autoriza a celebração da Santa Missa na forma antiga – é uma alegria poder compartilhar o testemunho de sacerdotes zelosos pelas coisas do alto. Sacerdotes comprometidos com o resgate da sacralidade litúrgica na Igreja de Deus. Sacerdotes que, à semelhança de São João Batista, perceberam que é importante Cristo crescer, e que isto só é possível se eles próprios estiverem dispostos a diminuir.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

A relação da música com a Liturgia

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Dando sequência à busca de mais sacralidade nas celebrações, reproduzimos uma pregação do formador geral da Comunidade Canção Nova, padre Wagner Ferreira, falando sobre a relação da música com a liturgia. 


Pe. Wagner Ferreira
Para refletir a respeito da música, na liturgia da Igreja, recorro a um Quirógrafo do Sumo Pontífice João Paulo II , publicado em 22/11/2003, em razão do centenário do Motu proprio Tra Le Sollicitudini – Sobre a Música Sacra, do Papa São Pio X

Quero refletir com vocês alguns princípios citados pelo beato João Paulo II, os quais precisamos observar para viver bem a liturgia da Igreja. Todos sabem que existem vários ritmos de músicas e cada um destes se adequam a um respectivo ambiente. Música para um momento de lazer, ritmos para descansarmos e também há um ritmo próprio para as celebrações litúrgicas.


O beato João Paulo II, citando o parágrafo 112 da Constituição Conciliar sobre a Sagrada Liturgia, Sacrosanctum Concilium, afirma que as ações litúrgicas possuem, como finalidade, a glória de Deus e a santificação dos fiéis na santidade de Cristo, por isso ela possui um poder extraordinário.


Muitos homens de Deus testemunham sua conversão, seu encontro pessoal com o Senhor por meio da música litúrgica. Um destes foi Santo Agostinho. Em sua obra "Confissões", ele descreve sua experiência com Deus por meio dos hinos e canções no momento do seu batismo; o santo afirma que foi tomado por um sentimento de santidade quando ouvia os ritmos. 

Quanto aos instrumentos musicais, os critérios que os Documentos da Igreja nos oferecem exigem que estes estejam adaptados ou sejam adaptáveis ao uso sacro, correspondendo à dignidade do templo, podendo sustentar o canto dos fiéis e favorecendo a sua edificação. Portanto, o momento da liturgia não é de espetáculo, de ensaio, nem é lugar para que os músicos fiquem aparecendo. A finalidade é a glória de Deus e a edificação dos fiéis. 

A música instrumental e a vocal se não possuem, ao mesmo tempo, o sentido da oração, da dignidade e da beleza, ela prestará um desserviço e impedirá aos fiéis ingressar na intimidade com Deus; por isso sua finalidade deve ser sempre observada. Um detalhe fundamental é que os ministros de música sejam, acima de tudo, homens e mulheres de oração à luz da Palavra de Deus, pois é dela que decorre toda musicalidade cristã. A liturgia deve cantar os textos sagrados. 

Não devemos cantar na liturgia, mas cantá-la, pois ela dá o conteúdo, a melodia da música, ela oferece o ritmo. A liturgia possui uma forma peculiar, por isso, nem todas as formas musicais são aptas para ela.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Convite: pré-JMJ no Rio, com peregrinação mariana e Missa tridentina

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Recebemos para divulgação o e-mail abaixo de nossos amigos do “Missa Tridentina no Rio de Janeiro”:

Peregrina%C3%A7%C3%A3o Penha Internet

Concentração:8h30-Concha Acústica,depois haverá pregações dos Padres presentes,subida das escadarias,reza do santo terço e ás 10h:00,no Santuário haverá a Santa Missa na Forma Extraordinária do Rito Romano que será celebrada pelo Revmo.Pe.José Edilson de Lima e  cantada pelo Coral Menino Jesus (Grupo de crianças e adolescentes da Paroquia Nossa Senhora do Perpetuo Socorro e São Judas Tadeu da Adm.Apostólica-Nova Iguaçu/RJ).Nessa cerimonia terá a assistência Pontifical de Sua Excia.Revma.Dom Orani João Tempesta(Arcebispo do Rio de Janeiro),Sua Excia.Revma.Dom Roque Costa(Bispo auxiliar do Rio de Janeiro) e também do Revmo.Pe.Serafim Fernandes(Reitor do Santuário da Penha),Revmo.Monsenhor José de Matos(Vigário Geral da Adm.Apostólica São João Maria Vianney e Revmo.Pe.João Jefferson Chagas(Arquidiocese do Rio de Janeiro).

Lembramos que será um evento de preparação para a JMJ 2013, Ano da Fé e também 95 anos da Ultima aparição de Nossa Senhora de Fátima.

O Santuário está localizado:Largo da Penha, 19 – Penha- Rio de Janeiro, RJ -Brasil

Desde já convidamos a todos!

Venham e tragam suas famílias!

Para maiores informações:

Facebook da Missa Tridentina no Rio de Janeiro e Email

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