Fonte: www.adoremus.org
Tradução: Lucas Cardoso da Silveira Santos
Ritos Iniciais
Fazer o sinal da Cruz com água benta (sinal do batismo) ao entrar na igreja.
Fazer genuflexão ao sacrário contendo o Santíssimo Sacramento, e ao altar do Sacrifício, antes de se dirigir ao banco. (Se não houver sacrário no presbitério, ou se este não for visível, fazer inclinação profunda ao altar antes de se dirigir ao banco.)
Ajoelhar-se ao chegar no banco para oração privada antes do início da Missa.
Ficar de pé para a procissão de entrada.
Fazer inclinação de cabeça quando o crucifixo, sinal visível do sacrifício de Cristo, passar em procissão. (Se houver um bispo, fazer inclinação quando ele passar, como sinal de reconhecimento da sua autoridade da Igreja e de Cristo como pastor do seu rebanho.)
Permanecer de pé para os ritos iniciais. Fazer o sinal da Cruz junto com o sacerdote no começo da Missa.
Bater no peito ao “mea culpa(s)” (“por minha culpa, minha tão grande culpa”) no Confiteor.
Fazer inclinação de cabeça e o sinal da Cruz quando o sacerdote disser “Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós...”
Fazer inclinação de cabeça ao dizer o “Senhor, tende piedade de nós” no Kyrie.
Se houver o Rito da Aspersão (Asperges), fazer o sinal da Cruz quando o padre aspergir água em sua direção.
Durante a Missa, fazer inclinação de cabeça a cada menção do nome de Jesus e a cada vez que a Doxologia [“Glória ao Pai...”] for rezada ou cantada. Também quando pedir que o Senhor receba a nossa oração. (“Senhor, escutai a nossa prece” etc, e ao fim das orações presidenciais: “Por Cristo nosso Senhor” etc.)
Gloria: fazer inclinação de cabeça ao nome de Jesus. (“Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito...”, “Só vós o Altíssimo, Jesus Cristo...”)
Liturgia da Palavra
Sentar-se para as leituras da Sagrada Escritura.
Ficar de pé para o Evangelho ao verso do Alleluia.
Quando o ministro anunciar o Evangelho, traçar o sinal da Cruz com o polegar na cabeça, nos lábios e no coração. Esse gesto é uma forma de oração para pedir a presença da Palavra de Deus na mente, nos lábios e no coração.
Sentar-se para a homilia.
Credo: De pé; fazer inclinação ao nome de Jesus; na maioria dos Domingos durante o Incarnatus (“e se encarnou pelo Espírito Santo... e se fez homem”); nas solenidades do Natal e da Anunciação todos se ajoelham a essas palavras.
Fazer o sinal da Cruz na conclusão do Credo, às palavras: “..e espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.”
Liturgia Eucarística
Sentar-se durante o ofertório.
Ficar de pé quando o sacerdote disser “Orai, irmãos e irmãs...” e permanecer de pé para responder “Receba o Senhor este sacrifício...”
Se for usado incenso, o povo se levanta e faz inclinação de cabeça ao turiferário quando ele fizer o mesmo, tanto antes como depois da incensação do povo.
Permanecer de pé até o final do Sanctus (Santo, Santo, Santo...”), quando se ajoelha durante toda a Oração Eucarística.
No momento da Consagração de cada espécie, inclinar a cabeça e pronunciar silenciosamente “Meu Senhor e meu Deus”, reconhecendo a presença de Cristo no altar. Estas são as palavras de São Tomé quando ele reconheceu verdadeiramente a Cristo quando Este apareceu diante dele (Jo 20,28). Jesus disse: “Acreditaste porque me viste. Felizes os que acreditaram sem ter visto” (Jo 20,29).
Ficar de pé ao convite do sacerdote para a Oração do Senhor.
Com reverência, unir as mãos e inclinar a cabeça durante a Oração do Senhor.
Manter-se de pé para o sinal da paz, após o convite. (O sinal da paz pode ser um aperto de mãos ou uma inclinação de cabeça à pessoa mais próxima, acompanhada das palavras “A paz esteja contigo”.)
Na recitação (ou canto) do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus...”), bater no peito às palavras “Tende pedade de nós”.
Ajoelhar-se ao fim do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus...”).
Fazer inclinação de cabeça e bater no peito ao dizer: “Domine, non sum dignus... (“Senhor, eu não sou digno...”).
Recepção da Comunhão
Deixar o banco (sem genuflexão) e caminhar com reverência até o altar, com as mãos unidas em oração.
Fazer um gesto de reverência ao se aproximar do ministro em procissão para receber a Comunhão. Se ela for recebida de joelhos, não se faz nenhum gesto adicional antes de recebê-la.
Pode-se receber a Hóstia tanto na língua como na mão.
Para o primeiro caso, abrir a boca e estender a língua, de modo que o ministro possa depositar a Hóstia de forma apropriada. Para o outro caso, posicionar uma mão sobre a outra, de palmas abertas, para receber a Hóstia. Com a mão de baixo, tomar a Hóstia e com reverência depositá-la na sua boca. (Ver as diretrizes da Santa Sé de 1985).
Quando carregando uma criança, é muito mais apropriado receber a Comunhão na língua.
Se comungar também do cálice, fazer o mesmo gesto de reverência ao se aproximar do ministro.
Fazer o sinal da Cruz após ter recebido a Comunhão.
Ajoelhar-se em oração ao retornar para o banco depois da Comunhão, até o sacerdote se sentar, ou até que ele diga “Oremos”.
Ritos Finais
Ficar de pé para os ritos finais.
Fazer o sinal da Cruz durante a bênção final, quando o sacerdote invocar a Trindade.
Permanecer de pé até que todos os ministros tenham saído em procissão. (Se houver procissão recessional, fazer inclinação ao crucifixo quando ele passar.)
Se houver um hino durante o recessional, permanecer de pé até o final da execução. Se não houver hino, permanecer de pé até que todos os ministros tenham se retirado da parte principal da igreja.
Depois da conclusão da Missa, pode-se ajoelhar para uma oração privada de ação de graças.
Fazer genuflexão ao Santíssimo Sacramento e ao Altar do Sacrifício ao sair do banco, e deixar a (parte principal da) igreja em silêncio.
Fazer o sinal da Cruz com água benta ao sair da igreja, como recordação batismal de anunciar o Evangelho de Cristo a toda criatura.
Tradução: Lucas Cardoso da Silveira Santos
Ritos Iniciais
Fazer o sinal da Cruz com água benta (sinal do batismo) ao entrar na igreja.
Fazer genuflexão ao sacrário contendo o Santíssimo Sacramento, e ao altar do Sacrifício, antes de se dirigir ao banco. (Se não houver sacrário no presbitério, ou se este não for visível, fazer inclinação profunda ao altar antes de se dirigir ao banco.)
Ajoelhar-se ao chegar no banco para oração privada antes do início da Missa.
Ficar de pé para a procissão de entrada.
Fazer inclinação de cabeça quando o crucifixo, sinal visível do sacrifício de Cristo, passar em procissão. (Se houver um bispo, fazer inclinação quando ele passar, como sinal de reconhecimento da sua autoridade da Igreja e de Cristo como pastor do seu rebanho.)
Permanecer de pé para os ritos iniciais. Fazer o sinal da Cruz junto com o sacerdote no começo da Missa.
Bater no peito ao “mea culpa(s)” (“por minha culpa, minha tão grande culpa”) no Confiteor.
Fazer inclinação de cabeça e o sinal da Cruz quando o sacerdote disser “Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós...”
Fazer inclinação de cabeça ao dizer o “Senhor, tende piedade de nós” no Kyrie.
Se houver o Rito da Aspersão (Asperges), fazer o sinal da Cruz quando o padre aspergir água em sua direção.
Durante a Missa, fazer inclinação de cabeça a cada menção do nome de Jesus e a cada vez que a Doxologia [“Glória ao Pai...”] for rezada ou cantada. Também quando pedir que o Senhor receba a nossa oração. (“Senhor, escutai a nossa prece” etc, e ao fim das orações presidenciais: “Por Cristo nosso Senhor” etc.)
Gloria: fazer inclinação de cabeça ao nome de Jesus. (“Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito...”, “Só vós o Altíssimo, Jesus Cristo...”)
Liturgia da Palavra
Sentar-se para as leituras da Sagrada Escritura.
Ficar de pé para o Evangelho ao verso do Alleluia.
Quando o ministro anunciar o Evangelho, traçar o sinal da Cruz com o polegar na cabeça, nos lábios e no coração. Esse gesto é uma forma de oração para pedir a presença da Palavra de Deus na mente, nos lábios e no coração.
Sentar-se para a homilia.
Credo: De pé; fazer inclinação ao nome de Jesus; na maioria dos Domingos durante o Incarnatus (“e se encarnou pelo Espírito Santo... e se fez homem”); nas solenidades do Natal e da Anunciação todos se ajoelham a essas palavras.
Fazer o sinal da Cruz na conclusão do Credo, às palavras: “..e espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.”
Liturgia Eucarística
Sentar-se durante o ofertório.
Ficar de pé quando o sacerdote disser “Orai, irmãos e irmãs...” e permanecer de pé para responder “Receba o Senhor este sacrifício...”
Se for usado incenso, o povo se levanta e faz inclinação de cabeça ao turiferário quando ele fizer o mesmo, tanto antes como depois da incensação do povo.
Permanecer de pé até o final do Sanctus (Santo, Santo, Santo...”), quando se ajoelha durante toda a Oração Eucarística.
No momento da Consagração de cada espécie, inclinar a cabeça e pronunciar silenciosamente “Meu Senhor e meu Deus”, reconhecendo a presença de Cristo no altar. Estas são as palavras de São Tomé quando ele reconheceu verdadeiramente a Cristo quando Este apareceu diante dele (Jo 20,28). Jesus disse: “Acreditaste porque me viste. Felizes os que acreditaram sem ter visto” (Jo 20,29).
Ficar de pé ao convite do sacerdote para a Oração do Senhor.
Com reverência, unir as mãos e inclinar a cabeça durante a Oração do Senhor.
Manter-se de pé para o sinal da paz, após o convite. (O sinal da paz pode ser um aperto de mãos ou uma inclinação de cabeça à pessoa mais próxima, acompanhada das palavras “A paz esteja contigo”.)
Na recitação (ou canto) do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus...”), bater no peito às palavras “Tende pedade de nós”.
Ajoelhar-se ao fim do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus...”).
Fazer inclinação de cabeça e bater no peito ao dizer: “Domine, non sum dignus... (“Senhor, eu não sou digno...”).
Recepção da Comunhão
Deixar o banco (sem genuflexão) e caminhar com reverência até o altar, com as mãos unidas em oração.
Fazer um gesto de reverência ao se aproximar do ministro em procissão para receber a Comunhão. Se ela for recebida de joelhos, não se faz nenhum gesto adicional antes de recebê-la.
Pode-se receber a Hóstia tanto na língua como na mão.
Para o primeiro caso, abrir a boca e estender a língua, de modo que o ministro possa depositar a Hóstia de forma apropriada. Para o outro caso, posicionar uma mão sobre a outra, de palmas abertas, para receber a Hóstia. Com a mão de baixo, tomar a Hóstia e com reverência depositá-la na sua boca. (Ver as diretrizes da Santa Sé de 1985).
Quando carregando uma criança, é muito mais apropriado receber a Comunhão na língua.
Se comungar também do cálice, fazer o mesmo gesto de reverência ao se aproximar do ministro.
Fazer o sinal da Cruz após ter recebido a Comunhão.
Ajoelhar-se em oração ao retornar para o banco depois da Comunhão, até o sacerdote se sentar, ou até que ele diga “Oremos”.
Ritos Finais
Ficar de pé para os ritos finais.
Fazer o sinal da Cruz durante a bênção final, quando o sacerdote invocar a Trindade.
Permanecer de pé até que todos os ministros tenham saído em procissão. (Se houver procissão recessional, fazer inclinação ao crucifixo quando ele passar.)
Se houver um hino durante o recessional, permanecer de pé até o final da execução. Se não houver hino, permanecer de pé até que todos os ministros tenham se retirado da parte principal da igreja.
Depois da conclusão da Missa, pode-se ajoelhar para uma oração privada de ação de graças.
Fazer genuflexão ao Santíssimo Sacramento e ao Altar do Sacrifício ao sair do banco, e deixar a (parte principal da) igreja em silêncio.
Fazer o sinal da Cruz com água benta ao sair da igreja, como recordação batismal de anunciar o Evangelho de Cristo a toda criatura.

Eu posso me ajoelhar no momento do ato penitencial?
ResponderExcluir"Com reverência, unir as mãos e inclinar a cabeça durante a Oração do Senhor."
Mas esse gesto não é errado na hora do Pai Nosso?
Abraço fraterno!
Muito bom! Minha única dúvida é se de fato estão prescritos na IGMR Os seguintes gestos:
ResponderExcluir-Sinal da Cruz durante a absolvição;
-Sinal da Cruz ao fim do Credo;
-Inclinação de cabeça no Pai-nosso;
-Bater no peito no Agnus Dei;
(sei que são a forma extraordinária, mas na ordinária há algo?)
Além disso, não é mais utilizado o costume de se fazer o sinal da cruz, e não inclinação, ao se passar a Cruz processional?
E a inclinação ao bispo não se estenderia também ao sacerdote celebrante principal? Não é também ele persona Christi?
Por que ficar de joelhos durante a comunhão? O nosso sacrifício já não teria sido oferecido durante a consagração?
ResponderExcluirReceber Cristo de joelhos e na boca, representa sim adoração à Cristo consagrado, mas a comunhão no banco, de joelhos, por quê?
Parabéns pelo post.
Deus, só.
Caríssimos,
ResponderExcluirO post contempla três grupos de gestos,e talvez tenha faltado clareza no autor original:
a) os obrigatórios;
b) os recomendáveis pela tradição;
c) os sugeridos pelo simbolismo.
"Eu posso me ajoelhar no momento do ato penitencial?"
ResponderExcluirNão é previsto, mas a IGMR fala que é um costume e, então, pode ser feito, até porque é um gesto da tradição do rito romano.
""Com reverência, unir as mãos e inclinar a cabeça durante a Oração do Senhor."
Mas esse gesto não é errado na hora do Pai Nosso?"
Meu caro, errado é DAR AS MÃOS UNS AOS OUTROS. Aqui se fala da posição "oracional", de unir as palmas das PRÓPRIAS mãos.
Todavia, não é obrigatório. Pode-se adotar outra posição, desde que não imitando padre (que levanta as mãos). A imitação não tem sentido.
Outra dúvida:
ResponderExcluirÉ prescrito se persignar (fazer o sinal da cruz) ao receber a comunhão?
Outros pontos que eu estranhei como ficar ajoelhado durante a oração eucarística, no rito extraordinário eu sei que é assim, para o ordinário eu sei que é de costume conforme a tradição do local. Seria apropriado usar esses gestos em lugares onde não se tem essas práticas?
abraço fraternal
Rafael, obrigado pela respostas. Muito me ajudou.
ResponderExcluirDeus te abençoe e te faça santo!
Abraço fraterno!
P.S. Só uma coisa: eu sou da RCC. Falo isso pra mostrar para alguns q existe dentro da RCC pessoas q lutam pela dignidade, sacralidade e respeito às rubricas.
Tenho um amigo Diácono q será ordenado dia 1° de maio. E eu qria q vcs me enviassem por e-mail a forma de se celebrar a Sta Missa do Rito novo na forma 'Versus Deum'. Obrigado!
Não considero como imitação a posição das mãos levantadas no Pai-Nosso. Já que a oração antecede : Rezemos com amor e confiança a oração que Jesus nos ensinou.
ResponderExcluirNão existe outra explicação para isso?
A questão é simples. Não se faz porque não está previsto. Sendo a Missa um culto público não faço o que quero, mas "tudo e somente aquilo que me cabe" (Sacrossanctum Concilium, Vaticano II). Confio no Magistério e o obedeço mesmo quando acho que este ou aquele gesto traduza melhor a piedade. Outros gestos que a Tradição e o Simbolismo firmaram ao longo dos séculos são permitidos pois "o que era santo antes continua santo hoje" (Carta Apostólica Summorum Pontificum, sobre a celebração da Forma Extraordinária). Entretanto é necessário discernimento, principalmente ao Padre e aos acólitos (que permanecem no presbitério). A estes recomendo que façam tudo e somente o que vem na Instrução Geral e confie na Autoridade do Magistério ou que ao menos consulte seu Bispo a respeito de se aderir gestos únicos da forma antiga na forma nova (como o do glória), até ao menos que saia a terceira versão do missal que vemos em outros países, como EUA e Canadá, que já a possuem, trouxe a permissão para vários gestos. No caso do levantar as mãos na Missa, NUNCA, repito, NUNCA, foi um gesto do leigo. Muito menos dar as mãos (que provém de cultos protestantes que pegaram isso de seitas ocultistas). No Pai-Nosso é o Sacerdote quem profere a oração em favor dele e de toda a Igreja; o Per Ipsum mais evidente ainda (e neste caso proibido sumariamente) é ele, o Padre, quem está a oferecer o Santo Sacrifício em favor de toda a Igreja. É este o ato realizado "por Cristo, com Cristo e em Cristo" digno de "toda honra" e "toda a glória". Nós, no máximo, oferecemos o sacrifício de nós próprios, como diz o Salmo, nossa alma penitente. Da mesma forma no Pater Noster, não temos nós a autoridade de rezar EM NOME de toda Igreja. Rezamos sim por ela, mas não temos a autoridade de rezar EM NOME dela, por isso não levantamos a mão como se o fizéssemos. O protestante adota todos os mesmos gestos pois eles não possuem sacerdotes, logo lá todos tem igual dignidade. Na Igreja, temos Cristo em nosso meio. Na Missa este Cristo atua ordinariamente na Actio Liturgica, em particular na figura do Sacerdote quando este segue a liturgia. Mas também em nós (de outra forma) quando também seguimos a Liturgia.
ExcluirE o que amor e confiança tem a ver com levantar as mãos, Débora?
ResponderExcluirA admonição "oficial" do Pai Nosso, contudo, é outra: "Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer"
Aliás, Nosso Senhor inclusive fala para rezar o Pai Nosso de maneira discreta, e não a mostrar que se reza.
O diácono liturgista da minha paróquia sempre ensinou que não era bom fazer a vênia a cada vez que se menciona o nome de Nosso Senhor, pois além de ser excessivo(tendo em conta que o nome de Cristo é mencionado a cada minuto), pode fazer com que o gesto seja banalizado e mais que um sinal de piedade seja interpretado como um sinal de pietismo e rigorismo.
ResponderExcluirUma sugestão: seria interessante que o autor do tópico explicitasse o que está expressamente previsto nas rubricas.
Uma dúvida que tenho é se os gestos na missa são obrigatórios para os fiéis, e se só as posições do corpo (sentados, de pé, de joelhos)é que são obrigatórias. Parece-me que antigamente durante as missas os fiéis apenas acompanhavam as posições do corpo.
ResponderExcluirGustavo
Particularmente sou da opção de "fazer tudo e somente aquilo que me convir", conforme trás a Sacrossanctum Concillium e, de forma geral, não misturar os gestos e posições das diferentes Formas do Rito Romano, apesar de não haver uma proibição sobre isso, conforme dito acima, pelo fato de que faz parte da Tradição. Todavia, conhecendo ambas as formas do rito, prefiro por fazer os gestos particulares de cada forma, confiando na sabedoria do Magistério. A fusão das formas faz parte do espírito da Reforma da Reforma, porém sigo a opção de esperar pela nova versão do Missal. Assim, busco sempre fazer os gestos que vêm na Instrução Geral do Missal Romano. Creio que assim, começando por fazer aqueles que são obrigatórios (e que poucos fazem) podemos caminhar mais solidamente para uma real vigoração da Reforma da Reforma, com a saída da terceira versão do Missal. Particularmente, acho mais expressiva a forma Extraordinária. Os gestos, as repetições, o latim, a voz submissa, enfim... transmitem-me mais claramente o sentido da liturgia. A nova Forma, contudo, tem seus méritos. O vernáculo para leituras e orações, o uso da cátedra, a possibilidade de se incensar todo o altar, a possibilidade de inclusão de cantos em missas rezadas, e alguns outros fatores também são atraentes. Enfim... parto do princípio de se fazer tudo e somente o que é necessário, pois existe a tendência de em alguns lugares (como é o caso de minha cidade) da piedade virar piedosismo.
ResponderExcluirQuanto ao povo que ensina errado... erro é erro não importa da boca de quem venha. O que vale é o que provém do Magistério. E Gustavo... os gestos previstos na IGMR devem ser feitos. A partir do momento que você os conhece, a pergunta a se fazer é: Cristo não merece esse esforço de sua parte? Não faço por ser ou não obrigatório, faço porque Cristo merece. Além do que a Sacrossanctum Concilium pediu uma participação ativa dos fiéis. A activa participatio é justamente o "fazer tudo e somente aquilo que me cabe". Me cabe fazer os gestos, pois eles estão previstos. Logo os faço. Não me cabe, se for Ministro Extraordinário, retirar Jesus do sacrário nem ficar no presbitério, logo não o faço. Me cabe curvar-me ao Confiteor e bater no peito, logo o faço. Não me cabe bater palmas ou dar as mãos, logo não o faço. Não me cabe levantar as mãos na Missa, logo não o faço. Isso é tomar parte da ação litúrgica, a ação ordinária de Cristo, é unir-me a Cristo em oração.
Tenho uma duvida referente ao momento durante a Oração Eucaristica, que o Padre, pronuncia: "Por Cristo com Cristo e em Cristo..." todos respondem 'Amém". Neste momento muitos estendem a mão em direção ao altar, outros colocam a mão no peito, inclusive eu, qual é o certo, ou o mais certo?
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